quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

SÉRIES || Abstrato


Abstrato é uma série documental, original da Netflix, que destaca artistas do mundo do design, em várias esferas. A série — que, para já, só conta com uma temporada — contém oito episódios, cada um dedicado a um designer diferente.

Christoph Niemann (ilustrador), Tinker Hatfield (designer de calçado), Es Devlin (cenógrafa), Bjarke Ingels (arquiteto), Ralph Gilles (designer de automóveis), Paula Scher (designer gráfica), Platon (fotógrafo) e Ilse Crawford (designer de interiores) são as personalidades que figuram esta  primeira temporada, todos eles conceituados na sua área e que apresentam as suas visões e métodos em relação ao design e à arte.

O mais interessante no conceito da série é que, embora todos os episódios comuniquem sobre design, cada artista apresenta o seu processo criativo e visão de forma totalmente diferente, com inspirações, estratégias, histórias de vida e desafios totalmente diferentes e que demonstram o quanto o universo do design é vasto, personalizado e longe de ser concreto e quadrado. Todos os episódios são independentes uns dos outros e a estética é muito estimulante e apelativa — cada edição e efeito é adaptado ao estilo do designer. Os meus preferidos são o de Christoph Niemann, Tinker Hatfield, Paula Scher, Bjarke Ingels, Platon e Ilse Crawford.

Abstrato procura mostrar o que vai na cabeça de algumas das mentes mais criativas e bem sucedidas da atualidade e revela-se uma série muito interessante e rica em pontos de vista extraordinários. Estejam ou não ligados ao mundo das artes, não deixem de assistir.

Poster

2 comentários:

  1. Eu já vi isto por lá mas ainda não lhe peguei...mas visto assim parece interessante! Obrigada pela sugestão, Inês!

    Jiji

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  2. Foi uma série que fiz questão de acompanhar calmamente. Um episódio por dia, porque tudo o que é bom parece terminar depressa (ou então, tenho de ter algum cuidado em não ver cinco episódios logo de seguida), pareceu-me ser ideal. Gostei bastante! Não estava à espera de gostar de certos episódios e foram precisamente esses que mais me interessaram. Os meus preferidos foram o do Tinker Hatfield e do Platon. Simplesmente maravilhosos. Não só o modo como eles falavam do seu trabalho, da sua arte, mas as próprias experiências de vida.

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