quarta-feira, 1 de julho de 2020

MÚSICA || Summer In Italy


Uma playlist sobre o verão e aldeias pitorescas e remotas. Limoeiros no céu azul sem nuvens. Cones de gelado e bolas de nata e manjericão. Vestidos coloridos, que rodopiam, e alperces. Terrazzas e mesas desarrumadas. Dias que só se põem às 22h. Flores brancas, descampados e vinhas verde-alface de pé alto. 

Sobre janelas abertas de par em par e brindes em copos de vidro à luz de um candeeiro de rua. Músicas intemporais e românticas que nos transportam para um passeio de mão dada, em modo fuga, pelas pequenas ruas e atalhos. Descampados e piscinas antigas. Sobre tons amarelados e pavimentos em pedra antiga. Cestos de piquenique e sorrisos que rasgam os olhos. Lugares secretos apenas descobertos por exploradores. Jantares de garfo erguido no ar para apanhar com os lábios a ponta do esparguete. E uma vontade inexorável de guardar cada um destes detalhes para sempre, as cores, os cheiros, os sabores, as sensações... para sempre, como uma polaroid antiga. 

A minha playlist preferida do momento. Numa altura onde não podemos conhecer mundo, que bom poder ser transportada através da música. Um verão em Itália.

terça-feira, 30 de junho de 2020

FILMES || Atleta A


Os maillots coloridos, penteados perfeitos e acrobacias extraordinárias do universo da ginástica mascaram a dureza cruel dos ambientes de treino de muitas ginastas que, desde tenra idade, observam o seu peso, aparência e capacidades escrutinados até além do limite para trazerem medalhas e patrocínios para os seus clubes. O contexto agrava-se quando, a todo este somatório, acrescentamos casos de abuso sexual. 

Atleta A é o mais recente documentário da Netflix que explora o escândalo publicado por uma pequena redação norte-americana sobre a Federação Americana de Ginástica, onde centenas e centenas de crianças ginastas — muitas delas, atletas olímpicas — foram abusadas sexualmente pelo médico integrante da Federação. Parece suficiente revoltante até percebermos que a Federação sabia das acusações e atrocidades que este médico fazia a tantas atletas. 

O documentário tem como foco principal a linha cronológica desde o conhecimento dos casos por parte da redação até ao devido julgamento e condenação do médico, mas contempla também toda a cultura tóxica envolta na ginástica, o controlo cruel mascarado de rigor, as exigências pelas quais estas atletas são submetidas sem que encontrem ninguém que as proteja. O abuso à inocência destas jovens é evidente e deixa danos irreparáveis na perceção das próprias sobre a sua saúde, as suas capacidades e auto-estima. A certo ponto, esquecem-se do prazer que é praticar o desporto que amam e que as encantou no primeiro momento. 

Não é um documentário fácil e tem algumas descrições sensíveis. Permanecemos chocados, angustiados e revoltados durante cada segundo. Tinha consciência de que o mundo da ginástica — e muitas outras modalidades — não era tão bonito quanto as incríveis técnicas que elas sabem executar nos aparelhos, mas testemunhar, sem margem para dúvidas, até que ponto podem ir pela conta bancária e reputação é desconcertante. Mas importante de assistir. Recomendo.

segunda-feira, 29 de junho de 2020

PASSAPORTE || Dias Off(line)


Depois dos últimos tempos alucinantes — e sem previsão de terminarem — e das constantes notificações, chamadas, mensagens fora de horas e urgências, admito que sinto o dobro do cansaço em circunstâncias normais e desligar estava a tornar-se quase incomportável, refletindo-se na minha saúde e bem estar. Estes dias de fuga offline (e partilhados em rede muito depois) e com um só tracinho de rede foram fundamentais para me reequilibrar e relembrar que existe mais do que a minha rotina e, mais importante, que existe tranquilidade. 

Foram poucos dias — nem quando achamos que estamos no nosso refúgio e que nada nos pode acontecer as más noticias deixam de surgir — mas os que desfrutei, foram ao máximo. Praticamente incontactável mas conectada com o que (e quem) realmente importa. 

Escapámos com o objetivo bem definido: descansar e, se o tempo permitisse, dar uns mergulhos e aproveitar os recantos fluviais. Viajar cá dentro sempre fez parte dos meus roteiros — mesmo quando não existia uma pandemia e fronteiras fechadas — e a escolha do campo ao invés das praias foi, claramente, a nossa melhor decisão. 

Regressei a alguns lugares que já me eram queridos e conheci novos que estão na minha lista de regressos. Acordei com despertador mas pelos melhores motivos. Dei mergulhos em água doce, comi pão com manteiga enquanto ouvia as rolas a cantar, sujei as calças durante as minhas caminhadas, fiz canoagem até ficar rodeada pela natureza e o leito do rio, desfrutando do sossego, dos sons dos pássaros e do vento a envolver-se nas folhas. 

É irreal dizer que regresso restabelecida — especialmente quando o regresso teve de ser mais cedo — e com energias recarregadas mas esta pequena fuga foi essencial para redescobrir os pequenos prazeres de viver sem medos, protocolos ou 15 notificações por segundo no telemóvel. Regresso, isso sim, um pouco mais queimadita nas maçãs do rosto nos braços, com novas histórias para recordar, mais cantinhos secretos de Portugal desvendados e com fotografias bonitas de uns dias muito bem passados.

sábado, 27 de junho de 2020

ON JOB || Doenças Neurológicas


Para grande alegria da Inês-estudante-universitária, o meu percurso profissional está a passar pelo universo da neurologia, nomeadamente, doenças neurológicas e psicológicas. Soube, desde o primeiro dia, que seria um trabalho de enorme exigência psicológica mas que estava preparada. Afinal, eu sempre disse (com muita intenção) que gostaria de fazer a diferença. Fui de cabeça erguida e vesti a camisola — neste caso, a bata branca. 

Quem trabalha neste ramo sabe que jogamos sempre a perder. Não há uma cura, uma reversão deste processo moroso e cruel. Atrasamos e adiamos progressões, recuperamos pequenas funções, capacidades ou estados de saúde que a doença leva nos primeiros avanços, e a sensação é de enorme vitória quando conseguimos ganhar estas pequenas batalhas, mesmo sabendo que apenas as estamos a atrasar. 

Tenho aprendido imenso. Nunca estive tão inteirada de assuntos como Alzheimer, Parkinson, Esclerose, Demências variadas, AVC (...) mas também sobre Depressão e Ansiedade, quadros muito comuns não só nos pacientes, como também nos familiares e cuidadores. É preciso saber como reagir, o que dizer, como atuar, o que sugerir e o impacto nutricional que todas estas patologias provocam. 

É um trabalho muito extenuante, por vezes injusto, e que já me fez amadurecer muito (pessoal e profissionalmente). Já vi, ouvi e tive de tomar decisões que me marcaram muito e que nunca pensei que fosse experienciar. Tenho, todos os dias, uma enorme responsabilidade nos meus ombros e sinto que toda esta caminhada me deixou preparada para qualquer outra responsabilidade que venha parar às minhas mãos. O fim do mundo deixou de o ser porque há sempre uma solução, uma alternativa, uma resposta. A pressão já não me intimida. 

É uma experiência que retira de mim sensações muito paradoxais. Já lidei com a morte — olhos nos olhos —, com o livro na cabeceira, marcador a meio, sabendo que o leitor nunca mais vai retomar a leitura. Consolar familiares e reconhecer quando perdemos. A minha bata já me secou muitas lágrimas — a maioria, de frustração. Mas sei que só poderia ser esta a emoção possível quando queremos fazer o mundo para lhes trazer o mundo de volta, como antes o conheciam. 

Por outro lado, não há um dia em que não me sinta sortuda e privilegiada por ter tudo aquilo que nós damos como ‘natural’ e garantido. E os meus maiores sorrisos de alegria ficam reservados nos momentos de alta, em que observo os meus utentes a realizar e a serem algo que julgavam ter ficado no passado. Recuperar-lhes características e capacidades da sua identidade é algo que me deixa muito orgulhosa no que fazemos, enquanto equipa e instituição. Não lhes faltam sorrisos e entusiasmo, apesar das circunstâncias. Não estou blindada a que coisas me entristeçam ou desmoralizem na minha vida pessoal, mas faço questão que me vejam sempre de sorriso nos lábios — e no olhar. Já aprendi muito sobre felicidade com eles. 

Há humanidade na saúde, é algo que digo com frequência. Umas vezes como afirmação, outras vezes como prece. Faço questão de o provar, todos os dias. Nunca me faltou rigor e profissionalismo, mas também nunca me faltou empatia. E as três podem conviver perfeitamente quando sabemos em que altura as aplicar. 

Há sempre tempo para ouvir os familiares e utentes, mesmo que a nossa agenda esteja a rebentar pelas costuras de tarefas por completar. Muitos confiam em nós para partilhar informações e reflexões que, por vezes, nunca o tinham exteriorizado. Não existem perguntas estúpidas ou absurdas e o nosso dever é informar e orientar — se soubermos como —, sem julgamentos. Sem desvalorizar o sofrimento e preocupação de quem está à nossa frente. 

Não sei o que o futuro me reserva mas sinto-me muito orgulhosa de atravessar este caminho. De aprender o que tenho aprendido, de contribuir da forma que me é possível para tornar a vida de centenas de pessoas mais confortável. Mas também aprendi muito sobre mim própria, sobre a minha estaleca e tenho uma perspetiva muito mais real e séria sobre o quanto a minha vida é fantástica, mesmo com más notícias, contrariedades e azares. E isso é algo que não consigo, nem quero, esquecer.

sexta-feira, 26 de junho de 2020

ISTO É TÃO INÊS || As 6 Melhores Aquisições dos Últimos Tempos


Tangle Teezer 
A descoberta que teria poupado muito sofrimento em criança! Tenho esta escova há 5 anos e planeio nunca me desfazer dela. Uma escova que promete pentear e desembaraçar o cabelo ser dor ou desconforto parece quase irrealista mas a Tangle Teezer cumpre promessas e transformou a minha rotina de cabelo. Hoje, já existem inúmeras versões do modelo — para tipos de cabelo e finalidades diferentes — e embora não seja propriamente uma escova barata, vale cada cêntimo (e uma vida!). É a única escova que o João deixa que passe no seu cabelo, também! 

Parece absurdo dizer que o Kindle transformou 24 anos de leitura na minha vida mas não é exagero. E é irónico que seja, precisamente, este pequeno aparelho, que tanto desdenhei antes de o ter — porque era defensora acérrima dos livros físicos. O Kindle melhorou os meus hábitos de leitura e consumo; leio mais, poupo mais (muito mais!) e tornei-me mais criteriosa com as edições físicas que quero na minha estante, selecionando apenas os livros que mais me marcaram ou edições que não resisto em ter nas mãos (o que também acaba por ser um comportamento mais sustentável). Eu recomendo muito o Kindle se já estão acostumados a ler em inglês, querem algo prático para melhorar os vossos hábitos de leitura e ler mais por menos. 

Tubo Compeed
A transição do calçado de inverno para o calçado sem meias sempre foi um pesadelo, deste lado. Queimaduras por fricção e bolhas eram uma constante nas minhas sandálias, chinelos e sabrinas prediletas. Quando comprei este pequeno tubo da Compeed, fiz-lo completamente cética, mas desesperada por um milagre. E ele aconteceu porque este tubo foi uma das melhores invenções de sempre! Basta passarem pelas regiões do pé onde estimam que o sapato possa magoar e pronto! Podem calçar o que quiserem com a certeza de que não vão ficar com o pé magoado. Parece improvável mas é efetivamente eficaz e não necessita (pelo menos, no meu caso não) de retoque. Não se vê, tem um perfume discreto a limão, não provoca qualquer tipo de desconforto e é de efeito imediato, podendo passar e calçar logo de seguida. Não quero que este tubinho desapareça jamais! 

Yämmi 
Na verdade, qualquer robot de cozinha! Arranjei uma Yämmi há dois anos e foi das melhores aquisições que uma pessoa que detesta cozinhar podia ter feito. É prática, o manual de instruções é ótimo para nos orientar nas primeiras utilizações e as receitas — quer dos livros, quer as disponíveis no site do Continente — são um descanso de alma para quem tem pouca pachorra para pensar no que cozinhar (oi, sou eu!!!). Sinto que, para quem tem a vida corrida, não podia haver melhor aliado na cozinha, que faz praticamente tudo e com um gosto fantástico. Gosto também da possibilidade de fazermos em casa produtos que, por comodidade, acabamos por comprar sempre (como pão, batidos ou gelados). Não só podemos fazer versões mais saudáveis desses produtos como temos a certeza dos ingredientes (e quantidades) que estes produtos levam quando somos nós a fazer. Mas, acima de tudo, é um descanso poder mandar tudo para dentro do caldeirão (como eu carinhosamente chamo), ativar o temporizador e poder ler o meu livro, terminar um episódio ou tomar um banho rápido sem receio de arruinar o preparado. 

A mais recente aquisição que rapidamente se juntou a esta equipa. Um aparelho de silicone em disco do tamanho da palma da minha mão e que melhorou a minha rotina de limpeza de pele. Sinto o rosto mais suave, cuidado e luminoso. É um investimento onde vale a pena refletir que tipo de rotina têm e que tipo de finalidade procuram para escolherem o aparelho que melhor se adapta às vossas necessidades. Para a minha rotina e para a minha pele, a Foreo Luna cumpre o propósito na perfeição.

Auscultadores Sem Fios
Vivo ligada às música e admito que nunca pensei que auscultadores sem fios se revelassem uma das melhores invenções de sempre — muito pelo contrário, achava eu! Mas, para mim, é perfeito. Posso treinar ou fazer qualquer tarefa que necessite sem fios pendurados ou a prenderem-se. Para mim, é um conforto que faz a diferença porque estou, sempre que possível, a ouvir música ou a escutar um episódio de podcast. Saber que o posso fazer com liberdade de movimentos é um luxo que vale cada cêntimo. Só quando comecei a usar auscultadores sem fios é que me apercebi do quanto os auscultadores convencionais limitam os meus movimentos.

Quais foram as vossas melhores aquisições dos últimos tempos?

quinta-feira, 25 de junho de 2020

LIVROS || How To Stop Time


Admito que iniciei esta leitura com a expectativa de um A Idade de Adaline em formato literário. Mas a verdade é que How To Stop Time segue uma narrativa diferente — não menos interessante por isso — e tem um final que divide os leitores. 

Tom tem mais de 400 anos. Envelhece muito mais lentamente do que uma pessoa comum e, por isso, atravessa os séculos em perfeita saúde e jovialidade. É um homem nostálgico, atormentado e melancólico mas sentimos empatia imediata por ele e pelas suas reflexões. Segue a sua vida com duas regras simples: não se apegar a ninguém, não se apaixonar e começar uma vida e identidade nova a cada 10 anos.

Os capítulos do livro vão transitando entre o presente e épocas históricas diferentes, momentos que marcaram Tom e que o tornaram na figura que é hoje. Achei a reflexão sobre as diferenças de época, as inovações e a evolução da sociedade sempre muito bem trabalhada e perdemo-nos por inteiro na história. 

Faço parte do grupo que não adorou o final, sinto que termina de forma muito rápida, com pontas soltas e incongruências. E mesmo não sendo um livro marcante ou que levo para a vida, tem uma premissa interessante e é uma leitura acessível e envolvente, que nos entretém e abstrai do mundo. Se me permitem a sugestão, é a leitura perfeita para intercalar com mergulhos num belo dia de verão!

WOOK

Bertrand

Este artigo contém links de afiliados.

sexta-feira, 19 de junho de 2020

FORMAÇÃO || Escola Virtual de Língua Gestual Portuguesa


Vivemos num mundo cada vez mais aberto e conectado, e essa sensação não deveria ser diferente para quem apresenta deficiências visuais ou auditivas. Sempre abracei a bandeira da inclusão mas acho que, mais importante do que a segurar, é começar com gestos internos e pela iniciativa própria de fazer algo em mim que ajude a tornar o mundo mais inclusivo. 

Depois de anos e anos à procura de um curso de Língua Gestual Portuguesa — e com um empurrão da Leonor para efetivamente avançar nesta aprendizagem — descobri espontaneamente a Escola Virtual de Língua Gestual Portuguesa, um projeto da Associação de Surdos do Porto em parceria com a Escola Superior de Educação de Coimbra que procura ensinar qualquer interessado em aprender Língua Gestual Portuguesa. 

O projeto, premiado em 2013, é composto por módulos e formatos de vídeo para que consigamos compreender integralmente cada gesto, seguido de exercícios práticos de compreensão para consolidar cada aprendizagem. Cada módulo dispõe de um pequeno questionário no final que avalia o vosso desempenho e, após a conclusão de todos os módulos, ser-vos-à atribuída uma respetiva nota final. De momento, a Escola Virtual apresenta 6 módulos: Introdução à LGP, Dactiologia, Numerais, Saudações, Apresentação e Família. 

A melhor parte é que o protejo é totalmente gratuito e apenas necessita do vosso registo para que possam aceder a todos os conteúdos. Poderia ter mais módulos, é certo, mas acho um ótimo ponto de partida para quem quer aprender esta língua.

Já terminei o programa da Escola e tenho aproveitado outros materiais de estudo que tenho ao dispor para avançar na minha aprendizagem. Confesso que é mais fácil do que julgava e que os meus principais desafios, de momento, são a coordenação e a velocidade de expressão e compreensão — naturalmente, ainda estou muito lentificada! Mas está a ser uma experiência enriquecedora que tenho juntado ao tempo que separo, todos os dias, para estudar Alemão e Italiano. Recomendo muito que, pelo menos, façam a Escola Virtual. Está à distância de um clique e pode fazer a diferença para uma sociedade mais inclusiva. Só depende de nós e da nossa iniciativa!

quinta-feira, 18 de junho de 2020

DAILY || 5 Passos Para Melhorar o Sono


Tenho convivido, profissionalmente, com o estudo do sono e cada vez mais reconheço a sua importância. Já se nota quando tenho uma noite mal dormida, quando o cansaço fala mais alto e quando a higiene do sono é mantida. Há algum tempo que implemento 5 passos que me permitem ter uma higiene do sono relativamente boa e estável — mesmo em alturas caóticas. Achei que seria interessante partilhar com vocês. 

quarta-feira, 17 de junho de 2020

BLOGOSFERA || Como Manter Um Blog?


Na maior parte dos projetos a que nos propomos, o maior desafio não é começar e sim continuar. A consistência e manutenção revelam-se autênticos desafios quando o nosso tempo não estica ou quando os períodos de desmotivação parecem intermináveis. Confesso que, enquanto leitora, fico sempre de coração partido quando um blog que adoro cai no esquecimento ou é encerrado oficialmente. E como muitos me perguntam como é que mantenho o Bobby Pins tão ativo e dinâmico ao fim de todos estes anos, nunca é demais partilhar alguns dos meus conhecimentos convosco!

terça-feira, 16 de junho de 2020

TECH || Foreo Luna


Uma aliada que entrou na minha rotina de pele sem modéstia. Há algum tempo que os meus cuidados com a pele são maiores e que valorizo etapas do meu quotidiano que, mais nova, não prestava tanta atenção. Uma delas é a limpeza da pele. Para este passo, decidi confiar nas minhas pesquisas e nas reviews tão positivas e apostar na minha Foreo Luna. 

A Foreo Luna entrou na minha equipa mas o que não faltam são escovas da marca com propósitos (e preços) diferentes. Embora já existam modelos mais avançados, acabei por preferir esta versão compacta — pequena e ótima para transportar em viagens ou na mochila do treino! — e primordial. E somos melhores amigas desde a primeira utilização.

Estas escovas permitem a limpeza profunda da pele enquanto proporcionam uma massagem relaxante no rosto. A marca promete desobstruir poros, remover a sujidade e maquilhagem acumuladas durante o dia e as células mortas da pele — e cumpre a promessa. Adaptou-se perfeitamente à minha rotina: coloco o meu produto de limpeza de pele no aparelho e limpo a pele durante um minuto (dois, no máximo). Faço a limpeza através de massagens circulares e a vibração, para mim, não é desconfortável. 

Tenho uma genética fantástica no que toca à pele mas sinto a diferença desde que a utilizo. A minha pele está mais suave e cuidada. Junto-me, assim, à legião de pessoas que recomenda de olhos fechados este pequeno — mas muito eficaz! — aparelho que já não dispenso da minha rotina noturna.

Aproveito também para vos fazer uma segunda recomendação! Foi durante a aquisição da minha Foreo Luna que também experimentei, pela primeira vez, o serviço da Skin. O serviço é rápido, o apoio ao cliente é fantástico e ainda consegui adquirir a minha Foreo por um preço muito simpático graças ao código de desconto por ser 1ª compra e ainda ao desconto inicial aplicado ao aparelho graças às campanhas que o serviço vai dinamizando. Vão ficando de olho no site!