sábado, 5 de março de 2022

 


Fevereiro trouxe tantos acontecimentos especiais que eu sinto que passou num sopro e, ao mesmo tempo, mil vidas. Foi um mês de agenda cheia, de Inês de Mala Rosa – não me canso de dizer as imensas saudades que tinha destas aventuras – e de dias bem aproveitados. Fazemos o rescaldo juntos?


Acho que ainda não vos tinha mostrado este casaco em malha e estou apaixonada por ele – aliás, estou apaixonada pelos casacos de malha fechados a imitar camisolas. Este é da Benetton – já antigo – e os botões em pérola dão-lhe a maior graça. O tom bege é perfeito e mescla na perfeição com a paleta do meu armário. Gosto de combinar malhas mais claras com gangas escuras, para equilibrar, ou então assumir mesmo o tom mais monocromático num look mais clássico, com calça de alfaiataria. E a malha não pica nem faz comichão. 


Estou rendida a estas bolsas mais práticas, onde basta o telemóvel, uma carteira and I'm good to go! Optei por esta, da Pull & Bear, pelas opções de arrumação e pelo padrão fun e a verdade é que uso muito mais do que estava à espera. Não só em viagem – museus, exposições, saídas à noite – mas também para encontros na esplanada, idas rápidas ao supermercado ou até mesmo ao ginásio, onde não preciso de levar malas atrás.

Adoro maquilhagem que deixe a pele com luz natural e que traga aquela ‘saúde de verão’: pele hidratada, bochechas rosadas num tom natural e lábios com brilho e tons muito suaves. Foi nesse sentido que trouxe comigo o Extreme Shine da Essence, no tom 06 Candy Shop. A embalagem promete volume (que não senti) e um brilho bonito nos lábios (que senti). É um gloss simples com um tom rosado muito subtil e natural. É o que estou a usar na primeira fotografia destes Favoritos!


Para as maçãs do rosto, tenho usado o blush velvet touch da KIKO, no tom 05. Foi a primeira vez que comprei blush e continuo fã das fórmulas em creme – são práticas e simpáticas para quem não costuma maquilhar-se. Tem um tom rosa coral que me remete muito para o verão e que, na minha pele tão clarinha, dá algum calor e saúde ao rosto. Combina na perfeição com as minhas sardas! Aplico em quantidades muito subtis nas maçãs do rosto e limpo o excesso na cana do nariz, para manter o acabamento natural. 


Da Suíça, trouxe comigo este bálsamo labial da VICHY Natural Blend, no tom NUDE. É um tom de boca com brilho que não cola nem deixa os lábios pegajosos – simplesmente hidratados e discretos. É perfeito porque quando estou em lugares muito frios, a minha pele perde a cor, incluindo os lábios (não sei se vocês passam pelo mesmo, mas acabo por me sentir ‘apagada’). Estes tons simples de ‘boca’ ajudam a recuperar a cor perdida pelo frio, além de que este em particular tem um cheiro e sabor deliciosos!
Viagem é sinónimo de boas recomendações gastronómicas – e eu adoro tanto…! Embora os restaurantes tenham de ficar para os favoritos de março (mas prometo valer a pena a espera e em breve já sairão as nossas recomendações para saborear em Zurique), não posso deixar de sugerir algumas coisas absolutamente deliciosas! 

A começar com o universo Ovomaltine, ou não fosse esta uma marca suíça. Nunca tinha experimentado estas bolachas e estou tão arrependida de não ter trazido mais do que uma caixa! Para ser sincera, nunca fui especialmente fã deste tipo de bolachas com chocolate por cima, mas estas são divinais. Se as encontrarem, não deixem de experimentar! 

Verdadeiros leitores do Bobby Pins recordar-se-ão do meu romance na Noruega com o chá Lady Grey. Foi uma qualidade da Twinings que nunca antes tinha visto (ou provado) e que, já em terras lusas, nunca encontrei à venda. Até que entrei num supermercado na Suíça (o Coop) e lá estava ele, em toda a sua glória. Recomendo-vos muito a provar. Se gostam de Earl Grey, do toque frutado no final, vão amar Lady Grey, com um suave travo a flor de laranjeira e limão. Já têm três destinos onde experimentar este chá! 


Só havia duas coisas que eu insistia que queria desfrutar nesta viagem: ver o lado campestre da Suíça e provar fondue de queijo. Nunca antes tinha provado – embora a minha insistência tenha sido muita – e ninguém ao meu redor é particularmente fã. Tive de esperar dolorosamente por uma viagem à Suíça para finalmente o provar, feito por amigos talentosos. Tradicionalmente, o fondue de queijo come-se com pão, mas outras tantas versões dele já incluem legumes e salsichas. Eu provei com pão e foi absolutamente divinal. Claro que na nossa mala foi queijo para fondue porque, agora que provei, já conto os dias para repetir! 


Da nossa escapadinha a Óbidos, perdi-me de amores pela loja Ana Todo Bom. É uma perdição para qualquer amante de loiças e cerâmicas, e tive de trazer comigo esta chávena, que tão bem combina com um outro favorito que vos vou mostrar mais adiante. Esta é, portanto, uma recomendação dupla: a chávena amorosa, neste padrão original e muito retro, e a loja que merece uma visita na vossa próxima passagem pela vila.


Está para sair um artigo em breve com toda a minha experiência no hotel The Literary Man, mas não podia deixar de recomendar o restaurante Book & Cook, dentro do hotel. Podem visitar o restaurante sem estarem hospedados e é uma verdadeira experiência para booklovers. O espaço do restaurante está repleto de livros e o nome dos próprios pratos é de obras literárias. A cereja no topo do bolo? A comida saborosa, da qual recomendamos o Equador (mini pregos de camarão grelhado), A Vida Num Sopro (naco de novilho com molho foie) e Perto do Coração Selvagem (risotto de cogumelos selvagens com parmesão crocante). Ah, e estas três obras também estão mais do que recomendadas! 


Para fechar com amor – e porque fevereiro é o mês do amor em todos os sentidos -, não posso deixar de namorar esta lata de bolachas para chá, numa edição limitada de grandes romances clássicos. Estão disponíveis na INDIE, not a bookshop (sobre a qual já falei aqui), embora não saiba se apenas durante o mês de fevereiro (na dúvida, passem por lá em breve). Entre Anna Karenina, Jane Eyre e outros romances, trouxe comigo o clássico Romeu e Julieta. Depois de comidas as bolachinhas, a caixa será perfeita para arrumação!


Descobri a marca dinamarquesa Søstrene Grene quando estava em Dublin e por lá perdi-me de amores pela variedade de artigos de papelaria e para casa com o minimalista estilo escandinavo e a preços simpáticos para a carteira. Nunca mais a esqueci e vê-la nas ruas de Zurique foi de uma alergia imensa!

Comigo trouxe este bloco de notas cujo o padrão delicado remete para as primeiras semanas do verão (ainda tímido e gentil). Ainda escrevo muito em papel – é a minha forma predileta de organizar os pensamentos, muito mais do que pelo computador – e gasto blocos de notas na minha agência à velocidade da luz, entre anotações, ideias e planeamento de campanhas. Será um companheiro fiel. 

Para uma recordação mais especial desta viagem, trouxe comigo um bloco personalizado. Irei recomendar-vos a loja em breve, mas adianto que é um mundo de opções, entre a liberdade de escolha dos tons da capa, páginas, fontes, etc. Optei por registar o meu nome neste tom verde-água (ando inclinada para estas cores), mas irei reservar este bloco de notas para dar continuidade ao meu journal descomprometido. É este o tipo de souvenirs que gosto de trazer comigo! 


Atualmente, este tem sido o meu bloco de notas de trabalho. Recebi-o no Natal, no timing perfeito para o estrear. Adoro o design porque me remete para os blocos antigos, os cadernos de faculdade da minha mãe e as notações de requisição na biblioteca. E combina muito bem com a minha chávena de chá, certo? Junto com o caderno, e porque as folhas são em branco, veio uma guia para colocarmos nas folhas e que marca a linha, para que a caligrafia saia direitinha. Não é perfeito? 


De uma outra loja em Zurique que vou partilhar convosco em breve, trouxe comigo este manual com todas as partituras das músicas de Folklore, da Taylor Swift. Embora não toque nenhum instrumento musical atualmente, ainda sei ler partituras e é uma habilidade que não quero perder, especialmente depois do curso de música clássica. Foi difícil escolher qual levar, entre tantas opções (incluindo Coldplay, mas era a discografia completa e estava a um preço proibitivo). Acabei por trazer aquele que é um dos meus álbuns preferidos da artista. Estou tentada a roubar o piano do Diogo para passar das leituras à prática (preferia um violino, mas não tenho nenhum do meu tamanho).


Mal vi esta miniatura de madeira feita à mão numa loja em Zurique, trouxe-a comigo pelos mais óbvios motivos: é a Belka! Desde que me aventurei no universo das miniaturas – no barro e na pasta de modular – o meu respeito por esta arte acresceu. A atenção e rigor ao detalhe (mesmo quando a peça tem cortes mais grosseiros ou orgânicos) exige uma concentração e movimentos de mestre. Tem estado na minha secretária, a velar o meu trabalho. 


Com o tempo tão alocado ao blog e ao meu trabalho, sinto que tenho deixado a escrita introspetiva ou criativa para trás. Foi nesse sentido que iniciei desafios como o do pensamento por dia e o Burn After Writing, e que trago agora o 642 Things to Write About Me para a rotina de desafios. Na verdade, não tenho um planeamento específico – escrevo nele quando estou inspirada – e tento cumprir cada uma das propostas puxando pela minha criatividade e pela exploração dos sentidos. Tem sido muito importante para mim voltar a mergulhar na escrita introspetiva e criativa, que não tem necessariamente de se revelar ao mundo. Tem perguntas fabulosas e que me fazem viajar no tempo ou nas sombras e luzes da minha personalidade. Também comprei na INDIE, not a bookshop.

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Fevereiro, ao contrário de janeiro, contou com planos incríveis e semanas muito dinâmicas. Começou com a 3ª dose da vacina (que me deixou K.O.) e com os primeiros planos para as viagens há muito antecipadas. 


No 2º mês do ano, regressaram os nossos tradicionais jantares de sexta-feira, os planos simples e especiais de fim de semana (com passeios e almoços despreocupados) e as saídas de mãe e filha, a duas. 


Este é sempre um mês de celebrações muito especiais, a começar com o 8º aniversário do Bobby Pins que, este ano, foi comedido, mas não menos sentido (e ao qual volto a agradecer o vosso carinho). Mas não se ficou por aqui! Também celebrei 7 anos com ele, no lugar perfeito. Foi um fim de semana especial em todos os sentidos: pela celebração do nosso fim de semana, pelas pequenas férias que já não tínhamos há muito tempo e pelo hotel maravilhoso onde escolhemos marcar esta data. 


Foi também um mês de estreias, ou de regressos da infância. Experimentei uma full make-up em mim própria pela primeira vez – e acho que podia ter corrido pior -, mas também voltei à escrita criativa, com exercícios que já não fazia desde que andava na escola (e que continuam a entusiasmar-me como quando era criança). 


Não foi um mês perfeito todos os dias, e alguns foram um pouco mais manhosos. Entre pontos nos ‘i’ necessários e finais de dia esgotantes, em que tudo o que queria era afundar no sofá, havia algo que me animava e deixava de brilho nos olhos...


... A viagem à Suíça. Há muito marcada, mas simbolizava algo tão grande para mim (a 1ª viagem fora desde a pandemia), que me tranquei a sete chaves para não agoirar em nenhum momento. Não sei se foi por isso ou não, mas a viagem foi maravilhosa e regresso mais contente, inspirada e com uma deliciosa sensação de novidade e normalidade. E era tudo o que queria!

Março, sê bonito!

4 comentários:

  1. O meu mês não começa sem
    o aconchego doa FAVORITOS!!!

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  2. Adoro ler os teus favoritos, estão sempre cheios de inspiração ;)

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  3. Que mês tão bom! Espero que Março seja ainda melhor. Beijinho grande!

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  4. Saudades das tuas publicações e muito ansiosa para ler a experiência em Óbidos e Zurique!
    Achas que, se fosse possível, também poderias fazer uma publicação sobre os cursos de música clássica e outros que tenhas tirado? Gostava de uma review mais pormenorizada sobre esses cursos online para saber se, de facto, compensam...
    Um beijinho!

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