sexta-feira, 5 de junho de 2015


Eu tenho tanto amor por esta música. Quer pela sonoridade, quer pela letra.


Segunda-Feira é a minha última aula (e avaliação contínua) do semestre e eu estou pasma. Este semestre passou a voar e ainda ontem eu estava a sentar-me pela primeira vez na sala em Março. O tempo disparou. Sinto que este foi o semestre mais rápido da minha jornada, mas neste momento só quero poder fazer as coisas todas que tenho planeadas sem me sentir em dívida com os meus apontamentos cor-de-rosa. Até porque o meu pai acabou de vir ter comigo a dizer " Nês, estuda com afinco para seres nutricionista porque para cantora isso está crítico e depois não sabes o que fazer à vida" (eu estava a cantarolar).


Recentemente a marca Nívea e a FCB Brasil desenvolveram um projecto delicioso mais focado para as crianças e para esta altura complicada do Verão em que há a fantástica e clássica Birra do Protector. Todos nós fizemos, ou porque queríamos ir logo para a água, ou porque era pegajoso, ou porque era chato e não dava nada vontade de ficar ali parados enquanto a nossa mãe nos besuntava de alto a baixo de creme que fazia confusão na cara e o nariz girar de comichão. Mas foi no Rio de Janeiro, na praia do Leblon que a marca distribuiu para os petizes uns bonecos muito especiais.

Há a versão menina e menino e estes bonecos apanham escaldões quando expostos ao Sol sem protector solar. Achei a mensagem super estratégica e fácil de pegar, de tal forma que quando descobri esta notícia estava ao lado do meu primo pequeno que quis logo ter um boneco destes e dizia "temos de pôr protector para não ficar como o boneco, não é?". 

As crianças são um público difícil porque não dão segunda oportunidade, portanto, qualquer que seja a tentativa, há que ter em conta que só há um tiro certeiro para conquistá-las e ainda que o tempo de antena seja sempre curto (as crianças fartam-se e os bonecos não são excepção, para o ano irão ganhar pó nas prateleiras) esta forma foi perfeita para este Verão ficarem mais conscientes sem deixarem de brincar. Não sei se estarão à venda ou sequer se chegam cá a Portugal mas prevejo sucesso. E penso mesmo que era capaz de comprar uns quantos destes bonecos para algumas pessoas que metem o bronze acima da saúde. Não são só as crianças a fazer asneiras.


"Não reflictas sobre o momento, vive o momento."
Tens razão, mãe.

quinta-feira, 4 de junho de 2015


A cerelac mudou a sua fórmula em todos os países, reduzindo a quantidade de açúcar da papa. Apenas em Portugal a quantidade de açúcar permanece a mesma porque o consumidor rejeitou a fórmula com menos açúcar.
Outra coisa que Portugal teve de fazer foi criar as farinhas sem determinadas proteínas como na fórmula original porque os portugueses têm tendência a fazer a cerelac com leite e não é suposto, o aporte de proteínas ficava em excesso, devia ser feita com água. Então fizeram essa redução para continuarem a pôr a farinha no leite sem comprometer a criança.


  1. Confiança suficiente para já não sentir a necessidade de justificar o que come, com quem sai, o que veste. Não só para os outros, mas para si própria;
  2. Uma conta bancária com algumas despesas e algum dinheiro;
  3. Apenas os contactos, amigos de Facebook, planos de fim-de-semana e parceiros de casa que ela realmente quer;
  4. Uma melhor amiga quase irmã;
  5. Um lugar só para si;
  6. Uma ideia um pouco mais sólida do que ela deseja numa relação, não apenas o que ela quer ou o que ela pensa que precisa mas sim explorar pessoas diferentes e outras ideias para descobrir exactamente o que quer;
  7. Um closet que tenha tudo o que precisa incluindo algo para vestir numa entrevista, funeral, casamento, saída de sexta à noite num bar e num encontro de sonho se alguém lhe ligar inesperadamente;
  8. O tacto e a postura para pedir um aumento, promoção, mudar de relação ou sair com alguém por quem ela está interessada;
  9. A fé e o reconhecimento de que ela merece essas coisas;
  10. Um tipo de café favorito, um restaurante para levar os amigos que não são da sua área de residência, um penteado que demore menos de 5 min. a fazer de manhã, cartões de visita no seu gabinete, um exemplar do seu livro favorito e roupa de cama que ela tenha orgulho em mostrar;
  11. Um passatempo que não tenha nada a ver com beber, fazer compras ou dependa de outra pessoa;
  12. Receitas de um número considerável de refeições fáceis memorizadas;
  13. O desejo e a disciplina de efectivamente querer cozinhar para si mesma (e apenas para si mesma);
  14. Uma viagem de onde ela tenha histórias incríveis e uma outra viagem que esteja a fazer planos incríveis;
  15. Nada de ressentimentos pelo que as outras mulheres fazem ou não têm em relação a ela;
  16. Uma relação saudável com o seu corpo que não implique comparações ou pensamentos sobre o que o seu parceiro pode pensar;
  17. Pelo menos uma boa memória de um parceiro cândido que nunca quis saber dessas coisas de qualquer maneira;
  18. Perdão pelos parceiros com quem saiu que não eram maduros ou pelo menos tão maduros quanto costumam ser as mulheres por volta dos 20;
  19. Conhecimento do que ela quer na cama e confiança para o pedir sem ter de se sentir desconfortável;
  20. Um berbequim, uma panela anti-aderente, um cartão de que ninguém mais tem acesso, um sutien na medida correcta avaliado na loja, conhecimento prático para mudar um pneu, saber desentupir um cano, fazer um investimento, encontrar um desconto nuns sapatos brutais a 40%;
  21. Uma relação com a sua mãe, mesmo que essa decisão seja uma relação pelo menos funcional e não familiar;
  22. Um passaporte, bagagem resistente e a habilidade para fazer as malas apenas com o essencial que ela julga para sair por um fim-de-semana, semana ou até a vida inteira;
  23. O seguinte kit de emergência: tampões, soro fisiológico, paracetamol e ibuprofeno, desinfectante de mãos, roupa interior lavada, escova de dentes portátil, pensos, 20 euros, um preservativo e um plano B;
  24. Perdão pelo que ela já foi;
  25. Uma ideia do que quer ser.
A tradução foi livre e encontrei no Tumblr. Um bocadinho longe ainda de ter os 25 anos, achei o post brilhante e já posso ter um check em algumas coisas.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

 SINTRA

Foi em Sintra que encontrei um dos conceitos de café mais giros de sempre. Imaginem entrar num espaço em que tudo, tudo, à vossa volta, desde a cadeira onde se sentaram, ao candeeiro que vos ilumina o lugar, a chávena onde bebem o café ou o copo onde bebem a cerveja estivesse à venda? Sim, é precisamente este o conceito do Salla. Tudo o que vocês vêem, desde as peças decorativas às de consumo tem um preço.

O mais giro ainda (como se pudesse ser ainda mais giro) é que a decoração é tão aleatória e despropositada, que chega a ser surreal. Contaram-me que já lá esteve um piano (mas já não está, deve ter sido comprado), mas há mesa de snooker, pranchas de surf a fazer de balcão e prateleira, quadros antigos, canecas retro, espelhos, skis, decoração tropical, candeeiros, enfim, um verdadeiro sótão de preciosidades.

Não tenho grandes fotografias até porque o espaço em si é meia luz e a foto não lhe faria jus. A localização também é muito discreta e jamais diríamos que ali se encontra um lugar tão incrível, mas vale muito a pena ir. Costumo dar lá um pulinho quando estou com o meu namorado e o resto do pessoal e adoro beber um chá lá, sossegada enquanto eles conversam sobre tudo e nada. Preparem-se para que esteja sempre cheio e com algum fumo (nem tudo é perfeito). Mas vale muito a pena (até porque eles oferecem sempre uma tacinha de pipocas grátis)!

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R. João de Deus, 70, 2710-579
Sintra
Contacto: 961 207 935

segunda-feira, 1 de junho de 2015


Estou completamente pasma que já estejamos em Junho. Ainda há uns dias eu estava em pleno Dezembro a preparar-me para a Passagem de Ano. O tempo tem passado a voar mas nem por isso eu tenho menos objectivos para este mês. Em Junho reserva-me a esperança de conseguir concluir o 2º semestre sem percalços e preparar tudo para o meu projecto sem grandes preocupações. Quero também aproveitar mais o tempo livre com as minhas pessoas favoritas deste mundo e aproveitar esse tempo ao máximo, cada minuto e poder ir mais à praia, apanhar Sol e cheiro a maresia com despreocupação. Quero também este mês conseguir fortalecer ainda mais os meus laços. Espero que seja também este mês que cuido mais de mim, especialmente na saúde. Maio foi um puxão de orelhas com um pequeno alerta no meu estado e foi a mensagem que precisava para este mês estar mais atenta e tratar de mim. Quero ir ao cinema e, como sempre, tentar ir a um lugar novo. Espero conseguir ir à Feira do Livro e também aproveitar os magníficos Santos. Espero que Junho seja um mês preenchido mas bom e satisfatório!

domingo, 31 de maio de 2015


Esta é uma história que tinha tudo para criarem uma fórmula pesada, complexa, massuda de explicações e justificações para uma tentativa de enredo não mágica. E ainda assim, conseguiram contornar esse caminho previsível e fizeram uma história gira de ver e que não nos faz ter conta das duas horas que passamos a olhar para o ecrã a assistir.

Adaline Bowman é uma mulher com 29 anos que não consegue envelhecer. Como tal aconteceu não vou referir, mas garanto-vos que fizeram uma deliciosa justificação pseudo-científica e tentaram contornar a tentativa da magia e da fada madrinha. Talvez mirabulante, mas que até me conquistou um pouco. Perante a sua nova condição e depois de ter percebido que não poderia levar a sua vida com uma filha de forma tranquila, sem ser submetida a interrogatórios curiosos, perseguições e tentativas de a capturarem para ser estudada, Adaline vive solitária com o seu cão, identidades falsas e de uma forma muito discreta, evitando quaisquer relações próximas que comprometam o seu segredo e fugindo até de um pedido de casamento. Até conhecer, Ellis Jones, um filantropo carismático e divertido que não desiste das suas tentativas de se manter afastada, mostra interesse no seu mistério e lhe mostra o prazer de viver uma vida normal. Apaixonada, sucumbe à possível relação que pode ter com Ellis até um fim de semana na casa dos pais colocar todo o seu segredo em risco. Adaline encontra-se então no meio de uma decisão com dois lados pesados da balança, os seus sentimentos genuínos por Ellis e a possível exposição a que se pode vir a tornar.

Eu gosto de finais felizes. Talvez esteja aqui a ser um pouco spoiler, mas até acho que a piada do filme nem reside tanto no seu derradeiro final mas sim em todos os detalhes que a história envolve, portanto, repito que adorei o final. Todos os pormenores, a banda sonora, o guarda-roupa e a própria linguagem estão muito bem pensados e tornam o filme envolvente, que nos toca e nos faz querer saber mais. Talvez este filme tenha mexido um pouco mais comigo por causa de duas cenas muito especiais mas acho que certamente irá mexer convosco também. É mais do que um romance de domingo à tarde mas não é, de longe, enfadonho.

Acho mesmo que é a prova de que podem haver romances quase de encantar sem magias fantasiosas. Faz-nos pensar no que faríamos: iríamos abraçar a juventude eterna com um sorriso nos lábios e uma visão promissora do futuro ou envelhecer, dar uma data final à vida, faz parte da magia de realmente viver e ser apaixonado pela vida? Vale a pena verem!


Uma das coisas que mais quero fazer este Verão é levar mais vezes a minha mãe a Lisboa, num ambiente descontraído, de passear e esplanadar.
No Natal, numa altura em que estava mesmo muito em baixo disse-lhe, quase numa de divagar que podíamos passear só as duas pela baixa de Lisboa e em vez do típico "não" cheio de receios por causa de conduzir até Lisboa ou de ser um plano imprevisto ouvi um "sim". Não sei se era pela minha constante letargia e melancolia, se era pela vontade de ela fazer coisas novas, se era um mix de uma boa ideia, mas lá fomos e foi uma experiência tão boa que ela própria disse que gostava de a fazer mais vezes. Passeámos juntas pela rua Augusta iluminada, vimos as lojas todas que queríamos porque o tempo era só nosso, ainda apanhámos a feira de Natal e as luzes no Terreiro do Paço. Jantámos juntas e depois partimos de novo para Torres, mas foi uma tarde maravilhosa e que me fez muito bem na altura. Claro que já previa que durante as aulas e no começo deste semestre nunca iríamos poder voltar a fazer isto mas quero fazê-lo no Verão e, de preferência, espero fazê-lo com uma disposição e felicidade muito melhores do que a que fiz na altura!

Quero levá-la a alguns sítios bem giros para lanchar e que acho que ela vai adorar, muitos deles falados no Bom Garfo - aliás, acho que este foi o separador que mais cresceu este ano - que fui conhecendo este ano, voltar a passear, ver as lojas... Adoro estes mummy time e ela é das melhores parceiras de passeio que tenho, portanto, quero mesmo concretizar esta ideia. Só nós.

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