quarta-feira, 5 de maio de 2021

WEB || Cool Websites


Ainda acredito que, como em qualquer lugar físico, existem espaços digitais absolutamente incríveis e que quero recomendar a qualquer amigo. Aquele bom achado, aquela sugestão que não partilhamos com qualquer um. Vou ser sincera: eu torço para que este artigo seja tão útil para vocês que acaba com uma estrelinha de marcadores. Deixo-vos 7 sugestões de projetos digitais que adoro usar!

segunda-feira, 3 de maio de 2021

LIVROS || Atonement


Atonement chegou-me às mãos através da minha bookpal e de imediato entreguei-me à história sem conhecer, de todo, a premissa nem ter visto o filme — que só assisti depois da leitura e falei sobre ele neste artigo.
 
Este é um romance/drama com uma premissa bastante sensível, que decorre imediatamente antes e durante a Segunda Guerra Mundial e que nos apresenta Briony, uma criança de imaginação muito fértil e que encontra na escrita a sua paixão. Toda a narrativa adensa-se quando Briony interpreta erradamente algo que acontece com a sua irmã Cecília e com a sua prima Lola — e que, para manter o efeito surpresa, não vos posso revelar — e que determina o curso de vida de uma série de personagens.
 
Confesso que tenho muita pena de não ter lido este livro pela primeira vez ligeiramente mais nova — na casa dos 16-19 anos. Sinto que este é um livro que, dependendo da idade em que o leem, vai despertar-vos emoções muito diferentes. E acredito também que é uma história que, à medida que vão relendo com algum amadurecimento, os vossos sentimentos em relação às personagens vão mudar também.
 
Esta é uma história sobre inocência, sentido de justiça, mas também de culpa e perdão. É uma história que quase roça o cruel, mas a Humanidade das personagens resgata para a transformar numa história real sobre os erros irreversíveis. Acho que, à medida que lemos este livro mais velhos, sentimos mais empatia (mas também tristeza) pelas personagens.
 
A história está excecionalmente bem escrita, e embora o capítulo da guerra seja, na minha opinião, ligeiramente extenso, toda a dinâmica tem muita fluidez na leitura e não temos vontade de o pousar. Dei por mim a ler o livro acompanhada pela banda sonora do filme e foi um momento totalmente imersivo que eu recomendo. Um dos livros que mais gostei de ler este ano. Thank you, Ada!

WOOK

Bertrand

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domingo, 2 de maio de 2021

 


Abril passou num sopro...! Fez-se valer do seu ditado popular mas, mesmo não trazendo grandes dias de sol, marcou uma nova fase deste ano para todos nós, a promessa de tempos melhores e os primeiros momentos da doce liberdade.

sexta-feira, 30 de abril de 2021

SÉRIES || Calls


Esta é a série mais original e criativa que alguma vez assisti. Calls é uma série da Apple TV sem imagem. Com episódios que raramente chegam aos 20 minutos, toda a história é contada através de diálogos por chamada telefónica, e não existem atores, cenários ou gravações. A série é unicamente ilustrada através de linhas gráficas e abstratas — que me fazem recordar as animações abstratas do Windows Media Player, alguém se lembra?
 
É quase inato que o nosso primeiro instinto seja pensar que esta série é um podcast. Mas, na realidade, estas animações gráficas são elementos visuais importantes para enriquecer o storytelling, estabelecerem uma cadência na história e realçarem os detalhes importantes de cada diálogo. Não pode simplesmente ser ouvida, e se num primeiro episódio assistimos a tudo com alguma desconfiança e absoluta resolução de que deveria ser acompanhada de auriculares, ao fim do segundo episódio já nos rendemos por completo aos grafismos — Calls é, na mais criativa essência, uma homenagem ao design gráfico.
 
Existem vários detalhes que fazem crescer em mim uma grande admiração por esta produção (que só conta com uma temporada): a premissa inusitada da própria série já é curiosa e desafiante, mas a própria história — unicamente contada através de chamadas, repito — é também muito interessante. A série é um thriller de mistério, onde várias pessoas estão a ser surpreendidas por acontecimentos surreais (especialmente temporais). Não há muito mais que possa revelar sem estragar o efeito surpresa, mas é fascinante a quantidade de detalhes que conseguimos apurar unicamente através do som, do tom da conversa das personagens, das hesitações, barulhos de fundo e, claro, dos elementos gráficos que acompanham a história.
 
Tendo em conta que, atualmente, somos completamente dependentes de dinâmicas rápidas, imagens muito agressivas e coloridas e elementos que prendam a atenção de forma imediata, apostar numa produção destas é um salto no escuro que resultou numa série muito criativa, muito bem feita e audaz por contrariar a tendência e resgatar os nossos sentidos. Vão ficar surpreendidos com a quantidade de elementos essenciais para contar uma história que não tem imagem, mas no final, é uma experiência muito individual porque puxa pela nossa imaginação — e cada um visualizará estas histórias de uma forma diferente, tal como quando lemos um livro. Que mais posso dizer para vos convencer a dar play?

quarta-feira, 28 de abril de 2021

FILMES || Abril • 2021


Este é um documentário que está disponível na Netflix e que conta uma história totalmente verídica e surreal: três adolescentes descobrem, de forma inesperada, que são trigémeos separados à nascença.

O que começa por ser uma história completamente atípica e curiosa de descoberta, rapidamente começa a revelar um fundo macabro e arrepiante. É uma produção fascinante e que me prendeu ao ecrã sem eu prever.
 
A minha penpal ofereceu-me o livro Atonement, que já tive oportunidade de ler e irei trazer-vos a review na próxima semana, e foi assim que descobri que a história já tinha sido adaptada para o cinema — ficou bastante popular! — e tive curiosidade em ver como é que a conseguiram contar. Atonement é uma história de inocência, culpa e redenção. Tem uma fotografia lindíssima, uma banda sonora incrível e desperta em nós muita empatia pelas personagens. Irei dar um pouco mais de detalhes sobre a história no artigo sobre o livro, mas recomendo totalmente o filme — é muito fiel ao livro.
 
Dos assistidos deste mês, foi o meu filme preferido. Conta a história de Bart, um jovem-adulto com Síndrome de Asperger que trabalha como rececionista num hotel. Com ele, traz um segredo: Bart filma as pessoas com o propósito de conseguir estudar os seus comportamentos — a forma como interagem com outras pessoas — e imitá-los, na esperança de se tornar mais funcional e socialmente aceite. E é através deste método questionável que testemunha um crime. Esta é a premissa de O Rececionista, que recebeu algumas críticas duras por a personagem concentrar, numa só pessoa, todas as características mais comuns do Síndrome de Asperger (o que não é habitual). Porém, eu achei uma produção muito interessante e importante: aborda o tema dos espectros de autismo de uma forma muito original mas também sensível e humana. Eu assisti com o Diogo e ele preveu todo o plot ainda numa fase inicial do filme, embora eu não — então ficam com esta nota de que pode ser um filme fácil de ler e antecipar, embora eu tenha sido surpreendida. Vi este cartaz tantas vezes no meu cinema e confesso que estou arrependida por não lhe ter dado uma oportunidade no grande ecrã.

Já assistiram a algum destes filmes? Qual foi o vosso filme preferido de abril?

segunda-feira, 26 de abril de 2021

LIVROS || A Vida Contada de A. J. Fikry


Não adoram quando recebem uma recomendação de livros que realmente satisfaz as vossas expectativas? Foi assim que fui surpreendida com A Vida Contada de A. J. Fikry, uma história sobre um livreiro viúvo um pouco amargurado que, depois de ver o seu maior tesouro roubado, encontra uma encomenda totalmente inesperada na sua loja. 

Há vários pormenores que me conquistaram nesta história, a começar pelo seu caminho inesperado. Nenhum dos temas principais é-nos estranho (amor, luto, superação, o poder da amizade e de mantermos as nossas pessoas por perto, a família que se cria por laços e não por sangue) mas a dinâmica da história é criativa e refrescante. Todas as personagens do livro estão deliciosamente bem desenvolvidas e nenhuma existe com o simples propósito de ‘servir’ o protagonista. É um livro que retrata bem a realidade de todos nós sermos os protagonistas nas nossas histórias e personagens secundárias nas histórias dos outros. O fim é emocionante, embora expectável, e mesmo tendo terminado a leitura com alguma comoção, toda a história é tão reconfortante e fácil de ler que sinto que, no geral, foi uma leitura especial. 

Cada capítulo está dividido na forma de resumos dos contos que A. J. Fikry recomenda, o que também é uma forma muito criativa de nos dar a conhecer outras obras e autores reais. Foi quase desta forma que a Editora SELF entrou em contacto comigo, recomendando-me este livro com a certeza de que eu ia ficar rendida. E não só fiquei como estou a passar a recomendação para vocês. 

Com o meu código de desconto BOBBYPINS40 podem comprar este livro na Editora SELF com 40% de desconto (válido de 26 de abril a 2 de maio)! Espero que gostem deste miminho final!

Artigo escrito em parceria com a Editora SELF.

sexta-feira, 23 de abril de 2021

BODY TALK || Ethylated Ascorbic Acid 15% Solution - The Ordinary


Há algum tempo que procurava um sérum de vitamina C e, após uma cuidada pesquisa, acabei por apostar no Ethylated Ascorbic Acid 15% Solution da The Ordinary, uma marca vegan e cruelty-free low-cost que tem estado nas bocas do mundo — e nos carrinhos de compras de muitas pessoas. 

No que toca a séruns de vitamina C, há uma série de critérios a ter em atenção pela fragilidade deste composto: é fundamental que qualquer produto que comprem seja com o ácido ascórbico (aka vitamina C) o mais próximo possível do seu estado puro. A vitamina C é um composto muito instável e que facilmente perde as suas propriedades quando sofre muita manipulação, calor ou contacto com a água, portanto, as fórmulas não devem ter derivados de vitamina C e devem ser o mais concentradas possível — quanto mais concentrada, mais cara. Um outro ponto a ter muita atenção, é o recipiente com que vem armazenada — deve ser de vidro e escuro, para proteger da luz. 

Escolhi este sérum da The Ordinary porque era o mais concentrado que tinham e porque era etílico — um fator importante se têm pele sensível, uma vez que os séruns de vitamina C puros não etílicos podem ser muito agressivos para a pele. 

Por ser mais gentil para a pele, este é um sérum que podem aplicar diariamente, de manhã e à noite, embora eu só o utilize na rotina de noite. Aplico duas gotas no máximo no meu rosto já lavado e antes de aplicar o meu creme hidratante. Não tem o cheiro mais agradável e parece ter uma textura oleosa mas é muito fluido e de rápida absorção. 

Já o utilizo há três meses e nunca nenhum outro produto de rosto fez tanta diferença na minha pele. Deixou o meu rosto com uma luz natural, atenuou linhas finas de expressão e uniformizou algumas manchas. Entrou na minha rotina de noite para não mais sair dela porque, ainda hoje, estou surpreendida na positiva como duas gotas diárias têm feito tanta diferença no meu rosto e na minha autoconfiança. O meu novo queridinho.

quarta-feira, 21 de abril de 2021

MUNDO || Slow Lifestyle


A primeira vez que ouvi falar de iniciativas slow, há uns anos, num artigo, achei graça. A mesma graça com que se contemplam ideias pouco credíveis, tendências a roçar a inutilidade. Ser o contrário pelo prazer de ser o contrário. Mas essa leitura, esse primeiro impacto, ficou presente na minha mente muito mais tempo do que alguma vez imaginei. 

Acordam com o despertador do telemóvel, senão quando o som do e-mail ou das notificações ecoa pelo quarto. Tudo tem dois vistos, para garantir que a atenção pode ser cobrada em dobro. Uma resposta em segundos. A hora de almoço não é hora e o almoço também não é, com o pedido antecipado por app, ecrã, descrições ‘com tudo’ para não perder tempo na lista de ingredientes. Comemos de garfo e ecrã, a escrever, a ver e a fazer. Assiste-se a vídeos à velocidade 3.5X ao ponto de as próprias plataformas de streaming o considerarem. Guarda-se para depois tudo aquilo que não há depois para se ver. 

As batatas nascem dos supermercados, o prazer de uma varanda é descoberto na pandemia, a vigilância das redes substitui o interesse (tanto pela partilha entre íntimos, como pelo interesse em querer saber o que vai na vida dos nossos amigos). Já não se lê da esquerda para a direita, lê-se na diagonal. Pergunta-se aos outros o que já está escrito no lugar onde fazem a pergunta, e os meus conterrâneos citadinos, quando se cruzam comigo no campo, sentem uma admirável surpresa quando lhes digo ‘bom dia’ (quase sempre sem resposta). 

Escrevo sem moral. Mas gosto de ter um pensamento crítico sobre mim própria também. Tento distanciar-me dos comportamentos que faço para os poder observar de uma forma mais objetiva, quase científica. E o que observo é que o excesso de velocidade não está só nas estradas: está nas nossas relações, nas nossas rotinas, na forma como consumimos conteúdo. E não damos por ele. O meu instrutor de condução costumava alertar-nos para a hipnose da velocidade: quando temos o pé em descanso no pedal e estamos tão absortos no movimento que nem damos conta da velocidade em que vamos, pensando que estamos em modo cruzeiro até olharmos para o velocímetro. E podemos traduzir este conceito para tudo o resto. Mas as semelhanças não acabam aqui: infelizmente, não é só na estrada que o excesso de velocidade mata. 

As iniciativas slow têm surgido um pouco por todos os cantos do mundo e em vários setores, impulsionadas pela vertente comercial — como em quase tudo na vida: slow fashion, slow food, slow travel. Slow tudo. E visto de uma forma superficial, pode parecer pouco mas reflete uma necessidade que vamos sentir (voluntária ou clinicamente) de abrandar e, mais do que isso, saborear. Porque não se trata só de abrandar o ritmo mas também de apreciar o que está ao nosso redor. Ter uma hora de almoço e almoçar, comer, saborear. Responder a uma mensagem quando queremos responder a uma mensagem. Retirar o e-mail da nossa extensão corporal como quem tira o apêndice depois de uma crise. Esperar pelas coisas, sendo que aqui há uma variedade de universos: esperar que a comida brote da terra, esperar pelos resultados, ter paciência, eliminarmos esta arrogância de que não temos de ler a introdução nem o contexto para compreendermos o ponto fulcral de informação que queremos obter. Usar o digital com consciência (não necessariamente abstinência). Estar e estar com os outros. Ler o enunciado antes de fazer a pergunta. 

Biologicamente, isto é muito difícil de concretizar. Nós somos viciados em velocidade e em estímulos. Mas também biologicamente, isto é uma necessidade. Não sabemos fazer multi-tasking, o nosso cérebro não está trabalhado para este ritmo. Ou abrandamos nós por ele, ou ele vai cobrar de nós. Com estrangeirismo, apropriado pelo marketing ou não, a iniciativa slow é mais importante do que imaginamos porque diz uma coisa muito clara: o tempo que achamos que poupamos a fazer tudo ao mesmo tempo não existe. Porque nunca temos tempo.

segunda-feira, 19 de abril de 2021

LIVROS || Contos de Grimm Para Todas as Idades


A minha infância foi pautada por histórias. De adormecer, para entreter, personificadas através da ilustração, do cinema de animação e até do teatro (enquanto espectadora e até atriz). E as histórias dos irmãos Grimm fazem parte do meu imaginário desde que me lembro — e, acredito, do vosso. 

Rapunzel, Cinderella, Hansel e Gretel, O Alfaiatezinho e O Capuchinho Vermelho foram algumas das 50 histórias dos Irmãos Grimm que Philip Pullman decidiu reunir e recontar através da sua assinatura. Uma visão mais crua, menos encantada e mais próxima das histórias originais — sempre com uma nota de rodapé no final de cada conto com alguns detalhes e curiosidades sobre essa história. 

Eu adoro conhecer as histórias originais dos contos que marcaram o meu crescimento e imaginação, mas confesso que saí para lá de desapontada com este livro que explodiu em todas as livrarias. Os contos são contados de uma forma preguiçosa e insípida, o que poderia dever-se ao facto de as histórias originais não terem uma dinâmica tão coerente ou incrível como as suas adaptações. No entanto, esta obra intitula-se como uma apresentação destes contos através do tom de Philip Pullman que, não tendo lido nenhuma outra obra da sua autoria, não me convenceu a querer descobrir mais. Os seus comentários parecem-me mais interessantes do que o próprio ângulo das histórias, e aquilo que prometia ser uma leitura interessante e de origem, tornou-se num livro pouco estimulante e enfadonho que se estendeu demasiado tempo na minha mesa de cabeceira pela falta de vontade em terminá-lo. A muito custo, finalizei-o para que possa recomendar-vos com propriedade a não o abrirem.

WOOK

Bertrand

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sexta-feira, 16 de abril de 2021

BODY TALK || Bio-Oil


A minha rotina de skincare tem estado mais completa desde que acrescentei dois novos elementos à equipa, ambos da marca Bio-Oil. Pela sua popularidade digital, duvido que esteja a apresentar-vos uma novidade. 

Como nunca tinha experimentado nada da marca, a primeira aquisição foi na forma de embalagens de viagem e os produtos selecionados foram o óleo corporal e o gel para pele seca. Dos dois, aquele que estava mais reticente de que iria gostar era o óleo porque nunca fez parte da minha rotina e não costumo gostar da textura nem da sensação oleosa na pele. Mas fiquei muito surpreendida! 

Com um perfume que me faz recordar o cheiro a bebé, bastam-me quatro gotas do óleo por região do corpo que quero cuidar — este é um óleo indicado para atenuar cicatrizes e estrias, razão pela qual é o produto de eleição de muitas grávidas. Faço questão de colocar as gotas diretamente na zona do corpo e não na mão porque não é um produto fácil de espalhar, na minha opinião. Tem absorção rápida, não mancha a roupa e atenua o aspeto visual das estrias. 

O gel era o produto que estava mais ansiosa porque, desde que me conheço, sofro de pele seca no corpo. Tem um perfume mais forte — mas fresco! —, e uma textura aguada mas de absorção lenta (não recomendo que o passem antes de vestirem skinny jeans!). Na embalagem, recomendam a aplicação de menos quantidade do que um creme corporal habitual, no entanto, o meu conselho é que coloquem pequenas porções ao longo de toda a região do corpo e só depois espalhar porque, a par do óleo, ele não é muito fluido — pode variar de pele para pele, volto a lembrar que a minha pele é muito seca. Desde que o uso, noto muita diferença! Nunca tive a pele tão luminosa e com um aspeto saudável. Os meus joelhos e os cotovelos, em particular, estão melhores do que nunca!

O óleo pode durar-vos uma vida mas o gel pode acabar mais depressa do que preveem. A vantagem é que esta é uma marca amiga da carteira. Estou muito satisfeita com esta dupla e irei voltar a adquiri-los (agora, num tamanho normal, embora estas embalagens de viagem deem imenso jeito em viagens e na necessaire do ginásio!).