sexta-feira, 23 de outubro de 2020

BOM GARFO || Tea Shop


Porque a vida tem mais sabores além do café. E como amante fervorosa de chá, esta loja só pode ter sido pensada e projetada para mim. Foi uma feliz coincidência que os nossos caminhos se tenham cruzado mas, logo numa primeira visita, trouxe para casa alguns dos sabores que, agora, vão ser difíceis de largar. 

Tea Shop é uma marca pensada para os verdadeiros apreciadores de chá, com tudo o que necessitamos para ter uma experiência feliz com a nossa bebida preferida. Entre centenas de sabores a granel, chávenas e acessórios, o difícil é escolher. Para facilitar, poderão realizar as vossas compras através de dois caminhos: a escolha de sabores específicos ou o efeito que procuram do chá (relaxar, melhorar a digestão, dormir melhor...). 

Eu sigo sempre a primeira opção e quis, nesta primeira experiência, sabores totalmente novos e diferentes. Entre Golden Cake (um sabor de bolo que nos recorda as manhãs de Natal), Cinnamon Rolls, Lemon Pie, Christmas Tea, Gingerbread, Praliné, Strawberry Cream, Créme Brûlée ou Happy Pumpkin (perfeito para o outono), torna-se desafiante determinar qual é o mais delicioso, mas é certo de que os chás têm uma fragrância maravilhosa e um sabor intenso e perfeito. Para acompanhar o chá, também têm opções comestíveis saborosas, mas o destaque vai mesmo para as bolachinhas de gengibre e manteiga (absolutamente divinais). 

Há vários volumes à venda e cada pacote vem com instruções precisas sobre ingredientes e o método ideal de preparação. A Tea Shop tem também um Tea Club, onde podem acumular pontos e, assim, receber descontos e prémios exclusivos. 

Existe espaço físico no Chiado, Almada e no Porto. Dispõem, também de loja online mas recomendo que, se possível, optem pela loja física nas primeiras visitas para terem uma perceção mais realista das fragrâncias e fazerem aquisições certeiras. O atendimento é extraordinário e adequa as sugestões às vossas preferências. Em cada aquisição incluem alguns miminhos e sabores para experimentarem, sempre enquadrados nos gostos que já tinham descrito ao funcionário (uma atenção que também é mais difícil de aferir online). Para já, sem dúvida que o meu preferido foi o Golden Cake (recorda-me o Natal e é perfeito para manhãs frescas entre mantas) e o Chai Latte (bem intenso e condimentado, como eu gosto). Se amam chá, não podem perder esta loja de vista!

quarta-feira, 21 de outubro de 2020

EVENTOS || Até 2022, Carnaval!


No passado sábado, após a confirmação nacional das Câmaras e associações carnavalescas do cancelamento das festividades para 2021, os torrienses — eu incluída — foram surpreendidos com o anúncio do tema de Carnaval de 2021, uma tradição tipicamente divulgada no verão e que, dadas as circunstâncias, não esperávamos que viesse a ser considerada. 

Tenho alma foliona desde que me conheço e não houve um único dia da minha existência que tenha adormecido esta paixão, mesmo tendo sacrificado algumas das edições mais recentes pelas viagens. Continua a ser um evento pelo qual aguardo ansiosamente e com grande entusiasmo, todos os anos. Mas não nestas condições. 

A "Máscara" é o novo tema do Carnaval de Torres de 2021, um anúncio que tem divido opiniões e no qual eu me encaixo naqueles que se sentem desconfortáveis com o anúncio. Num evento em que dizemos tantas coisas sérias em tom de brincadeira (e ninguém leva a mal) o tema não só é absolutamente aborrecido (um trocadilho previsível e pouco criativo) como alimenta um receio partilhado por muitos: como se irão comportar os torrienses na época do Carnaval? 

Em tempos como estes, as regras são claras, e um evento que tão bem prima ajuntamentos (no bom sentido), (re)encontros e festa não tem sentido em concretizar-se sem ser na sua versão original, aquela que lhe dá graça, charme e identidade. O abraço das Matrafonas, as danças, o público a apreciar os corsos, as praças cheias de pessoas, brindes e disfarces. Há demasiada vida no nosso evento para manchá-lo com esta realidade tão estéril. Mas também é certo que será um evento sinalizado por muitos, em 2021, e nem todos saberão ter um comportamento exemplar; tenho receio que não cumpram com o definido e saiam às ruas em grupos regados a álcool. Que a máscara (a errada) seja uma desculpa para nos desresponsabilizarmos de comportamentos que têm de ser muito sensatos e que não combinam com a descontração do Carnaval de Torres.

Não sou ingénua ao ponto de pensar que a organização está a preparar um evento com a dimensão dos seus precedentes — seria um absurdo que nunca sairía do papel — e entendo que anúnciar um tema de Carnaval (uma tradição tão nossa) seja uma tentativa de aproximar 2021 de uma realidade mais familiar e de tentarmos adaptar (de forma contida e na segurança das nossas casas) um evento que nos diz muito. No entanto, não consigo esconder a preocupação de que tal favoreça e incite decisões irresponsáveis ou pior: que em tempos como estes, seja uma brincadeira de absolutamente mau gosto e de péssimo timing. Aqui, há vários motivos para se levar a mal.

Acabei de assistir ao anúncio do tema dividida, sem o mínimo entusiasmo de recriar este tema em casa (como já referi, não o achei inovador) e com mais medo dos ajuntamentos insensatos do que já tinha antes. Acredito na capacidade da organização para conseguir tornar esta decisão tão sensível e fraturante numa proposta de sucesso (tenho esperança de que realmente as pessoas sejam exemplares e que, das suas casas, saiam autênticas provas de que o Carnaval sempre esteve, na verdade, dentro dos nossos corações e não nas ruas) mas uma parte de mim sente que esta foi a forma errada e o timing desadequado para demonstrar uma mensagem bonita: continuamos a ser foliões, em segurança. Espero não me desapontar, em Fevereiro.

terça-feira, 20 de outubro de 2020

MÚSICA || Fall Playlists


Para abraçar a melhor estação do ano. A época das folhas douradas e amarelas, das manhãs frescas, das bebidas quentes, das comidas reconfortantes e das decorações mais Halloweenescas. Há algo de inspirador no outono e que me anima sempre para criar playlists apropriadas para a ocasião. Uma seleção de músicas que, agora, partilho convosco. 

quarta-feira, 14 de outubro de 2020

LIVROS || A Little Tea Book


Há livros que não tenho a menor dúvida de que foram escritos para mim e o A Little Tea Book é o exemplo perfeito. Não só para mim, mas para qualquer amante de chá. O título não deixa qualquer espaço para equívocos: este é um livro técnico sobre todo o universo dos chás, desde a sua plantação e produção até à seleção da chávena ideal para cada tipo de infusão. 

Curto e numa linguagem acessível, através de fotografias, infográficos e ilustrações lindíssimas, explica todo o contexto histórico e cultural de uma das bebidas mais acarinhadas no mundo inteiro. Enquanto portugueses, somos um povo que naturalmente aprecia mais o café — e é nestas alturas que fico desconfiada da minha verdadeira nacionalidade — mas o chá é a bebida de eleição de muitos países. Além disso, reúne ainda um conjunto de sugestões para a preparação do chá que são preciosas para que tenhamos a melhor experiência possível. 

É, claro, um livro que recomendo para quem ama chá como eu. Tenho consultado com calma e apreciado cada ilustração. O livro perfeito para o outono e para me acompanhar no meu Earl Grey com leite diário.

WOOK

BERTRAND

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segunda-feira, 12 de outubro de 2020

SÉRIES || Gilmore Girls


É sempre estranho quando nos juntamos tarde — tardíssimo! — a uma festa que já arranca há duas décadas, mas sou apologista de que é preferível começar tarde do que nunca. Gilmore Girls não faz parte do meu universo de nostalgia e nunca foi um título de referência nas recomendações que fui recebendo, mas uma simples sugestão no catálogo da Netflix mudou tudo a introduziu-me a uma história fantástica que, certamente, já todos conhecem (mas que tenho esperança de que mais Inêses estejam por aí e que eu possa ser a recomendação delas). 

Gilmore Girls acompanha a vida de Lorelai e Rory Gilmore, mãe e filha com uma diferença de idades curta, já que Lorelai foi mãe ainda na adolescência. Cúmplices e muito castiças, são as protagonistas de cada episódio que, de uma forma leve, reconfortante e com humor, apresenta desafios, problemas e dúvidas que também já fizeram (ou fazem) parte do nosso quotidiano e que, através das deliciosas conversas entre cafés, caricatas peripécias e uma cumplicidade típica de mães e filhas que contam uma com a outra para tudo, acabam por se resolver

Starts Hollow, a cidade que é palco de todas as aventuras, é uma utopia cheia de convenções sociais um pouco obsoletas (mas que nós perdoamos pelo contexto temporal em que a série foi produzida) e dinâmicas do dia-a-dia irrealistas, mas é talvez esta distância da nossa realidade, juntamente com a relação aconchegante entre Lorelai e Rory, que faz de Gilmore Girls uma série leve e reconfortante para quando queremos terminar o dia a sorrir. Pelos cenários e figurinos, creio que é a série perfeita para assistir agora, no Outono, com a vossa comida preferida e umas mantas quentinhas. Se também só agora é que estão a chegar à festa, recomendo que aproveitem a época para lhe dar uma oportunidade.

sábado, 10 de outubro de 2020

ISTO É TÃO INÊS || 8 Hábitos que Mudaram a Minha Vida


Acordar cedo 
Não é uma novidade mas estaria em falta se excluísse este ponto. O meu despertador toca bem cedo e faço questão de me levantar no mesmo momento em que desperto, sem snooze nem ronhas, reservando esses momentos para o fim de semana. Sinto que tenho mais controlo sobre o meu dia e que faço mais coisas de que gosto. Aproveito para ler, tomar o pequeno-almoço com calma, escrever no blog, ver um episódio de uma série, brincar com a Belka (...) Chego ao trabalho mais animada e com a sensação de que já estou a aproveitar bem o meu dia! 

Aproveitar a hora de almoço
Durante muito tempo não soube como a aproveitar esta hora livre a meio do dia. Até que comecei a ler. Aproveitar a hora de almoço para ler — já depois de ter feito a refeição — é perfeito para relaxar e abstrair-me um pouco do trabalho. Regresso mais inspirada e sinto que estou a ganhar o dia, além de conseguir encaixar este tempo na leitura, que nem sempre é fácil.  

Encontrar meditação na não-meditação 
Não consigo meditar da forma convencional e, durante imenso tempo, isso foi difícil para mim de processar. Sozinha e sem treino já é difícil, mas guiado é impossível porque deteto padrões muito facilmente, especialmente nos tiques e hábitos das pessoas, incluindo expressões e entoações na fala. Fico agoniada ao fim de 10 minutos porque estou a antecipar um tom, uma expressão ou palavra, e acabo por não conseguir meditar. Encontrar outras atividades que se assemelhem aquilo que a meditação traz para os outros mudou a minha vida e acho que não estou sozinha nisto. A meditação convencional não funciona para todos e está tudo bem. Por exemplo, encontro muito a meditação na corrida. Aquela meia hora em que vou correr é excelente para organizar os pensamentos e aflições, para desanuviar ou para ouvir um podcast que guie as minhas reflexões — sei que quase entra em conflito com o que disse acima, mas por ser algo mais despretensioso, o meu cérebro não se perde à procura de padrões de linguagem. Sinto-me melhor e com a cabeça arejada, o que também me ajuda a dormir melhor.

Check-up Regular 
No passado, já fui um pouco folgada nos check-ups. Ia aos meus médicos quando algo acontecia e senti que esse não era o caminho. Comecei a impor uma rotina de check-up anual e aproveito Janeiro/Fevereiro para adiantar tudo. Consultas de rotina, análises, dentista (...) não dispenso nenhum e, a partir dessas consultas, definimos juntos a frequência com que vou regressar no resto do ano. Saber que estou bem e que estou a ser acompanhada é um descanso e uma sensação de que estou a cuidar da minha saúde, independentemente do quão ocupada esteja. É um alívio. 

Skincare 
Só há pouco tempo é que comecei a ligar aos cuidados de pele. Encostei-me à sombra da minha genética e não fazia absolutamente nada a não ser colocar protetor solar e creme hidratante corporal (este último quando o rei fazia anos). Estabelecer uma rotina de skincare foi transformador para a minha saúde mas também para a minha auto-estima. Quando nos sentimos cuidados somos, inevitavelmente, mais confiantes! Não dispenso a minha rotina de manhã e de noite (esta última mais prolongada, porque inclui limpeza) e a pesquisa dos produtos certos para a minha pele e rotina. Faz toda a diferença. 

Fazer exercício 
Desporto nunca foi um sacrifício para mim e mantê-lo no quotidiano é fundamental para a minha saúde mental. É um momento muito físico mas que me permite espairecer, conhecer melhor as minhas capacidades, desligar das aflições e ainda ficar com uma sensação boa no final.

Aprender coisas novas 
Ter mais capacidade de gerir o meu tempo também me permite saber onde é que quero investir o tempo livre, e sem dúvida que aprender coisas novas tem sido transformador. A sensação de desvendar uma nova habilidade, de ter um novo assunto de conversa, um hobby para desanuviar e alguma forma de entretenimento com compensação faz com que sinta que o meu dia foi mais enriquecedor.

Viver além do fim de semana
Também eu, como tantos, esperei pelo fim de semana para viver. Era no fim de semana que programava todas as atividades divertidas e reencontros. Os dias da semana eram encarados com o mindset trabalho, que me fazia aguardar ansiosamente pelas minhas 48h de diversão. Há algum tempo que mudei este chip e tenho distribuídos as atividades que quero fazer ao longo da semana. Porque não ir ao meu café preferido depois do trabalho? Porque não reencontrar uma amiga num jantar à quarta-feira? Porque não ir ao cinema numa terça? Pedir o meu menu preferido à segunda? Isto tem feito com que eu encare as semanas com mais entusiasmo (porque não tenho de esperar pelo fim de semana para fazer algo que adoro!), não me sinta tão abatida e liberte um pouco a pressão de querer fazer tudo no fim de semana (que todos sabemos que acaba por ser exaustivo). Talvez fazer algumas atividades em dia de semana seja mais cansativo ou tenha a limitação do tempo mas o que tenho observado é que coisas mais simples como um cinema ou jantar podem perfeitamente acontecer no tempo regular tanto em dia de semana como fim de semana. Mudou a minha vida.

Quais foram os hábitos que transformaram a vossa vida?

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

MUNDO || (Ainda) Compro Revistas e Jornais

A chegada em força do conteúdo digital ajudou a democratizar a informação e a torná-la mais acessível. Num só lugar, temos acesso a informação, notícias, tendências, inspiração, entrevistas e testemunhos. E embora eu reconheça muito as vantagens do mundo digital, continuo a comprar alguns jornais e revistas. A razão? Uma palavra: algoritmo. 

Os algoritmos fazem parte de todas as plataformas digitais que utilizamos e, entre outras coisas, aprendem tudo aquilo de que gostamos ou não. O objetivo do algoritmo é selecionar criteriosamente tudo aquilo que ainda não conhecemos mas que podemos vir a gostar (com propósitos comerciais, é claro). É por isso que, quando pesquisamos sobre uma notícia, uma marca, um produto ou uma série surgem, de seguida, sugestões semelhantes que desencadeiam mais um conjunto de propostas, à medida que as vamos explorando, num círculo vicioso.

O objetivo é que fiquemos rendidos a sugestões que têm tudo a ver connosco (ou podem vir a ter) e, assim, nos tornemos consumidores dos produtos ou serviços sugeridos e que observemos cada plataforma como uma referência para encontrar novas coisas de que gostemos. Há conteúdos (importantes) que nunca irão chegar aos nossos olhos porque o algoritmo não sabe que nós gostamos, ou assume que não gostamos por darmos mais atenção a assuntos diametralmente opostos. Pensem assim: se só veem a cor azul, dificilmente ele vai sugerir-vos um laranja. O resultado é aquele que muitos de nós já sentimos: que estamos sempre a ver, ler ou a descobrir coisas parecidas, mais do mesmo. 

A minha opção de comprar revistas e alguns jornais, além de toda a cultura editorial que eu aprecio e mesmo não negando que adoro beber o meu chá e folhear um suplemento, permite-me escapar do meu próprio algoritmo e ver coisas que nunca iriam surgir digitalmente porque não sou o público ou o nicho. Conteúdos que nunca iriam surgir nos destaques dos sites de notícias ou nas redes sociais e plataformas de stremming às quais pertenço. Ver conteúdos que não seriam uma escolha óbvia da minha parte permite-me alargar os horizontes e sair da roda do hamster; compreender pontos de vista diferentes do meu (ou, pelo menos, tomar conhecimento deles), conhecer novas correntes decorativas, musicais ou de moda, sugestões cinematográficas que, provavelmente, estão no fundo do meu catálogo. Conhecer um mundo fora do meu umbigo. Porque o papel não me conhece. 

É inocente pensar que os jornais e revistas não conhecem o seu público; eles fazem uma pesquisa de mercado e consumo tão assíduo como o digital, portanto, também há um nicho e um filtro. Mas não é individual e, portanto, a base de conteúdos tem de ser mais abrangente e alargada. 

Gosto de ser advogada do diabo e reconhecer que, em alguns aspetos, o algoritmo não é inteiramente mau. Eu gosto de ter sugestões que combinem comigo e com os meus interesses. Mas também preciso de explorar e descobrir coisas novas. Pesquisar um assunto que li no jornal, uma figura que surgiu numa entrevista, uma marca local a dar os primeiros passos ou uma série norueguesa que nem sequer está no top 10 da Netflix baralha o meu algoritmo e permite que ele me sugira coisas completamente novas. Não estou sempre a comprar revistas e jornais — e sou seletiva nas edições que escolho — e também sei que não é necessário fazê-lo para dar um refresh ao algoritmo (às vezes, carrego em assuntos e sugestões completamente aleatórias só para fazer esse shuffle) mas é a o ritual que eu sinto que tem resultados mais positivos. Descubro sempre algo novo sobre mim, sobre os meus gostos e as minhas convicções.

Ilustração: Sanny Van Loon

segunda-feira, 5 de outubro de 2020

ISTO É TÃO INÊS || A Wishlist dos 26


Desejos para os 26. Para que a despedida dos 25 não seja tão agridoce — gostei tanto deles! Os pedidos mais importantes são feitos em silêncio, com os olhos cerrados e os dedos entrelaçados. Mas há sempre espaço, acredito, para um miminho, um capricho, uma lembrança. As obsessões do momento são estas! 

Estou numa rotina completamente diferente daquela com que iniciei 2020 e o maior investimento que gostaria de fazer era nuns airpods. Já tinha uns auscultadores sem fio que cumpriam bem a sua função quando ia treinar, mas agora encontro-me em trabalho remoto e com video-chamadas recorrentes, que exigem demais de um aparelho mais humilde. Acho que está na altura de fazer o upgrade

Num universo Potter — que será sempre o meu universo predileto —, ficaria radiante com a edição ilustrada da Câmara dos Segredos (para dar continuidade à coleção) e adoraria se o bloco de notas a imitar o manual de poções viesse parar às minhas mãos. Numa aposta mais segura, o meu perfume de sempre já está a terminar e ativou o alerta de que devo repor o frasco. 

Embora este tenha sido um ano de poucas viagens internacionais, elas figuram em grande neste colar da Cinco Store — que namoro desde o dia do seu lançamento! — e esta ilustração de Paris, simbolizando a viagem que fiz sozinha pela cidade do amor (um marco muito importante nos meus 20 anos). 

Para terminar, e porque o meu sonho é ter uma enorme coleção de jogos de tabuleiro, estes dois estão na minha mira há algum tempo (anos!) e ficaria encantada se figurassem na minha mesa no próximo encontro de amigos. 

Ainda me sinto um pouco perdida em relação às festividades — em tempos de pandemia, é difícil saber o que fazer — mas sei que gostaria de não deixar passar estes 25 em branco e celebrar da forma possível. Torçam por mim!

sábado, 3 de outubro de 2020

EVENTOS || Fall Bucketlist 2020


Chegou a melhor estação do ano! A mais colorida e aconchegante, que me deixa sempre de energias renovadas e pronta para viver o último trimestre do ano. Desta vez, quis trazer algo diferente para vocês: uma Fall Bucketlist. Já no Natal reúno uma série de atividades que gostava de fazer durante a época e pensei que seria perfeito trazer também para esta estação que me deixa sempre tão inspirada. São coisas simples mas que estou animada para fazer! 

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

 


Chegou o mês que dá arranque para a estação que eu mais amo: o outono. É certo que o verão também me faz feliz mas é o outono que tem todo o meu coração. E este foi especial. Um mês de mudanças e começos, tal como se espera de setembro. Foi um mês de recomeços para vocês também?