sexta-feira, 10 de julho de 2015
Mais uma edição à qual tive o maior prazer de ir e, à semelhança de 2014, só no primeiro dia, que para mim chegou e bastou. Pelas bandas todas novas que tinha para ver, para viver mais uma boa aventura e acontecimento com alguém que estimo mais que tudo. Houve direito a um Sol fantástico, a boa disposição, a uma boa organização da parte dos dois para conseguir usufruir ao máximo de tudo (inclusive a estratégia de ir à casa de banho e jantar fora das horas dos intervalos - e que ainda ninguém parece ter percebido), a visitar todo o recinto com calma e até a experimentar o palco comédia - onde tive a experiência de aparecer nos ecrãs principais duas vezes e MORRI de vergonha - sem deixar de passar nas barraquinhas que nos deram um prémio de uma viagem de barco (vamos a um concerto e saímos a ganhar ainda mais!). Ao contrário do ano passado, não "acampei" nas filas da frente assim que começou os concertos. A companhia também era diferente e o nosso dinamismo não era para funcionar sentados/em pé nas filas da frente e também porque queríamos ver alguns artistas noutros palcos e isso não ia dar jeito nenhum. E também por essa razão não tirei fotografias tão fabulosas como as que consegui fazer no ano passado (e que para elas ainda hoje me babo) e fiquei consideravelmente mais afastada do palco. Still, a experiência foi igualmente maravilhosa!
James Bay: É um amor, uma ternura, a voz com a fórmula de tom certa para apaixonar qualquer pessoa. Tanto eu como o Diogo somos fãs dele e, por isso, foi o concerto que dividimos a cantar as músicas e a saber as letras de cor e a saborear o pôr-do-Sol, o ambiente fantástico, o sorriso encantador e as próprias músicas, claro! Com uma interacção intimista e que, por isso mesmo, achei um erro fatal meterem num palco principal. James Bay não é para palco principal, onde ninguém conhece as músicas e onde eu tive a oportunidade de ouvir esta poeta, ao meu lado, quando começou Hold Back The River (a última da setlist): "Finalmente, estava a ver que ele nunca mais a cantava, paguei 50 euros para ouvir esta música". Auch!
Metronomy: Decidimos jantar ao som de Metronomy, que é quase incongruente porque Metronomy não se ouve de outra forma que não a abanar o capacete, por isso lá despachámos os kebabs assim meio que em mudança de velocidade 6 e curtimos do som tipicamente estranho, giro que se farta e cool, típico da banda. Acho que tinham um estilo muito mais próprio para palco principal do que secundário, até. São tão animados e puxam tanto pelo público!!!
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| Foto de Arlindo Camacho |
alt-J: Era o mais aguardado, por mim. Em 2013 senti facadas no coração por não os ter visto, que foi precisamente o que eu contei ao meu namorado, em Janeiro, e precisamente o que lhe motivou a arranjar um bilhete para esse dia para mim. As luzes estavam a começar a jogar e eu já sentia o coração acelerado, as músicas a começar a tocar e eu alvoraçada, as letras a sair dos meus lábios quase que instintivamente, até mesmo as partes instrumentais. Sim, eu estive no meio do público a abanar a cabeça como se estivesse no meu quarto e a fingir que tinha baterias nas minhas mãos e estive pouco ralada. Adorei, na Tessellate, quando eles na música fazem inspiração e toda a gente à minha volta fez o mesmo, ficou um efeito tão giro! Estava já a fazer um pequeno beicinho e a virar-me para o Diogo a dizer que eles talvez não fossem tocar a Nara, quando ouvi os acordes e quase fiquei sem ar. Foi um momento tão especial, cantar-lhe a música teve um enorme significado para mim. Vou guardar esse momento para sempre!
O que não foi tão especial, é o aspecto geral que tiro de terem colocado uma banda com uma sonoridade tão específica como alt-J num palco principal antes de Muse. Não aprenderam com o falhanço de Interpol na véspera de AM, no ano passado? Ainda não perceberam que as pessoas não sabem estar em festivais e não têm o mínimo de respeito musical? Que jogada amadora. Primeiro porque a sonoridade era péssima (e para quem não se queria aproximar muito do palco, foi o que tivemos de fazer mais tarde) e depois porque alt-J é alternativo, com um som estranho e que não é fácil de gostar. É banda de palco secundário porque só lá vai quem quer mesmo vê-los e não porque estão a plantar-se para ver Muse e não reagem ao concerto. Condenam a banda pela falta de interacção com o público (coisa que a mim não me faz assim tanta confusão, condenaram no ano passado os AM pela mesma coisa mas sinceramente eu borrifo de longe para isso a não ser que seja Coldplay. De resto só quero que toquem as músicas e que me deixem cantar com eles) mas alguma vez alguma banda vai puxar por um público que não dá a mínima por eles? O mesmo aconteceu com Interpol, pessoas sentadas, caras trancadas, sentimento de aborrecimento. Mas o pior é as pessoas conversarem aos berros e a guinchar quando estava a tentar ouvir o concerto. O meu namorado não é fã de alt-J. Tudo bem. Ele foi vê-los porque eu gosto mesmo, de coração, e claro que me deu esse presente. Não sabia nenhuma música deles e até encontrou uns amigos na zona onde estávamos e conversou com eles. Mas eu nem dei por eles conversarem. Respeitaram que estava à volta a curtir o som deles. Boa, porreiro. Mas estava à minha frente um grupo de miúdas altamente histéricas aos berros a falar. E as pessoas esquecem-se que não estão sozinhas a ver isto, que há pessoas que realmente querem ver a banda que toca. Querem conversar? Tudo bem, mas não o façam aos berros, não estraguem. A tal ponto que o Diogo concordou comigo que devíamos sair daquele sítio e ir um pouco mais para a frente. Nem eu me conseguia concentrar nas músicas que estavam a passar nem ele conseguia sequer ouvir o concerto e conhecer a banda. Porque gente aos berros irrita qualquer pessoa, seja ela ou não fã de quem está a tocar. E as pessoas são cada vez mais mal formadas e não sabem estar em festivais.
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| Hugo Macedo |
Muse: Foi o brinde da noite. Muse é para ver cá atrás e não à frente. Eu sei que parece uma ideia ridícula, mas eles são pessoas de show, verdadeiros senhores entretenimento e o espectáculo saboreado de um panorama mais geral foi absolutamente genial. Eu confesso que este novo álbum não me conquistou pelo estilo mais pesado (é verdade, eu não sou uma grande consumidora desse estilo mais potente) mas os outros álbuns tinha todos e cada vez que tocavam as músicas antigas eu cantava-as a potencia máxima (mesmo que não estivesse abafada de pessoas à minha volta). Foi um verdadeiro concerto que me fez as pernas darem as últimas e que me deixou sem pulmões de tanto abanar braços e gritar e cantar. Ah, e gravar snaps à minha querida amiga que não foi a tempo de comprar o bilhete e que é a banda favorita dela. Muitos e muitos snaps só para ela.
Por fim, volto a falar de algo que me desilude um bocado e que eu julgo ter sido isto que fez com que os concertos, modo geral, resultassem mal a não ser Muse: o contexto de cartaz. É certo que o objectivo é cativar todos os públicos mas alt-J, James Bay e Muse não estão nos mesmos elementos químicos. Eu não digo que não se possa ser fã dos três (porque eu sou a prova viva disso e, como eu, muitas mais haverão) mas não há cadência de espectáculo. Um festival devia ter como objectivo aquecer ambiente a cada artista que passa, deixar sempre o público pronto para mais energia até à cabeça de cartaz. Mas com estilos tão diferentes, isso seria impossível. James Bay não aquece concertos, aquece-nos a alma. alt-J não é para começar aos pulos e a querer partir guitarras, é para fechar os olhos e seguir a cabeça ao ritmo da batida. Como é que um público se prepara assim para Muse? A resposta é: não prepara. As pessoas simplesmente correm para acampar para ver Muse e fazem cara de caso nos restantes artistas. "alt-J, que é isto? Do pior, que aborrecido, quero é Muse!", "James Bay? Ah, o gajo do rio. Não conheço mais" foi o que me fartei de ouvir durante todo o festival e isto não faz sentido. Não faz sentido pagar 50 euros por um artista em festival e desrespeitar artistas e os seus fãs e não faz sentido um cartaz que fala do Porto, depois passa para Faro e termina com a Afeganistão. Não há sensação de harmonia de público e só dá janela de oportunidade a faltas de formação e falta de ambiente acolhedor típico de concerto em que o público está todo em sintonia para o artista. Espero que seja para o próximo ano que os cartazes começam a fazer sentido em todo o alinhamento. E se for preciso ir ao palco secundário curtir o som com mais centenas de pessoas que percebem, eu vou. O tamanho do palco não define o artista.
Mas eu gostei tanto... Isto são pormenores que pensamos quando começamos a falar mais pormenorizadamente num festival que me aqueceu a alma. As pernas já não podiam mais, fiquei rouca e cheia de sede, com bochechas rosadas e um cansaço tremendo mas ouvi todos estes artistas fantásticos e que adoro, finalmente cumpri um desejo musical de alguns anos e estava ao lado de uma pessoa hiper-mega-fantástica que me ia dando beijinhos, garrafas de água e comida sempre que necessário. Há melhor? Foi perfeito, no meu mundo! Até para o ano, Alive!
sexta-feira, 3 de julho de 2015
LISBOA
A decisão de irmos ao PARK foi completamente imprevista. Não estava nos nossos planos iniciais mas era final de tarde, estava um calor imenso e que nos convidava a sentar e pedir uma bebida fresca. Nem uma ponta de brisa, pelo que me ocorreu a ideia. "Não é longe daqui?" eu encolhi os ombros, na incerteza. O meu instinto dizia-me que não mas a minha orientação é muito fraca e a ideia que eu tinha de onde estava o lugar podia ser completamente errada. "É sempre seguir em frente. Se virmos que é longe e que não estamos a dar com aquilo, voltamos para trás". A parte mais fácil é mesmo encontrar o bar. Não é necessário andar à procura de letreiros ou portinhas. É um bar em cima de um parque de estacionamento, portanto, a única missão é procurar um parque de estacionamento que tenha um terraço. Fácil. E perto, como o meu instinto dizia!
Quando estive pela segunda vez em Veneza, a minha estadia foi feita num Apart-Hotel. Compensava em vez dos vulgares hotéis e permitiu-nos fazer algo que eu até gosto: fazer compras de casa - nomeadamente comida - e cozinhar em família.
O local que escolhemos era muito perto da maior parte das Faculdades que lá existem. Eu até diria Campus, mas não faz grande sentido dada as dimensões. Na nossa rua havia um canal com uma ponte, que atravessávamos e dava acesso a uma rua de pequenos bares e uma pizzaria, onde de lá cheguei a levar uma magnífica pizza e de onde vi a maior parte dos estudantes a passar lá um bom bocado ao som de Spotify italiano.
Mais à frente havia uma pequena praça que lembro estar sempre cheia de gatos pretos. Eram imensos e assustavam-se sempre com uma torre de relógio que havia erguendo-se na praça, cor de tijolo e perguntei-me quanto tempo mais os gatos iriam assustar-se com algo que toca a todas as horas. Nós íamos a essa praça porque tinha um mini-mercado onde fazíamos as compras para a casa e onde comprávamos coisas para ir comendo também ao longo da viagem (ou estaríamos destinados a uma migalha de bolachas nos cafés por quatro euros e meio). Durante essas minhas visitas a essa praça estavam sempre a circular estudantes, a toda a hora. Uns até faziam esboços desses gatos, mas a maior parte carregava sempre uma pasta preta, de grande tamanho, como se vê com o pessoal de artes no Secundário também, daí eu julgar que a Faculdade que estariam a frequentar teria algo a ver com Belas Artes - vim a descobrir depois que era de Arquitectura, estava lá perto -, e com o tempo que lá estive vim-me apercebendo que os grupos que por lá passavam não tinham todos a mesma nacionalidade ainda que na língua dominasse o italiano. E não pude deixar de pensar num destino como Veneza para se ser estudante de Ensino Superior; Bastante peculiar. Quão fartos estariam eles de água? Quão chato seria quando estavam a sair da Faculdade e se deparavam com uma aqua-alta?
Ali não há nada de juvenil a não ser turístico; Não há pubs, há pequenos cafés que fecham cedo se não estiverem perto do Grande Canal e é uma cidade que adormece e fica escura de noite. É puramente turística. A voltar para casa, muitos eram os becos que atravessava em completa escuridão e, para me salvar, depois mais um pequeno beco com alguma luz. Estava acompanhada mas se lá vivesse e voltasse para casa sozinha não sei como faria. Além de escuros os becos eram estreitos e desprovidos de qualquer ser vivo por perto. Eram pura parede pelo que, se fosse apanhada ali muito pouco poderia fazer que não correr e jogar ao labirinto com o minotauro enquanto gritava por ajuda.
Ainda assim não deixei de pensar no quão fantástico seria fazer uma licenciatura ali. Da janela da minha casa dava para ver uma parte de uma Faculdade e o interior de uma sala. Não tem nada a ver com as nossas, o estilo e as pessoas. Não é uma secretária, senta, ouve e escreve. Era... Dinâmico.
No ano passado conheci um italiano, graças à Sal. Vivia a uma hora de Veneza e, curiosamente, foi lá onde estudou. A primeira coisa que lhe perguntei quando soube e recorrendo às memórias foi "Como? Como se consegue ser estudante ali?" e ele lá me explicou os truques deles. E quando mos contou fiquei ainda mais fascinada por misturarem o mundo turístico que todos vemos de Veneza com a parte ocidental de Veneza - que é basicamente uma cidade normalérrima onde todos os habitantes de Veneza quase vivem - e onde tem os hospitais, discotecas, lojas, etc.
Não tenho o meu curso em Veneza, mas se fosse estudante de artes já tinha feito mil e uma papeladas para lá ir e não ia desistir até lá chegar. Têm a arte literalmente "vomitada" pela cidade inteira, vivem num sítio idílico e ainda podem dar um pulinho à cidade, curtir a vida jovem e voltar para o lugar sossegado de canais parados. Que maravilha de vida. Apesar de saber que seria uma vida cara, pegava nas malas e não pensava duas vezes. É o sonho dos estudantes, disso eu tenho a certeza. E para os festeiros, esse meu "amigo" italiano contou-me imensas histórias de fazer rir até ao fim (ou abrir a boca de espanto).
quinta-feira, 2 de julho de 2015
Eu tenho esta ideia conspiradora de que, quando estão a planear a planta e arquitectura das lojas, há esta conversa:
«-Muito bem, o espaço o mais aberto possível, com paredes largas para todos os artigos de roupa, prateleira para as malas, bancos perto do calçado para experimentarem os sapatos e julgo termos o essencial.
-E quanto aos provadores?
-Quanto aos provadores, este é o objectivo: um cubículo, o mais apertado possível para que o nariz das miúdas bata no espelho, espelho esse que tenha um efeito distorcido, de forma a que se ela se agachar e voltar a subir vá ganhando e perdendo 5kg pelo caminho através do reflexo. Luzes sinistras que façam sombras estranhas, realcem celulite que não existe e mostre os pêlos que ainda estão a nascer e não se vêem em público. Ah, e um cabide. Vamos rir da forma como elas tentam pôr as seis peças (e a ficha do nº de peças) num só cabide mais a roupa que vão despir gargalhada maléfica conjunta»
Bom, talvez esteja só na minha cabeça, mas a verdade é isto que eu penso quando vou comprar roupa e me vejo no quarto do primeiro livro do Harry Potter com uma luz que me faz parecer um monstro. É uma clara razão para não comprar a roupa porque saio de lá com a auto-estima mais enterrada que o metropolitano de Lisboa.
Já houve alturas em que não sabia se havia de levar um par de calções porque as luzes dos provadores faziam-me questionar até se devia mostrar estas pernas em público. Ou braços. Ou cara. Ou existência. Mas depois arrisquei e voltei a experimentar em casa. Eis senão quando, a luz natural e espelho normal volto a olhar e a dizer "Wow! Será que fiz photoshop em mim própria?!"
Na verdade, não percebo. As lojas não têm nada a ganhar em pôr as mulheres a parecer tartarugas mutantes, muito pelo contrário. Mas ainda bem que, por outro lado, assim é. Por muito malvados que sejam os provadores, a verdade é que chego a casa e o primeiro pensamento que me vem ao espelho depois da recordação não muito amistosa do espelho do provador é "que brasa que és miúda". É que qualquer pessoa é uma brasa-brasa quando chega a casa e apaga da memória o seu reflexo no provador.
E a nossa auto-estima volta aos picos. Até os saldos começarem. É ou não é assim meninas?
LISBOA
Há um ano andava tudo louco com o Mercado da Ribeira e a curiosidade surgiu-me de forma quase imediata! Porém, só um ano depois é que lá pus os pés e não sei até que ponto não foi uma boa decisão. As reviews que lia referiam-se sempre a uma enorme confusão e ao facto de não ter a mesma beleza que o Mercado de Campo de Ourique (que agora quero muito visitar e comparar) e achei que talvez fosse melhor esperar até os ânimos em relação ao Mercado assentarem. Ontem foi a oportunidade perfeita, um girly day onde queríamos ir experimentar um lugar novo e não fazíamos ideia do que tentar. Ocorreu-me imediatamente o Mercado da Ribeira e lá fomos experimentar.
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Torres Vedras foi vencedora da primeira edição do Prémio Europeu Green Leaf e este vídeo está tão fantástico, especialmente as praias, muito bem captadas. E já para não falar que a minha casa aparece um bom par de vezes nas linhas de horizonte durante todo o vídeo. Vejam que está bem giro!
Mais um mês cheio de objectivos. As férias não são um impedimento de novas metas, mais descontraídas, simpáticas e aliciantes. Estamos em pleno Verão, a minha estação favorita e quero aproveitá-la ao máximo, incluindo os dias de praia. Quero fazer muita praia e não recusar nem um dia. Quero dar um passo mais confiante na minha saúde e cuidar mais de mim, aproveitar os bons momentos com os amigos e tentar ir ao cinema! Quero ganhar cada vez mais segurança e espero ficar de coração cheio e menos ansioso e, claro, aproveitar o NOS Alive como nunca! Como sempre, espero vir a conhecer um lugar novo em Julho e controlar a ansiedade do final do mês. Gostava também que fosse este mês que voltava a procurar aquela praia fantástica e deserta, mas é um desejo idílico. Espero também poder ir pelo menos uma noite ao Ocean Spirit, já que no ano passado faltei. Espero por grandes noites de Verão e sempre em boa companhia!
Espero que tenham todos um Julho preenchido com amor e projectos incríveis!
Biquínis Oysho: Há três anos que não comprava biquínis!!! Exacto. A principal razão é que as colecções não me têm conquistado. Cada vez mais se assemelham a soutiens e não só não gosto desses modelos como tenho a certeza de que ficam péssimos em mim. Mas quando vi a Black Friday da Oysho decidi dar um pulinho por lá e iniciar a busca, até porque precisava mesmo. E acabei por levar uns modelos bem giros para casa. Mais alguém aproveitou?
Os amigos de Secundário (também) são para sempre: As Faculdades diferentes e as actuais localizações, as datas, os afazeres diários impedem-nos sempre de conseguir ter um contacto frequente durante a época académica. Desde 2012 que combinámos vermo-nos, pelo menos, uma vez por mês e tentamos cumprir isso (às vezes complica-se, especialmente nas épocas mais atarefadas). Mas as férias servem para isso mesmo, para a malta rever-se, rir-se com memórias, contar coisas novas que se passam na Faculdade e matar saudades. Afinal, elas conhecem-me quando ainda usava óculos do Rato Mickey e da Barbie, acho que merecem toda a minha atenção e amizade!!!
Celebrar o amor e a Faculdade: Numa data importante (e nossa) recebi logo pela manhã uma notícia de alívio. Tinha a notificação em email de que a nota de um outro cadeirão tinha saído - a única que me distanciava das férias - e abri aquilo com os olhos a custo do sono e o coração a mil. A nota ali escarrapachada e a certeza de que estava de férias, de tal forma que comecei aos pulos na cama. Mais um ano feito com distinção e com um abraço e beijinho imediato de quem mais estimo e que acredita a 100% das minhas capacidades, o melhor que podia acontecer! E agora... Finalista!
Lanches piquenique: Apesar de estar de férias, o meu namorado não está, especialmente no seu curso que é cheio de projectos e trabalhos de investigação. É bom eu sentir-me útil e poder ajudá-lo no que posso e ainda por cima os locais onde ele tem de "investigar" são giros até dizer chega! E poder fazer um lanche em forma de piquenique com esta vista, ainda mais espantoso é!
Praia, praia, praia: Em Junho tenho usado e abusado da praia. Tenho a sensação de que o ano que aí vem vai ser trabalhoso e quero mesmo aproveitar este Verão. Não me recuso a nada e quero aproveitar cada minuto de praia, coisa que adoro fazer. A água tem estado de uma cor apaixonante, os dias são quentes e têm-me permitido descansar e apreciar as melhores partes desta estação.
Visitar novos lugares: Nos meus Objectivos espero sempre visitar novos lugares, certo? Pois este mês consegui cumprir mais uma vez essa missão com distinção. Brevemente falo-vos de mais alguns sítios bem engraçados para visitarem (ou dizerem-me o que acharam, se já lá tiverem ido!)
Exposição Dalí: Uma pequena exposição de Dalí sobre o Inferno de Dante (que só me fez lembrar um dos meus livros favoritos do Dan Brown) no Colombo. Não foi o meu primeiro contacto com o artista, aliás, nunca mais me esqueci do seu telefone lagosta, mas vê-lo neste registo foi igualmente interessante. A exposição é gratuita, deviam passar por lá também.
Tardes de varanda: As saudades que eu tinha de pendurar a cama rede ou meter o puff cá fora, preparar as minhas bebidas frescas favoritas e apanhar vitamina D na varanda na companhia da minha cadela peluda. Com uma vista que todos os dias me encanta, as tardes e o pôr-do-Sol são de chorar por mais.
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