sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019


Olhem quem está de volta! Tiveram saudades? Eu sei que sim, recebi uns quantos e-mails e mensagens descontentes a dizer que me tinha esquecido dos Favoritos de Dezembro e a temer que tivesse desistido desta rubrica mensal! Aproveito a ocasião para vos relembrar que os Favoritos terminam sempre em Novembro porque Dezembro já tem os TOPs e retrospetiva, pelo que excluo os Favoritos desse mês para não saturar. Mas eles regressam sempre em Janeiro, portanto, não fiquem mais zangados comigo! Ao contrário dos anos anteriores — e da grande maioria das pessoas que assim se manifestaram —, não senti que Janeiro tivesse demorado uma eternidade a passar, muito pelo contrário. Termino-o com a sensação de que passou a voar e pergunto-me se o aproveitei em cada segundinho.


Este anel da Parfois tem sido um dos meus acessórios preferidos do momento e acho que não podia ser mais o meu estilo. Tem o tamanho perfeito, o metal dá-lhe um ar mais contemporâneo enquanto que a pérola traz uma influência mais delicada e clássica. É o tipo de anel que combina com qualquer visual, trazendo um pequeno charme em looks mais casuais e complementando a rigor em outfits mais sofisticados. Gosto de acessórios que marquem a sua presença e façam o seu trabalho sem precisarem de ter tamanhos excessivamente grandes ou excêntricos e este cumpre o seu papel na perfeição, tornando estes pequenos dedos mais bonitinhos.



Este ano, os saldos foram aproveitados com escolhas muito bem pensadas e necessárias, sem grande espaço para cedências de desejos — há outras prioridades, de momento. Entre elas, um cinto. É um acessório que reconheço a sua importância na hora de aprimorar o visual e com uma funcionalidade incrível — especialmente para quem tem cintura fina e ancas largas, como eu — mas que raramente está no topo das minhas prioridades para comprar, pelo que aproveito sempre os saldos para arranjar alguns. Faltava-me um cinto castanho que combinasse bem com o meu armário e este, da Stradivarius, foi o grande vencedor. Tem um padrão cobra muito discreto e, com os tons térreos, traz uma nova informação aos meus visuais e complementa-os, dando-lhes uma nova vida. Adoro combiná-lo com looks claros e com as minhas gangas.



Confesso que nunca fui perdida por riscas; não é um padrão que eu ache particularmente estético ou que me favoreça, pelo que sempre torci um pouco o nariz à tendência, mas esta camisola, da Bershka, merece todos os destaques possíveis de Janeiro e provou-me que existem sempre exceções incríveis. Gosto que as riscas sejam bastante largas e exatamente nesta disposição — costumo brincar e dizer que me vesti de passadeira mas acho que, no resultado final, dão um efeito muito engraçado no visual —, adoro o material da camisola, bem fofinha e, o grande ponto alto, é que me serve. A tendência oversize que tem invadido todas as lojas é um verdadeiro pesadelo para alguém pequeno, como eu, e que é especialmente esguio no tronco e ombros. Há meses que me vou apaixonando por camisolas lindíssimas que, vestidas, permitir-me-iam arrendar espaço para alguém lá viver. As mangas sobram, as costuras assentam nas zonas erradas e, regra geral, sobra muito para uma tão pequena Inês. Esta camisola tem o tamanho perfeito para se revelar confortável, larga na cintura — como adoro — e proporcional ao meu corpo. Adoro conjugá-la em looks monocromáticos e terminar com um pop de cor garantido pelos meus casacos beges ou vermelhos!


A minha rotina de pele está cada vez mais regular e, embora não seja adepta de colocar imensos produtos — acho, até, que chega a ser prejudicial —, há três que gosto de usar, em separado: esfoliante (muito ocasionalmente), creme hidratante (de manhã) e um produto de limpeza (à noite). Para a limpeza da pele admito que, como era uma nova rotina, não queria apostar num produto excessivamente caro que depois não cumprisse o propósito ou cujo hábito não vingasse e ficasse ao abandono. Acabei por me inclinar para a Cien, uma marca que cada vez mais tem defendido a sua presença no mercado e com preços imbatíveis, e escolhi o gel de limpeza indicado para peles normais a mistas — a minha.
O meu objetivo era fazer uma limpeza da pele antes de ir dormir para retirar as células mortas do rosto e eliminar um pouco da poluição e sujidade a que estamos expostos, durante o dia, mas o gel promete, também, a remoção de maquilhagem — facto que não posso confirmar, uma vez que só utilizo batom e, quando vou fazer esta limpeza, há muito que ele já saiu. A fórmula é muito agradável e macia de passar no rosto. A genética tem feito um excelente trabalho mas sinto, de facto, a pele mais macia e fresca após a limpeza. O hábito ficou e foi o meu companheiro ao longo de todo o mês. Se também procuram iniciar uma rotina simples de pele mas não querem perder a cabeça em produtos, julgo que este da Cien pode ser a aposta inicial certeira.
Os sabores de Janeiro foram especiais e todos eles transportam-me para bons momentos do mês. É o caso da trança do SIMPLI, que me remete para o lanche incrível que tive na companhia da Lyne, onde as horas voaram e os assuntos de conversa nunca morreram mas, ao mesmo tempo, transporta-me de volta para Oslo e para a pastelaria nórdica que arrasa na confeção de tranças e buns. Na impossibilidade de regressar à capital para matar saudades do sabor, posso sempre ir ao Rato!

A minha visita flash a Aveiro contou com os sabores gastronómicos do costume. O pastel de nata da Confeitaria Ramos (que, desta vez, não se fez acompanhar pelo ice tea porque eu levo os meus objetivos a sério), a carbonara da Pizzarte e a tripa com Kinder Bueno fazem-me sempre regressar a este lugar maravilhoso e que tem o meu coração por inteiro.

O ano começa começa com estreias — e é assim que eu gosto! Finalmente provei bubble tea, a bebida que tem tudo a ver comigo e cujo resultado da estreia só poderia ser um caso de amor! Experimentei no Time Tea&Coffee e quero muito regressar para provar as outras combinações possíveis, mas também gostava de experimentar em casa  — embora desconfie que não seja fácil encontrar as bobas (se souberem, partilhem, por favor!).

No ano passado, rendi-me ao Pasta Non Basta e prometi que teria de regressar para provar as pizzas que tinham um aspeto delicioso! Aproveitámos o fim-de-semana especial para regressar e não faltei à minha promessa, pedindo a pizza Pasta Non Basta (sem azeitonas!). O veredito? Absolutamente deliciosa e num tamanho impossível de terminar sozinha! Cada vez mais estou rendida a este italiano e ganha a minha confiança em cada prato brilhantemente preparado. Há tanto no menu que ainda tenho de provar...

Para arrancarmos inspirados e com vontade de conhecer novos lugares, a revista National Geographic lançou uma edição especial e exclusiva de viagens, revelando 80 cidades fantásticas que não podemos perder. Divididas em diferentes segmentos — cidades paradisíacas, ligadas à música, à arte, mais urbanas ou pitorescas... —, cada uma tem o seu devido tempo de antena, pontos turísticos de destaque e algumas curiosidades muito interessantes. A leitura é muito agradável e, na impossibilidade de poder incluir todas as cidades lindíssimas do planeta, acho que fizeram uma escolha justa — embora eu mudasse só umas! Deste lado, 15 das 80 referidas já estão (muito bem!) visitadas, o que significa que há muito mundo ainda por ver mas que as memórias destas 15 já ninguém me tira! Se são amantes de viagens, fotografias lindíssimas e procuram inspiração para o próximo destino, recomendo muito esta edição da revista.


Life in Technicolor | "É extraordinário como uma banda com 20 anos de existência e com uma clara transição e inovação de sons consegue, ainda, bater recordes, esgotar concertos e acarinhar novos fãs de todas as gerações. O livro procura explorar isso a detalhe e justificar o fenómeno, aliando curiosidades muito interessantes. Este é o livro que qualquer fã de Coldplay iria gostar de ter!review completa aqui.


Agenda IPO 2019 | "A agenda solidária procura homenagear todos os doentes e familiares que percorrem ou percorreram as instalações do IPO, e as receitas da agenda visam contribuir para a construção do novo Hospital de Dia do IPO de Lisboa e melhorar as condições para todos os doentes e familiares através do avanço nos cuidados de saúde em ambulatório, da facilitação dos acessos, da melhoria do conforto, da comodidade, da privacidade entre utentes e familiares e na garantia de que os profissionais do Hospital de Dia têm condições de qualidade para exercerem a profissão para a qual estão vocacionados." review completa aqui.


Regresso à Pequena Ilha | "É incrível como olhamos para o Reino Unido como Londres num todo e está tão longe de o ser. É um país muito mais campestre e rural do que julgamos e o livro recorda-nos isso de uma forma leve, bem disposta e muito agradável. Se procuram uma leitura divertida, que vos distraia do mundo e vos transporte para o país britânico, não poderia recomendar mais!review completa aqui.
O Primeiro Encontro | "A receita era perfeita para mais um filme vulgar sobre E.T. mas O Primeiro Encontro prima pelo exato oposto; os efeitos especiais e sonoros são ótimos, a narrativa é muito rica e não somos bombardeados com raios laser manhosos e conflitos bélicos fatalistas. Mais do que um filme sobre extraterrestres, O Primeiro Encontro é um filme sobre o tempo e a comunicação.review completa aqui.

Dunkirk | "Dunkirk destaca-se — merecidamente — por dois pormenores incríveis na forma como a história é contada; o primeiro é que esta longa-metragem é apresentada sob três perspetivas: terra, ar e mar. A mesma operação é observada do ponto de vista dos soldados cercados nas praias, da Força Aérea e da marinha. O segundo é que o filme é contado sob um efeito de analepse, onde as linhas temporais se misturam com as várias perspetivas. Esta combinação de fatores — bem ao estilo de Nolan — tornam o filme mais dinâmico e imersivo.review completa aqui.

Abstrato | "O mais interessante no conceito da série é que, embora todos os episódios comuniquem sobre design, cada artista apresenta o seu processo criativo e visão de forma totalmente diferente, com inspirações, estratégias, histórias de vida e desafios totalmente diferentes e que demonstram o quanto o universo do design é vasto, personalizado e longe de ser concreto e quadrado.review completa aqui.

As comemorações no novo ano fizeram-se acompanhadas de inúmeros jogos, entre eles, o Trivial Pursuit do Harry Potter — e podem aceder a uma publicação mais detalhada sobre o jogo aqui. É um jogo para verdadeiros fãs da saga e que testa a nossa atenção para os detalhes. Há perguntas que parecem muito óbvias mas depois apanham-nos desprevenidos e sentimos que precisamos de rever ou reler toda a saga! Se tiverem um grupo de amigos Potterheads, este é um jogo que vale a pena ter à mão!


O ONrhythm 500 é o meu primeiro relógio desportivo e, embora me sinta sempre o Ben 10 quando o uso, acho que temos vindo a ser ótimos companheiros. As informações que fornece e armazena em relação aos meus treinos são incríveis para eu ter uma noção do meu desempenho cardíaco e do quanto sou capaz de realizar no tempo que me é possível treinar. Sempre julguei que as bandas seriam um entrave mas sinto-me totalmente confortável com ela e já a utilizo para o resto do treino — não só corrida. É um excelente aliado para um treino mais funcional. Se quiserem saber mais alguns pormenores, há toda uma publicação exclusiva ao meu novo gadget.


Após anos e anos a melgar sobre a importância de não deixarmos escapar as refeições intermédias e de nos hidratarmos com regularidade, a minha mãe finalmente aderiu à equipa das marmitas e decidiu usurpar a minha lancheira — num gesto de vingança por tanto a chatear com este assunto — para poder transportar os seus lanchinhos e a garrafa de água, o que significa que precisava de uma lancheira para mim. Acabei por aproveitar os saldos da Women's Secret — quem diria que seria aqui que iria encontrar (e comprar!) uma lancheira?? — para comprar uma para mim, com a vantagem de que esta é térmica e conserva a temperatura dos alimentos — não era um detalhe urgente porque acabo sempre por reaquecê-los mas aprecio que não exista o choque de temperaturas e tudo se mantenha numa temperatura consistente até eu voltar a aquecer. O pormenor mais incrível é que tem um tom amarelo adorável e é do Snoopy!


Expressei o meu encanto pela loja Zeca e partilhei convosco que, logo numa primeira visita, tinha trazido uns miminhos. Um deles, foi esta base para copos branca, em cerâmica. É da Duro, uma marca portuguesa e julgo que combina muito bem com toda a minha decoração. Achei que casava bem com a minha caixinha da Zara Home e que ligava bem com os restantes elementos.

Outro artigo que partilhei convosco que trouxe comigo foram alguns postais da cidade de Aveiro. Tenho alguma dificuldade em encontrar postais das nossas cidades que não sejam montagens manhosas e fotografias de qualidade questionável, portanto, quando os encontro e acho que refletem bem a identidade do lugar, levo-os comigo, sem hesitar. Foi o caso destes dois postais ilustrativos da cidade de Aveiro, ambos com zonas emblemáticas da cidade. Seriam dois postais que usaria para o seu propósito original, sem dúvida! Mas estes, vou guardar e usar como elementos decorativos. Afinal de contas, ilustram um lugar que eu amo muito.

Por fim, trouxe comigo mais uma andorinha, desta vez um pouco maior e branca. Ainda não pendurei nenhuma na parede — nem sei se é isso que quero fazer — mas nunca lhes resisto e achei que este par dinâmico e de cores contrastantes ia casar bem — e assim foi! Acho que é uma peça graciosa e que confere graça em qualquer lugar que esteja posta, seja numa parede simples, numa cómoda ou numa mesa. O branco dá uma discrição interessante e pacífica, reservada apenas aos olhares mais atentos e sequiosos de pormenores no meio do óbvio.


Se no ano passado me tivessem dito que a minha rotina ia passar a incluir uma bicicleta, não teria acreditado, mas estaria a torcer muito para que fosse verdade! O uso da bicicleta como meio de transporte é um hábito que acho fascinante e que tenho, agora, a oportunidade de concretizar! A minha escolha recaiu para uma bicicleta estilo pasteleiro giríssima, azul clarinha, de pneus brancos e com uma cestinha para lá de amorosa. O seu estilo clássico e campestre conquistou-me perdidamente e, como já andava de olho nela, aproveitei uma promoção incrível no Continente! Temos sido as melhores parceiras e o cesto é suficientemente grande para colocar lá a minha mala ou lancheira. Sempre que ando nela, dizem-me que pareço a Barbie e eu não me importo nada! Não só é uma aquisição maravilhosa como representa uma rotina totalmente nova e especial. A The Not So Girly Girl já sugeriu a nova hashtag #InêsDeBicicletaAzul e eu amei!

Janeiro foi absolutamente generoso no que toca à música. A primeira semana do ano presenteou-me com um concerto da Maro, o que significa que a artista não saiu dos meus ouvidos — já não saía, mas reforçou a sua presença.

Entretive-me a explorar alguns lançamentos — como sempre, numa salada de géneros, a la Inês — e a descobrir que era fã de The 1975 sem saber. Num belo dia, decidi oouvir o repertório e descobri que sabia as letras de cor, embora nem sequer soubesse o nome das faixas. Vocês também são assim, fãs sem saber?

Os restantes elementos de The Cranberries fizeram uma última homenagem à sua vocalista e lançaram uma última música que já havia sido editada em estúdio. Ouvir O'Riodan uma última vez é emocionante, especialmente por ter uma sonoridade tão próxima com os registos iniciais da banda.

Janeiro não foi um mês em que tenha explorado ao máximo vários artistas, mas mantive-me bastante fiel aos que já gostava. Se só puderem escutar algumas faixas, recomendo, sem hesitar, a Still Feel It All e Amiga de Maro, All Over Now para se sentirem no ambiente foggy britânico em conjunto com The Cranberries, Cerro de San Cristóbal se estiverem numa onda instrumental e sevilhana e I Always Wanna Die (Sometimes), uma música com um título muito triste mas que é uma super canção para ouvir no carro, de vidros abertos e a cantar o refrão a plenos pulmões.
Janeiro foi um mês bom. Embora tenha voado, senti que tudo foi acontecendo a uma velocidade agradável. Começou em clima de festa, entre abraços e desejos de aniversário, com novas rotinas que se revelaram uma lufada de ar fresco — embora ande sempre cheia de sono — e com o concerto maravilhoso da Maro, que era tudo o que precisava para iniciar 2019 a sorrir. 



Os destaques de Janeiro vão para o lanche incrível que dividi com a Lyne, os momentos em família que são sempre preciosos, os momentos de mimo com a Belka, os dias de treino que não falharam — nem um, leste bem, Bia? — os fins-de-semana preenchidos entre reuniões incríveis ou tardes despreocupadas na melhor companhia e o aniversário da avó.


Este primeiro mês trouxe já uma viagem flash a Aveiro, muito necessária. Recarrego sempre baterias nesta cidade-casa, especialmente quando posso rever a família nalguns dos meus lugares preferidos. Há todo um casamento para preparar e, entre pratos, passeios e abraços, pudemos celebrar esse momento e matar as saudades que, na verdade, nunca morrem.


Em Janeiro, não parei. A agenda estava cheia, quer em tarefas, quer em planos incríveis e é precisamente este equilíbrio que eu gosto e que me traz serenidade na hora de repousar. Comprei a minha bicicleta azul, fui à primeira edição do Noites no Observatório de 2019 e conheci pessoalmente toda a equipa da Nude Magazine — e que incrível é conhecer a Sara ao fim de tantos anos blogosféricos!


O mês termina com excelentes notícias ao virar da esquina e com um alívio enorme a sair dos ombros. O balde de água fria foi pontapeado e a batalha foi vencida.
Este mês, estou muito grata pela presença diária da minha família e do Diogo na minha vida. São pessoas que eu estimo com o coração todo — incluindo o mau feitio — e que são muito importantes para a minha estabilidade. Todos eles querem sempre o melhor para mim e movem mundos e fundos para o provar, todos os dias. Eu só posso agradecer e retribuir como posso e sei. Este foi um mês em que a minha ansiedade deu algumas tréguas e trouxe de volta alguma da alegria e espírito leve que esteve um pouco adormecido nos últimos tempos. Sei que o notaram.

Estou grata pelo concerto incrível da Maro, por ter amigos tão incríveis que se fazem sempre tão presentes, mesmo quando não dá para nos encontrarmos. Estou grata pelas notícias ao virar da esquina que recebi e que tiraram do meu peito o peso que andava a carregar. Estou muito grata por tudo ter corrido bem.

Fevereiro, sê épico!

5 comentários:

  1. Conquistaste-me com essa lancheira do Snoppy e com as recordações de Aveiro (realmente, encontrar um postal que não seja duvidoso é uma tarefa difícil!). São tão mimosas! Por outro lado, não podia estar mais de acordo contigo quanto à Cien; tem sido uma companheira fantástica sem pesar na carteira. Não era algo que estava à espera de uma marca de supermercado!

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  2. Já ando para comprar o Trivial Pursuit do Harry Potter desde que começaram a aparecer imensos anuncios e noticias no Facebook. Tiveste um mês em cheio :D

    3200 Degrees ♡ // Instagram

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  3. Ó meu coração fica mesmo tranquilo quando lê que janeiro foi gentil contigo, apesar de tudo.
    Não consigo dizer qual o meu favorito de todos os que apresentaste porque gosto de tudo, mas quero só dizer que damn girl essa camisola é muito a tua cara.
    💛💛

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  4. Rendeste-te aos produtos da Cien!! Que maravilha!! Garanto-te que valem por cada cêntimo!!
    E esse anel da Parfois? Deveras elegante e muito a tua cara!
    Quanto aos sabores de Janeiro, também eu ainda me sinto marcada por eles!! Que venham mais! 💕

    LYNE, IMPERIUM BLOG

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    1. Já usava Lyne x) mas acho que sei ao que te estás a referir e não, continuo a usar Uriage. Só uso o gel de limpeza da Cien :)

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