domingo, 1 de setembro de 2019


Agosto...! Mês do pico do verão, das férias, da despreocupação, dos mergulhos, das festas de aldeia, das cores, do calor e das bebidas frescas! Foi também um mês de trabalho mas finalmente pude saborear o verão com a chegada deste mês. Tenho várias coisas leves, bonitas e felizes para partilhar convosco (e recordar com carinho, deste lado). Acompanham-me num dos meses, de 2019, que mais gostei?


Os saldos deste ano passaram-me completamente ao lado mas consegui aproveitar na medida certa para trazer este macacão incrível para casa (e assim fechei a época). É da Oysho e rendi-me completamente ao seu estilo romântico e carioca, aos detalhes rendados e à vibe de verão e calor que desesperadamente desejava. Combina com a minha rotina rápida e prática na hora de me arranjar para a praia; basta passar o protetor, vestir o biquíni, este macacão e pronto! Estou despachada em minutos! Como não deixa de ser um macacão transparente, reservo-o exclusivamente para este tipo de saídas balneares mas foi, sem dúvida, o meu companheiro fiel de praia e que destacou o pouco bronze que ainda consegui ganhar. 



No ano passado, fiquei sem cesta de praia  a alça quebrou-se  e usei a minha Kånken para poder levar todo o meu material balnear. Porém, este ano, estou a usar a mochila para o trabalho e, não a querendo encher de areia, achei incomportável usá-la para os dois propósitos, pelo que iniciei a minha busca para procurar algo para conseguir levar tudo para a praia, que terminou nesta tote bag do Snoopy. É da Bershka e o que me convenceu foi o tamanho. É bem grande e consegue transportar tudo o que costumo levar comigo, entre toalhas, almofadas e livros. Os detalhes do desenho e as cores são adoráveis e acho que tem tudo a ver comigo!



Um dos calçados mais arrojados que tenho, neste momento, na sapateira são estas sandálias vermelhas. Adoro o corte destas sandálias (tenho, inclusive, umas num tom mais neutro que vos mostrei aqui) mas a cor é, definitivamente, a estrela principal.

Por mais incrível que pareça, consigo conjugá-las em imensos visuais e casa muito bem com o meu armário. Uso-as em coordenados básicos e com pouca informação para que o calçado ganhe o destaque certo sem se tornar muito exagerado. Gosto de as combinar com gangas (e uma camisa ou t-shirt simples branca, faz sucesso!) ou com looks monocromáticos (full black ou white). Acho que ficam bem no meu pé tanto bronzeada como quando ainda estou (muito) branquinha, fazem o pé e a postura elegantes e o salto é pequeno, perfeito para um andar natural e confortável para o dia-a-dia. Têm sido os meus parceiros para dar um up no visual sem chamar demasiado a atenção.


Os dias quentes significam calçado sem meias e embora eu fique radiante por poder voltar a usar as minhas sandálias e sabrinas, as primeiras utilizações são um pesadelo com bolhas ou pele queimada da fricção. Depois descobri este milagre num tubinho e fiquei maravilhada! É invisível, tem um cheirinho ótimo e a aplicação não podia ser mais simples: basta passar nas zonas do pé mais prováveis de sofrerem com a fricção ou com bolhas et voilá! Recordo-me de estar a comprar isto e pensar que estava a dar dinheiro para banha de cobra mas já não vivo sem isto e é genial. Previne a fricção, as bolhas e permite-me dizer adeus aos pensos que saem ao fim de minutos, que são super inestéticos e nunca resultam. Encontram à venda nas farmácias e para-farmácias.

Valorizamos uma marca que dá precisamente o que procurávamos? Valorizamos, sim! A Dulce Gusto lançou umas cápsulas para fazer Chai Latte à velocidade da luz e com base de chá preto. Em quem é que eles pensaram para fazer isto? Obviamente em mim. É possível que tenha pequenos espiões Dulce Gusto na minha casa a ouvirem as minhas ideias de negócio? Também.
Não há palavras para expressar o quanto isto é maravilhoso mas, pelo sim, pelo não, comprei três caixas para ter stock infinito e precaver, não vá ser uma edição limitada. É tão bom! De forma a conseguir explicar-vos o sabor: é o Chai Latte do Starbucks, exatamente igual, mas com metade do açúcar (ainda que seja bastante adocicado). A minha receita caseira é sugar-free, o que eu prefiro, mas às vezes não me apetece fazer. Só quero ligar a máquina e ter um chai latte em dois minutos, sabem? Para mim, é o jackpot. É gostoso, é servido numa quantidade generosa e tem todos os elementos de sabor que eu valorizo nesta bebida. Se gostaram da do Starbucks, podem comprar. A minha mãe aproveitou as cápsulas para provar, pela primeira vez, e achou a bebida natalícia. Nunca tinha pensado nisso, curiosamente!

Desde que desencanei e comecei a usar os meus blocos — mesmo que não para um propósito super lindo e maravilhoso — eles têm acabado à velocidade da luz, o que é sempre uma ótima desculpa (e, desta vez, real!!!) para trazer mais um. De momento, é este que uso no trabalho, com uns cães adoráveis. Encontrei na Primark, a preço de chuva e decidi trazer. Tem tudo a ver comigo, certo?

Vozes de Chernobyl | "Vozes de Chernobyl foca-se inteiramente no que milhares de pessoas tiveram de viver; a desinformação, a ocultação dos factos, a angústia de terem de partir e abandonarem as suas casas e de deixarem as suas vidas para trás, os sacrifícios. Por existir um leque tão vasto de vítimas, os próprios relatos acabam por ser muito distintos e cada um decide focar-se numa parte de um acontecimento gigantesco, proporcionando-nos detalhes e incidentes secundários absolutamente fascinantes e aterradores.review completa aqui.

The Hate U Give | "(...) o livro agarra num tema fraturante e explora-o sem medo das críticas. Conceitos como racismo, brutalidade policial, preconceito social e cultural estão presentes de forma sublime e refrescante. É extraordinário observar algumas das coisas que realmente acontecem, atualmente, através dos olhos e pensamentos da Starr. review completa aqui.

Embora não tenha feito (ainda!) muita praia, este ano quis apostar numa almofada de praia. Acabei por encontrar esta no Continente com um preço incrível e trouxe comigo. É confortável, não mancha, seca rapidamente e ainda tem uma pega para a podermos transportar mais facilmente. Existem imensos padrões e cores mas esta foi a que acabou por ganhar o meu coração. Por cerca de sete euros, achei a relação custo-benefício fantástica.


Dei por mim a não conseguir fechar mais a minha caixa de postais, o que é um excelente sinal — andamos a arrasar na troca de correspondência e das palavras escritas na ponta da caneta! — mas que significava, também, arranjar uma caixa maior para guardar tudo. Acabei por aproveitar esta, do Jumbo, que ainda está à venda e que achei bem baratinha para guardar toda a minha correspondência e os postais que tenho disponíveis para escrever. Combina com o resto da decoração e prima pela simplicidade e estilo rústico. Um amorzinho!

Em 2017, descobri o melhor passatempo de praia de sempre, o Rikudo. Gostei tanto que cheguei a falar sobre ele nos Favoritos de Agosto desse ano. E, na altura, percebi que não existiam muitas revistas com o jogo, portanto, optei por pesquisar online para ter mais desafios e a pesquisa saiu completamente falhada. Não havia nada. Mas resolvi partilhar despreocupadamente o jogo, de novo, nos instastories — já me seguem? @innmartinsm! — e o vosso interesse, de repente, explodiu, de tal forma que voltei a pesquisar online e, qual foi o meu espanto, o jogo explodiu também no mundo digital. Já existem sites e apps com o jogo e eu não podia estar mais contente. Embora goste mais da versão em papel, pelo menos, para fazer na praia, reconheço que é um gasto de papel desnecessário e que a versão online é mais vantajosa nesse sentido. Já tenho muitos Rikudos para fazer! Yay!
Nem acredito que estou prestes a afirmar que a playlist de Agosto não é uma salada musical. Eu sei, também estou surpreendida com a observação! A playlist de Agosto privilegiou ritmos calmos e sem o excesso de ritmo, refrões catchy e energia típicas das músicas populares de verão. Por outro lado, acho que refletiu muito tudo aquilo que precisava de Agosto: alguma calma. Numa rotina acelerada, alternada entre tarefas, cansaço e a perceção de que estou a entrar na reta final, sentia-me completamente enérgica, elétrica e irrequieta. A música respondeu quase como que uma prescrição, obrigando-me a desacelerar o ritmo, a prestar atenção às letras, a desfrutar de compassos mais lentos e a realinhar-me. O concerto das Anavitória, em pleno dia da semana, também me ajudou a recordar o quanto é gostoso parar um bocadinho, desfrutar do momento e apreciar o poder das baladas. 

Por isso mesmo, não vão vão encontrar aqui sucessos de rádio para viagens à praia, hits em espanhol — um guilty pleasure meu, que me fazem sempre recordar as minhas viagens por Punta Cana e Cuba — ou ritmos cheios de energia. Mas destaco O Teu Nome Ainda Cabe no Meu, da Isaura, que tem explorado um registo mais nacional e que surpreende a cada música; Hey Ma, do Bon Iver para um pôr-do-Sol de verão a sentir a brisa quente; Spark, Set Fire, de The Western Den, para antecipar um bocadinho o outono; Pra Me Refazer, uma música que só descobri no concerto das Anavitória e Lover, o mais recente hit da Taylor Swift, uma balada que parece regressar às origens da cantora e que me conquistou. Confesso que não era muito fã deste seu registo mais recente mas que esta balada, com uma letra genuína e doce recuperaram um pouco do que eu ainda aprecio na Taylor.


Agosto revelou-se um dos meus meses preferidos do ano, até agora. Não deixou de representar dias de trabalho, cansaço, desmotivação para treinar — mas a gente lá vai, com muita disciplina... — e preparação mas representou também os coordenados simples, o calçado aberto, as toalhas estendidas na areia, os momentos especiais com amigos.


Em Agosto, saboreei o meu primeiro dia de praia — nunca tinha começado a época balnear tão tarde! — e saboreei os fins de semana de sol no jardim, entre leituras e gelados. Revi amigos queridos, partilhei novidades e preocupações, dividi abraços — de perto e à distância.


Marcou as férias. Uma semana que valeu por uma vida e onde não me preocupei em encher a agenda — nem queria. Foram dias em família e sem grandes planos, em que procurei aproveitar os dias de praia e sol, decidir o que queria fazer no momento e presentear-me com leituras leves e combinações divertidas. Permitiu-me desligar um pouco, desacelerar e fazer algumas coisas que há muito estavam na lista de desejos. Tive tempo!


Agosto registou as tardes de esplanada a comer crepes, os brindes de verão, as caminhadas em Santa, os serões no sofá, o acordar sem despertador, as sessões de cinema e os rodízios de pizza. Também representou os encontros importantes que me fizeram sentir que posso fechar este capítulo com tranquilidade e sabendo que não cumpri apenas os objetivos a que me propus... superei-os!


As Anavitória cantaram em Cascais e eu não pude perder a oportunidade de voltar a entoar em conjunto os refrões e letras que conheço de coração. Recebi livros, jantei a beira-mar, adormeci no sofá entre cafunés, arrisquei sem medo, celebrei aniversários entre mergulhos, fui ao spa, recebi uma notícia maravilhosa que tirou um peso de cima da família e nos arrancou inúmeros sorrisos — embora eu nunca consiga deixar de ficar totalmente descansada —, aproveitei muito o carinho dos avós e as vontades que só eles sabem fazer, dei ao meu primo a atenção que ele (sempre) merece e iniciei as despedidas (cá dentro, sem ainda exteriorizar nada e com um misto de sensações: orgulho por ter feito a diferença, sensação de missão cumprida, saudade dos rostos que não vou ver mais todos-os-dias e a certeza de que só podia ter sido desta forma).


Agosto foi assim; simples, em família, alternando na caixa de velocidades. Foi tudo o que eu precisava.

Setembro, sê gentil.

3 comentários:

  1. que saudade dos teus favoritos! tenho umas sandálias vermelhas iguaizinhas e tenho mesmo que as voltar a usar! Sabes que o chai tea lattes está mais que aprovado por mim e tenho 100% que experimentar o produto compeed! Sofro imenso com bolhas. Tiveste o agosto que mereceste, que setembro seja recheado de coisas tão Inês quanto este último mês que passou!

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  2. Ando há algum tempo com curiosidade para provar um café da NESCAFE. ☺️

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  3. Estou só a apreciar o ter regressado aqui para fotos tão ternurentas e bonitas, obrigada por isto, sempre, Nês!

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