terça-feira, 4 de fevereiro de 2020


Conseguimos...! Conseguimos. Esperávamos, desejávamos, conseguimos! Vitória! Sinto que é inevitável citar a brilhante intervenção do nosso atual Presidente para refletir sobre o infindável Janeiro. Embora adore começos, recomeços e segundas, confesso que não morro de amores por Janeiro, que se demonstra quase sempre anémico depois de um clima de festividades. No entanto, é sempre o mês onde regresso com mais gana pelos Favoritos — as saudades não são só vossas! Vamos recordar Janeiro com leveza?


Um dos meus conjuntos preferidos desta estação tem sido aplicar esta malha sem mangas da Mango com uma camisa por baixo. É uma junção de peças tão simples mas que eu acho que faz toda a diferença na composição final, oferecendo uma nova informação ao visual e tornando-o menos básico. O look fica charmoso e aprumado, tal como eu gosto, além de que é prático e versátil. Posso combiná-lo com calças claras para manter um visual de inverno mais leve ou com umas sapatilhas e uns jeans para um passeio de Domingo. Creio que vou dar ainda mais uso na meia estação, já que me aconchega nas horas mais frias mas tenho a camisa para me salvar com a chegada do calor.


É sempre uma vitória quando encontro um par de calças de ganga que me favorece. E este surgiu no último lugar que eu podia imaginar: Primark. Um modelo recomendado por uma amiga que as tem há anos sem que deformem ou percam a cor: vintage straight. Há vários tamanhos e tons mas tive a sorte de encontrar um par — acho que esgotam bastante — com o meu número e no tom que queria. Não as tenho largado deste então. O corte é fantástico porque é o meio termo entre skinny e mom jeans. O corte a direito alonga a perna mas as calças são justas o suficiente para não sobrar tecido. São muito confortáveis e adoro a baínha mais descontraída. Sendo testemunha da durabilidade das calças da minha amiga, acho que têm uma boa relação qualidade-preço.



Sou fiel à minha Kanken desde que a trouxe de Oslo comigo e, até então, intercalava o seu uso entre as minhas viagens na #VidaDeTartaruga e o trabalho. Fui-me apercebendo de que não era o melhor método porque tinha constantemente de tirar as coisas para a mochila servir o seu propósito e o excesso de uso impedia-me de a lavar com a regularidade que desejava. Decidi que não queria preocupar-me tanto com isto e tenho outra nas mãos, num tom igualmente queridinho e que servirá para as minhas viagens, enquanto que a minha estimada azulinha se manterá para o trabalho. Desta vez, escolhi um modelo próprio para resistir melhor ao clima, com revestimento por dentro e um material mais impermeável, o que me parece adequado para a sua função. Enquanto a minha rotina for alucinante e cheia de corridas entre ter tudo pronto para o trabalho e tudo pronto para partir, ter as duas mochilas a postos faz sentido e facilita-me a ter mais tempo para ser feliz. 



Tenho estado obcecada por este colar, com um estilo que evoca Dalí. Sempre que olho para ele, penso na obra ‘A Persistência da Memória’. As suas linhas mais divertidas contrastam com os materiais nobres, resultando numa peça irreverente sem perder o seu charme. Escolho-o quando quero usar uma peça mais única para dar um up no visual.


Quem diria que iria escrever sobre maquilhagem sem ser batons? Confesso, quando recebi este iluminador no Natal, o meu primeiro instinto foi rezar para que viesse acompanhado de um talão de troca. Afinal de contas, eu não usava nada a não ser batom. Mas a minha resolução de ano novo já se tinha materializado e conclui que este presente só podia ser um sinal. Ficar com ele acabou por ser a melhor decisão que tomei.

Apercebi-me de que gosto de fórmulas em creme. Sei que as fórmulas em pó vencem mais corações mas, na minha pele, fórmulas em creme contribuem melhor para o efeito que eu mais gosto: hidratado e iluminado. Por isso mesmo, estou rendida a este iluminador em stick. A começar, por ser bastante prático: aplico-o diretamente na zona que quero iluminar e esbato com o dedo sem precisar de quaisquer materiais de aplicação. Simples, prático, rápido e à prova de imbecis na maquilhagem (estou a apontar para mim).

Se preferem iluminadores com um efeito mais dramático, talvez este não seja o produto adequado, mas se gostam de uma pele iluminada, radiante mas muito natural, a aposta é certeira. O iluminador dá luz à pele sem exageros — embora dê para construir a intensidade. Desta linha, existe ainda outro tom de iluminador, mais rosado e pigmentado — que, e isto é o palpite de quem nada entende, suponho que resulte melhor em peles morenas e negras. Se tiverem a pele mais clara, este tom champanhe resulta melhor que o rosado. Em dois minutos estou pronta!


A acompanhar o iluminador, chegou às minhas mãos o batom que tem sido a minha obsessão! Dou por mim a abandonar cada vez mais os batons matte. Embora tenham uma durabilidade imbatível e não transfiram, não gosto do efeito de boca gretada. Para mim, nada é mais bonito do que um lábio com efeito hidratado e preenchido. E a fórmula deste batom é fantástica. Da linha Jelly Stylo, na cor 508 - Rosetto, é o meu tom de boca em bom, perfeito para corar os meus lábios no dia-a-dia e para manter este efeito brilhante e hidratado sem parecer gorduroso. É simplesmente incrível e a gama dispõe de uma série de tons, dos mais neutros aos mais arrojados.

Para terminar, tenho adorado a técnica de usar batons como blush. Estando eu na fase da experimentação e sendo fã de fórmulas cremosas, os batons permitem-me explorar vários espectros de cor sem gastar mais e mantendo o efeito que privilegio nas fórmulas cremosas. Sou particularmente fã de combinar o batom que uso nos lábios como blush. Aplico suavemente alguns traços nas maçãs do rosto e depois esbato com os dedos. Uma vez mais, é prático e rápido, sem dramas. Para o tom da minha pele, os que mais gosto de aplicar são este último batom que vos falei, este batom do cieiro da Labello e este batom rosa coral, 39 - Watermelon — que eu acho que vai ficar o máximo na pele mais bronzeada. Sinto que fico com um ar mais natural e saudável do que quando aplico pó. Também gosto de colocar um pouquiiiiiiinho de nada no nariz, só para dar o efeito sunkissed, sabem? Estou fã!

Há uns meses, partilhei convosco a alegria de ter descoberto as cápsulas chai tea latte da Dulce Gusto. Foi uma alegria de pouca duração, uma vez que o produto foi rapidamente descontinuado em Portugal. A minha missão de encontrar uma alternativa terminou com sucesso quando encontrei as saquetas de chai nero da Yogi Tea. A nível de sabor, é mais próximo a um chai latte original (o da Dulce Gusto é mais próximo do sabor do do Starbucks) e muito menos doce, como eu gosto. Costumo ferver a água, colocar duas saquetas — eu gosto do sabor bem forte mas uma chega bem — e nivelo com leite na própria caneca. É muito saboroso e condimentado. Recomendo!

O Corpo
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"O Corpo — tal como o título já denuncia — é uma viagem de 
investigação e pesquisa sobre o ser humano e a saúde. Cada 
capítulo é dedicado a um sistema diferente e ao longo da
 leitura vamos compreendendo o quanto o nosso corpo é 
extraordinário, misterioso e rico em elementos fundamentais à 
nossa existência. Aliado à introdução sobre o corpo humano, 
desbravamos também o mundo da descoberta científica 
ligada à medicina e à farmacologia através de relatos verídicos 
e biográficos contados de uma forma cativante e divertida, 
como só Bill Bryson sabe fazer com mestria."

REVIEW COMPLETA


A Night Divided
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"A Night Divided conta a história do horror estampado 
no olhar de Gerta ao acordar e se aperceber de que os 
rumores eram verdadeiros e que o pior tinha acontecido: uma 
extensão de arame farpado, instalado durante a noite, dividia a 
cidade de Berlim e toda a Alemanha entre Este e Oeste, 
naquela que seria uma reflexão da divisão e tensão mundial que 
caracterizou a Guerra Fria. Estava instalado o Muro de Berlim. 
E para desespero da pequena Gerta, a família estava dividida, 
sem perspetivas de contacto imediato."

REVIEW COMPLETA

Num gesto de mim para mim, dois posters vieram parar cá a casa. Adoro quando visito o espaço de alguém e, mais do que o sentido estético em si, consigo observar a identidade da pessoa, quase como se as paredes falassem. A minha primeira escolha foi um mapa dos anos 60 da primeira Disneyland de sempre, na Califórnia. É muito semelhante à única que alguma vez visitei e os detalhes do mapa, o seu aspeto retro, as cores e o material conquistaram-me de imediato. É um poster que diz muito sobre os meus gostos e viagens. E tem um tamanho generoso! 

O segundo é uma manchete de jornal do Profeta Diário. Atormentando os pobres feiticeiros, a mensagem é clara: Voldemort está de volta. Achei imensa piada a todos os detalhes, especialmente depois de ter visto ao vivo os originais na exposição. No meio de tantas opções, fiquei na dúvida entre a notícia sobre a fuga do Sirius Black ou sobre o regresso de Voldermort mas o último ganhou pelo grafismo e personalidade. 


Encontrei-me com a Catarina para saber de todas as suas peripécias na Índia sem saber que dessa viagem reservava-me um miminho especial. A Catarina identifica os meus gostos com sensibilidade e carinho. Sei sempre que qualquer surpresa ou embrulho foi pensado cuidadosamente para mim e foi precisamente isso que aconteceu durante a sua viagem. A Catarina bateu os olhos neste marcador delicado e lindíssimo e pensou em mim. Não há nada mais especial do que isto e recebi-o com surpresa no rosto e adoração no olhar. Garanti-lhe que ia dar uso mas ela já o sabe. É único, especial e remete à concretização de um sonho de uma amiga que eu estimo tanto. Simplesmente inspirador! 


Este mês, recebi dois pins adoráveis — e artísticos! — da Frida Kahlo e do Van Gogh. Num traço minimalista, amoroso e colorido, dão vida a qualquer elemento e têm o tamanho perfeito para não monopolizarem a informação da peça. Acabei por colocá-los na minha Kanken, juntamente com os pins que trouxe da Disneyland. Acho que a mochila ficou mais divertida e com personalidade.


2020 vai-se fazer acompanhar desta fiel agenda, da Stradivarius. Na verdade, é mais um planner porque os dias, meses e semanas são preenchidos manualmente, tornando-se num bloco adaptável para qualquer ano. A divisão é semanal, com espaço para prioridades, notas e listas — bem simples, minimalista e sem espaço para ruído ou particularidades desnecessárias. Uma das minhas partes preferidas é, sem dúvida, a bolsa para guardar a caneta e documentos pequenos. Tendo em conta que levo a agenda comigo para todo o lugar e que ando sempre de um lado para o outro, ter o essencial à mão para anotar uma tarefa ou compromisso é um plus na minha rotina, além de que é muito leve!
As preferidonas
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A playlist
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Comecei Janeiro, como já é tradição, em clima de festa, embora com um pequeno twist face aos anos anteriores: foi a primeira vez que celebrei uma passagem de ano a dois, num clima mais privado, intimista e inevitavelmente mais sossegado — embora ele saiba que eu lanço os foguetes e apanho as canas. Janeiro começou com um abraço nosso, um desejo de feliz aniversário e a inspiração que o simbolismo da nova década — e que um ano tão visualmente apelativo, 2020 — traz. 

Os planos são muitos e os objetivos são imenso, mas sinto que a euforia do novo ano rapidamente perdeu a força. Consigo identificar perfeitamente bem os culpados; imprevistos que me deixaram triste e assuntos, recados e ciclos que queria ter deixado — para sempre ou tratado — em 2019 e que me atormentaram durante todo o mês. O resultado foi algum abatimento e desmotivação. Mas sem desânimo! Não importa como começa, importa como acaba, certo?

Seria injusto olhar para Janeiro apenas como um mês de contrariedades porque sei que, embora não tenha sido o que quis, trouxe momentos bonitos. Partilhei convosco o meu pequeno registo de 2019 que recebeu tanto carinho vosso (e do mundo, o que me chocou muito!). Agradeço todo o carinho e feedback que deixaram neste vídeo!

Janeiro foi o mês da família entre aniversários especiais, almoços porque-sim, passeios com a mãe, com a avó ou com o João e até as sessões de cinema! E mesmo com o mês do amor à porta, sinto que Janeiro foi um mês de amor. Encurtámos a distância através de jantares tardios, passeios de domingo com o Sol de Inverno, sessões de cinema em casa e pequenos-almoços antes da despedida. Em Janeiro, ele surpreendeu-me à porta de casa depois de ter ligado a fingir que não ia poder estar presente num dia especial. Impagável.

Não fui imaculada nos meus objetivos para o ano — e não me cobro por isso, é justamente esse o meu segredo para os levar avante e transformar objetivos em hábitos — mas sinto que cumpri dois com alguma distinção; comecei a olhar mais para mim e a pesquisar a moda e a beleza com mais atenção. Quero muito gostar de mim por fora e apreciar a forma como me expresso no dia-a-dia. Sinto também que fui mais sociável e que contrariei o tempo e a falta dele: estive com amigos, arranjámos desculpas esfarrapadas para almoçar, lanchar, jantar, celebrar e partilhar o bom da vida. Recebi miminhos de que está mais longe mas nem por isso se sente menos perto, conheci duas Letícias muito carismáticas e divertidas — e reforcei o quanto gosto de conhecer os rostos da blogosfera no offline. Conheci pessoas novas sem deixar a timidez falar mais alto (embora tenha reprovado e escrutinado cada gesto e palavra que fiz e disse). Meus amigos, até a uma discoteca fui — um elemento inédito que só foi possível graças à eterna boa disposição e aos movimentos de dança geniais do meu miúdo, que me relembram que não preciso de escolher entre um parceiro que me traz tranquilidade e um que torna a minha vida divertida e animada.

Foi um mês muito meu. Onde apreciei e valorizei muito os momentos em que consegui estar sozinha, em que vi materializado num cartão todo o esforço e empenho de 2019, em que me cheguei à frente, enviei e-mails sem ter retorno e participei em seminários sobre comunicação e literacia. Senti a brisa de Santa Cruz, fui ver o mar e aproveitei mais o poder de uma boa esplanada a um sábado de manhã.

Janeiro termina muito pouco resolvido mas mantemos a coragem, a gana, a força para nem sequer receber respostas e a vontade de, no final, tudo correr bem. Estes grandes momentos que recordo aqui com todo o carinho relembram-me que esta jornada não se faz só de tropeções; há muito momento bom a recordar. Não importa como começa, importa como acaba.

6 comentários:

  1. Por curiosidade, já tentaste o método de Bullet Journal? É parecido a um planner porque tens a facilidade de colocares os dias também, mas és tu que o crias de raiz!
    Adorei o blog <3

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    1. Não é um método que funcione para mim :) Muito obrigada!! :D

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  2. Tal como já te disse no Instagram, adoro o look, que combinação de arrasar!
    De onde é esse colar, estilo Dalí?
    Beijinhos
    Blog: Life of Cherry

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    1. É da Accessories, uma marca de bijutaria que encontras à venda na Mo! :)

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  3. Não há cá favoritos da Inês que não transbordem fofura e tu própria! Quero muito experimentar esses jeans, já ouvi falar mil bem! E mal posso esperar por te ver caprichar no highlighter! <3

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