quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018


Tinham muitas saudades dos Favoritos? Confesso que eu tinha. Dão uma trabalheira tremenda, mas é sempre um prazer trazer, todos os meses, tudo o que aprovei e amei de cada mês. Janeiro durou anos, mas foi um mês muito agitado, onde a agenda estava cheia e havia sempre algo para fazer. Começamos este ano com a carga toda! Vamos lá matar essas saudades?




Desde que comprei as camisolas de gola alta da Bershka, tenho vivido dentro delas! Adoro-as, uso-as imenso — mais do que alguma vez iria imaginar — e não sinto frio com elas. Foi por isso mesmo que decidi apostar em mais camisolas do género, desta vez, sem gola alta.
Tirando a gola, é praticamente tudo igual. O tecido é parecido (senão igual), o que me ajuda a sentir-me aconchegada, e podem perfeitamente ser usadas por dentro de outras camisolas ou por fora. Comprei em bege e outra em azul eléctrico, sendo que o bege é uma cor mais óbvia no meu armário, clássica, intemporal e que combina com tudo, e o azul foi uma aposta arriscada. Embora também vista muitas cores neutras no inverno, gosto de ir contrariando essa onda e apostar em peças com cor, alegres! E o azul foi escolhido por isso mesmo. A cor destaca-se em relação a tudo, mas combina perfeitamente com os tons neutros e com o meu tom de pele e cabelo claros. Achei que fui bem sucedida na aposta, senti-me arrojada e favorecida.


Já tinha um colar com uma pequena pérola, que uso e abuso, mas, desta vez, veio parar às minhas mãos um colar com uma pérola maior. Sofisticado e minimalista, raramente saiu do meu pescoço e complementou tanto os visuais mais clássicos e arranjados, como os mais básicos e casuais. Sinto que é um acessório que combina muito comigo e com o meu estilo, não acham?


Janeiro, além de recomeços, normalmente, também significa presentes de Natal atrasados. É o caso deste cachecol vermelho. Não imaginam o quanto fiquei feliz por o receber. Há muito que queria um cachecol vermelho, tarefa que fui adiando — insensatamente, visto que este ano estão na berra e seria muito mais fácil de adquirir — e tê-lo nas minhas mãos, no tom e textura que eu sonhava, foi maravilhoso. Tal como as camisolas, gosto de apostar na cor, e sempre achei os cachecóis vermelhos um clássico que dá um pouco de vida a qualquer conjunto sóbrio. É aquele tipo de peça que favorece tanto morenas como loiras, no meu entender! O cachecol é da Geração Urbana.


Estas mom jeans foram um achado tão bom deste mês, que fiz questão de lhes dedicar uma publicação. E lá, vão perceber que não são umas calças quaisquer. Da Pull & Bear, sem rasgões, lavagens estranhas e proporções absurdas, usei e abusei das minhas primeiras mom jeans. São de um conforto inacreditável e, embora tenham uma imagem descolada, sinto-me sempre bem arranjada, quando as visto. Nelas, sinto-me bonita e valorizada. Não podia pedir mais.


Vi estas calças no site da Bershka, durante o Verão. Como não arrisco a comprar calças online, sempre que entrava numa loja, procurava-as, sem sucesso. Não havia sinal das calças e, para meu desgosto, fui perdendo a esperança à medida que o tempo passava e as colecções novas chegavam. Nas promoções e saldos de final do Verão, também não apareciam. Julguei que seriam uma daquelas peças exclusivas online e que não estávamos destinadas. Segui em frente.
Até que os saldos após o Natal chegaram, e vi um par na loja. Um. Achei que era o destino, até ter visto o tamanho: 32. Ai confirmei que era o destino... a pregar-me partidas! Perguntei se vinham mais, se havia em stock e explicaram-me que era uma devolução. O meu coração rasgou-se ao meio.
Eis senão quando a minha amiga Jo encontra-as. Pombas brancas voaram nesse dia, os sinos tocaram. Mas o melhor? Estavam em saldos, a 7,99. Seis meses depois, confirmo que valeu a espera.
São no corte cigarrette e o pormenor do pêlo cor-de-rosa dá-lhes imensa personalidade e piada. A lavagem é das minhas preferidas e, desde que saí à rua com elas, só oiço que são giras e muito Inês. É uma peça diferente mas que se complementa bem com as peças que tenho no meu armário e sinto-me sempre muito arranjada e divertida quando as tenho vestidas. 


Este é, talvez, o acessório mais improvável do meu armário. E adoro-o. A tendência dos laços não é recente, mas demorei a encontrar um que tivesse a ver comigo. E sei que não é everyone's cup of tea, mas acho-o o máximo. A fivela com as flores dá-lhe um ar mais pesado e, rapidamente, podia criar uma imagem foleira, mas resultou precisamente no contrário; acho que é precisamente essa fivela que lhe dá um toque diferente e menos aborrecido. É um acessório de destaque, diferente, e que merece ser usado com confiança e sem medo! Gosto imenso de usar com camisas — como no caso da foto que, na ausência de um registo melhor, tive de aproveitar o meu boomerang — e com as minhas camisolas pretas de gola alta, porque o laço dá um pequeno charme. É da Zara!


Existem batons que parecem ser feitos para os nossos lábios. Onde a cor fica tão harmoniosa e nos favorece tanto que até nos custa imaginar como vivemos anteriormente sem ele. O Velvet Rose encaixa-se, na perfeição, nesta descrição.
É o tom de rosa perfeito para os meus lábios. Um pouco escuro, mas nada pesado, é perfeito para o dia-a-dia, em que só quero ter um pouco de cor no rosto e a garantia de que estou favorecida, porém discreta. O batom é matte, da gama Velvet Matte e, embora transfira, não sai do contorno dos lábios — que é um bónus para mim, porque odeio quando isso acontece! . Estou apaixonada por esta cor, de verdade!
Ah! E para os amantes de coisas vulgarmente satisfatórias, a embalagem tem um íman que 'suga' a tampa, quando fechamos o batom. O deslizar perfeito e o 'click' final vai fazer-vos rejubilar.

O mês de Janeiro fica registado por muitos bons garfos mas, este mês, apenas quero referir três pratos memoráveis e muito especiais.
O primeiro, é um creme de marisco. Depois da passagem de ano, decidimos aproveitar os mariscos que sobraram do jantar e preparámos um creme de marisco caseiro. Com as celebrações terminadas e o primeiro dia do ano a contrastar com a agitação do dia 31, tudo o que desejávamos era um dia lento, quentinho, descansado e com uma refeição reconfortante. A sopa combinou na perfeição. Com um sabor a mar delicioso, aveludada, pedacinhos de camarão e tão quentinha que nos aquecia por dentro. Foi uma refeição muito simples, mas que marcou o meu mês pelo seu simbolismo hygge.

O segundo, foi a minha estreia com a mãe a cozinhar noodles. Andávamos há alguns anos a dizer que um dia faríamos, um dia iríamos arriscar, um dia iríamos experimentar... E o dia chegou. Fizemos num wok e a nossa casa ficou inundada com cheiros orientais. A massa estava tão boa, tão rica em ingredientes... Foi um sucesso! Receita aprovada!

O terceiro, foi a nossa visita ao San Pietro, a nova pizzaria de Torres Vedras. Só de recordar aquele jantar, tenho um enorme desejo de regressar e voltar a experimentar todos aqueles sabores. Querem mais detalhes? Está tudo aqui, nesta publicação!


Em Janeiro, pude testar o serviço de álbuns digitais da Saal Digital, e o resultado foi ainda melhor do que eu esperava. Decidi fazer um álbum temático — com fotografias de todas as minhas viagens — e ficou tão bonito, tão sofisticado e tão especial que tive de partilhar convosco, nesta publicação. Nela, encontram uma review da qualidade do álbum e uma reflexão nostálgica sobre as fotografias das nossas aventuras.

Sapiens — "A leitura deste livro foi absolutamente estimulante e enriquecedora. Só lamento não o ter lido mais nova, durante a época em que ainda tinha Filosofia, por exemplo. É um óptimo livro para amantes de História, Biologia Humana e Sociologia ou para quem simplesmente quer saber com mais rigor qual é a História da Humanidade e como tudo ao nosso redor, na verdade, funciona. Da mesma forma que recomendo vezes e vezes (e vezes!) sem conta a Breve História de Quase Tudo, chegou a hora de recomendar vezes sem conta Sapiens." — Lê a restante publicação aqui.


No universo do ecrã, sem dúvida que a adesão à Netflix, este mês, foi o ponto alto. Sinto-me tão satisfeita por poder assistir às séries, filmes e documentários que ando há séculos para ver ou cujo horário perco na televisão...! Estou mais actualizada e os meus serões são mais satisfeitos por poder assistir o que quero, aconchegada ao pé da lareira. Claro que, graças a esta novidade, muitas produções tornaram-se grandes favoritas, a começar pela série Dark, que eu fiz questão de lhe dedicar uma publicação inteira, aqui.
Uma outra série que marcou o mês de Janeiro foi The Crown. É a série que acompanho com a minha mãe e, embora seja uma produção cheia de qualidade e com uma banda sonora perfeita, a verdade é que ela ganha um sabor ainda mais especial por representar o momento de mãe e filha a que nos permitimos, quando nos juntamos no sofá com uma manta e assistimos juntas todos os episódios, acompanhadas de canecas de chá e comentários ocasionais.
Ainda sobre séries, finalmente consegui acompanhar, de forma organizada, a série Cosmos, e até lhe dediquei uma publicação, aqui.

Loving Vincent  — "Esta animação biográfica consagra-se como o primeiro filme na História do cinema a ser totalmente pintado, contando com 65.000 quadros de óleo sobre tela e 115 pintores que fizeram nascer o filme respeitando a técnica de Van Gogh e tornando o filme mais próximo à alma artística do pintor." — Lê a restante publicação aqui.

Ao Encontro de Mr. Banks — "Eu adoro a Mary Poppins e há muito tempo que quero ler o livro, mas fico contente por ter assistido a este filme antes, que conta como a mágica e positiva Mary Poppins é inspirada numa história inesperada, mas muito especial." — Lê a restante publicação aqui.

Um Desastre de Artista — "Existem vários factores para que Um Desastre de Artista seja tão brilhante, a começar pela caracterização quase perfeita. James Franco está absolutamente irreconhecível e só soube que era ele quando mo segredaram ao ouvido, enquanto assistíamos." — Lê a restante publicação aqui.

InnSæi — "Será a intuição menos válida do que a lógica e os comportamentos racionais? Como funciona e como podemos melhorá-la? De que forma é que nos podemos ligar mais a nós próprios, às pessoas que nos rodeiam e à Natureza? Como desacelerar e impedir que tranquemos sensações importantes para a nossa saúde mental e equilíbrio?" — Lê a restante publicação aqui.

O Carnaval de Torres está aí à porta e foi lançada uma app dedicada ao evento: CarnavalTorresVedras, que expliquei, com muito pormenor, como funcionava aqui. E não podia deixar de a mencionar nos Favoritos, não só porque fico muito orgulhosa que este evento esteja a ganhar uma dimensão bonita, como é de louvar o esforço por receberem os visitantes de fora da melhor forma possível, e a aplicação é um exemplo disso. A sua simplicidade e eficácia merecem uma referência, nesta edição de Janeiro.




Quando vi o lançamento desta caneca no Instagram da Primark, além de achar um tremendo jogo sujo para a minha carteira e coração, desatei a rir por dentro, porque se a caneca do Chip deu o festival que deu, esta caneca maravilhosa seria ainda pior. Como não adorar um rosto fofinho do Harry (que faz lembrar os Funkos)? Não criei muitas expectativas e fui visitando a secção de casa da Primark quando calhava. E calhou.
Quem ama canecas — mas quem ama a sério — sabe a sensação fervente que é ver uma caneca de sonho; é quase tão quente como quando fazemos a nossa bebida preferida e aquecemos as mãos na porcelana morna. É o que sinto quando vejo as minhas canecas de sonho e foi o que senti ao ver a caneca do Harry Potter. Giríssima, bem grande — como eu gosto — e adorável.


Lembram-se de ter desejado esta caneca, em Outubro? Já tinha perdido todas as esperanças e todos me diziam que, provavelmente, essa colecção já tinha terminado. Até a minha mãe aparecer com uma nas mãos. Fiquei um sino. Adoro de paixão esta caneca; tal como a do Harry, é bem grande e tem sido a preferida da minha mãe.



Este Janeiro foi muito fotográfico, como não adorar isso? Recebi, na recta final deste mês, a minha encomenda de 25 fotografias da Parabo e fiquei um sino. No meu instagram @innmartinsm —, tenho uma foto onde explico todo o processo e dou uma review do serviço, portanto, espreitem lá!
Já o disse vezes sem conta, no Bobby Pins, que adoro fotografias em papel. É um luxo a que me permito, volta e meia, e lá imprimo umas quantas. Desta vez, alinhei neste formato porque há muito tempo que tenho uma ideia de DIY e esta era a oportunidade para a colocar em prática. É tão bom quando as nossas memórias estão a um toque (dos verdadeiros, nada de ecrãs) de distância...!

Guardei o melhor para o fim. Este mês, deram-me para as mãos algo muito especial e que eu considerei uma honra. Tenho muito orgulho em saber que o Bobby Pins é, para muitos, um espaço onde se sentem bem, onde se sentem melhores, onde sentem que saem mais ricos. Isso era o meu maior objectivo, e saber que o cumpro deixa-me no topo do telhado. Várias vezes, recebo mensagens de que vos inspiro, consolo, ajudo, motivo, e continuam a ser inacreditáveis. E quando posso conhecer leitores que mo fazem questão do dizer cara a cara, torna-se ainda mais surreal. Sou tão normal, sou tão... nada de especial. E fazem-me sempre sentir extraordinária.
É o caso da Catarina. Foi a primeira leitora que eu conheci e com quem lanchei e conversei. Partilhei isso convosco, inclusive. E gostei tanto de a conhecer que continuámos com um contacto muito mais próximo e até já nos encontrámos de novo. E ela deixou-me algo muito especial e importante: uma Fita de finalista. Eu ainda fico tão embasbacada a lidar com este tipo de carinho, que ainda não tenho uma fórmula para agir com normalidade e conseguir expressar tudo o que sinto quando têm um gesto destes comigo, portanto, acho que a Catarina não compreendeu, de verdade, o quanto a Fita significou muito para mim — uma inteira, meus caros!!! — e o quanto me senti honrada quando ela disse que tinha muito poucas Fitas e só estava a distribuir a pessoas especiais. Para mim, estas coisas são muito emocionantes e, embora tenha reagido de uma forma muito natural e contida, quando desenrolei a Fita para a escrever, lágrimas vieram-me aos olhos. Que momento especial e simbólico: ela está a terminar uma etapa tão marcante e eu a poder escrever-lhe algo porque ela tem um apreço desmedido por mim e pelo meu trabalho. Confesso, termino esta reflexão de lágrimas nos olhos e com muito orgulho nas duas.
Ah, música! O tanto que ouvi (e descobri)! Muito graças ao Spotify Premium, sejamos sinceros. Este mês está uma verdadeira salada musical, mas pensemos: qual é o mês em que vos apresento uma playlist homogénea? Está por vir...

Temos uma mensagem muito bonita da Taylor Swift (quem diria?) para o dia de ano novo e o lançamento do hino do (meu) Carnaval: Samba da Matrafona (já ouviram?). A música fica completamente no ouvido e dou por mim a trauteá-la ou a deixar escapar um verso nas ocasiões mais inapropriadas, afinal de contas, cantar sobre Matrafonas em Lisboa não é o cenário idílico!

Este mês, decidi explorar melhor uma artista que já tinha conhecido há um ano, eis senão quando começo a ouvir a minha música com delay e me apercebo que a mesma música estava a tocar na televisão, por causa de um anúncio. Há timings muito giros!

Apaixonei-me pela soundtrack de inúmeras produções, recordei, com saudade e peso no coração, uma banda que fez parte da minha adolescência e lamentei a perda precoce da vocalista, explorei melhor alguns artistas nacionais e deixei-me levar pelo novo EP do José Gonzalez. Está tudo aqui, nesta playlist. Com certeza, de alguma música vão gostar!


A dez minutos do começo deste ano, eu e a Bia não partilhávamos da agitação dos copos que precisavam de ser enchidos e das passas que tinham de ser distribuídas. Em vez disso, estávamos juntas a listar o quanto 2017 tinha sido amargo. Parecia uma retrospectiva ácida, que precisávamos de dividir para entrarmos em 2018 sem amarras, dívidas ou assuntos mal resolvidos. Esse momento foi digno de sitcom porque, depois da contagem decrescente, ouvi os gritos de "FELIZ 2018" dentro de abraços apertados. Uma explosão de energia e esperança saiu de dentro de mim e demos por nós a gritar de felicidade e a partilharmos desejos que ficam só entre nós.

Há uns quantos anos que a minha passagem de ano também significa a celebração de um aniversário e, desta vez, fiz questão de preparar algumas surpresas. 2018 não podia ter começado com melhores pessoas, que me querem bem e que torcem para que seja muito feliz.

Não parei, em Janeiro. Foi o mês dos dias corridos e das saudades das amigas que não pude ver. Foi o mês em que os astros se alinharam e encontrei várias delas em Lisboa, entre os meus afazeres e entre os delas. Aquele "não acredito!" no meio das avenidas, o abraço de quem pensa que, combinado, não teria resultado, o passo que abranda para que possamos dividir este 'café improvisado' durante o tempo que nos é possível.

Em Janeiro, fui ao cinema, abracei um novo desafio, contrariei o tempo e as distâncias, e comprei um porquinho para a Belka. Fiz duas formações, vi o pôr-do-Sol em Santa Cruz, a meio de uma semana caótica, e fiquei em segundo lugar no bowling

Tive de fazer chamadas chatas, receber e-mails negativos e contorná-los, rever umas propostas e manter a sanidade mental e a confiança de que vai tudo correr bem, no final. Voltei a ter de ser anestesiada (o que não é um Favorito), mas o resultado final e a segurança de que está tudo bem valeu todos os procedimentos chatos. Saber que, finalmente, podemos fechar este ciclo, que durou quase um ano, com um suspiro de alívio foi dos pontos mais altos de Janeiro. Sabe-lo no dia de aniversário da minha avó, só me ajudou a dar-lhe o melhor presente possível.

Foi o mês em que tentei aproveitar todos os momentos possíveis para desacelerar e descansar, e isso traduziu-se em domingos de verdadeiro 'Netflix and Chill' e em adormecer na banheira enquanto tomava um banho de imersão. Este mês, muitos pesos de 2017 começaram a cair dos meus ombros e senti que, finalmente, conseguia repousar e 'dormir sobre o assunto'.

Janeiro teve tantos passeios, e eu gosto tanto disso...! Com a avó, com o João, com a mãe. Passeei por Torres, por Lisboa e por Sintra. Visitei novos lugares, regressei ao Planetário e adormeci a meio de dezenas de filmes e séries. O cansaço, volta a meia, venceu. E a minha companhia perdoou, como sempre.

Janeiro teve aniversários, cafés tardios e momentos memoráveis. Começámos 2018 com Chave de ouro.

Obrigada à minha família, que torce sempre por mim. Sempre que tenho uma boa notícia, é a melhor notícia do mundo. Quando tenho uma má notícia, aniquilam-na com palavras de ordem e culinária maravilhosa. É assim que esta equipa louca funciona, e onde me sinto em casa. A todos eles, eu agradeço.

Agradeço à minha Belka. Sou sempre a primeira a chegar a casa e ela está sempre pronta para me receber com entusiasmo. Ela é o YAY dos meus dias. Se a Laika é o meu Patronus, a Belka é o chocolate que ajuda sempre tudo a ficar melhor.

Obrigada, Bia, Diogo e Jo. Vocês foram muito importantes, este mês. Obrigada por dividirem todos estes momentos atribulados comigo. Gosto muito de vos ter a vocês na minha vida porque sei sempre que ficam felizes com a minha felicidade e que não têm malícia nenhuma no coração. Obrigada pela preocupação, pelas chamadas, Jo. Obrigada por estares sempre pronta para ir procurar um lugar que sirva bolo às onze, Bia. Obrigada por seres a minha gémea. Obrigada por todo o apoio de bastidores, Diogo. Saibam que quando estou nos holofotes, a brilhar, ele está sempre lá atrás, nos cortinados, de dedos cruzados e a confirmar que eu estou a seguir o caminho dos meus sonhos.

Obrigada, Catarina. Pela tua Fita, mas não só. Por todo o carinho com que me recebes, por seres uma miúda tão maravilhosa de se conhecer e conversar. Este universo dos blogues tem-me permitido conhecer e relacionar com seres humanos tão extraordinários e incríveis! E tu és uma delas. Muito obrigada por me considerares tanto e por ser tão fácil arranjar sempre algo para conversarmos e perdermos a noção do tempo.

Que Fevereiro seja gentil e traga vitórias.

11 comentários:

  1. Adorei as canecas! São tão maravilhosas *.*

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  2. Que bom que tiveste um Janeiro tão positivo.
    Gostei imenso de ler estes favoritos, aquelas calças com pelinho cor-de-rosa são só incríveis e ficam-te super bem.
    Espero que Fevereiro seja ainda melhor e que nos tragas mais fotografias tão giras como estas. Beijinho :)

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  3. As canecas e as fotografias! Adorei! Parabéns pelas fotografias, são espetaculares!
    Beijinho, Ana Rita*
    BLOG: https://hannamargherita.blogspot.com/ || INSTAGRAM: @rititipi || FACEBOOK: https://www.facebook.com/margheritablog/

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  4. So big, so interesting post! Lovely photos, like it!
    Have a nice day darling! ♥
    Visit: My blog ♥ Malefica!

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  5. Graças a ti, essa caneca adorável do Harry também já mora cá em casa 😊 Inês, os teus favoritos são provavelmente os posts que mais gosto de ler, adoro-os! Obrigada por trazeres tanta alegria à blogoesfera :) e aproveito para dizer que adoro ir espreitando o teu instagram. É lindo 😍

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  6. Nem consegui esperar para acabar de ler antes de comentar a parte da Body Talk e do Pronto a Vestir, uma vez que tenho uma camisola exactamente igual à azul em preto - super confirmo o conforto! - e, precisamente ontem, uma amiga ofereceu-me um batom lindíssimo dessa gama sendo que uma das coisas que me deixou mais entusiasmada foi a embalagem super linda e o íman para evitar perdas desnecessárias. 🙈 aliás, até fiz uma sessão fotográfica para um possível post.
    As minhas partes favoritas destes Favoritos foram sem dúvida os Momentos e os Agradecimentos. Tão sinceros, bonitos e dedicados aos teus amigos. Que maravilha saber-te abraçada por pessoas tão queridas, preocupadas e amigas. Sinto-me sempre absorta e feliz por saber que pessoas tão maravilhosas como tu estão abençoadas com tamanha genuinidade de alminhas.
    Um beijo enorme, Nês. Mesmo grande. E um xi-coração super apertado.🌻💛

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  7. Os meus favoritos de toda a blogosfera! Quem me dera ter uma Primark cá perto para ver essas canecas do Harry Potter. Tamb+em ando a reunir uma série de fotos para imprimir porque sinto falta de as ter em papel (já devo ter umas 400). Por fim, se tens o Netflix, permite-me sugerir-te (escrevi sobre ele no meu blogue, mas, se gostas de história, acho que te vai interessar) um documentário absolutamente essencial chamado "Auschwitz: os nazis e a solução final".
    Por onde anda a Sofia?-Instagram

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    1. Muito obrigada pela sugestão, Sofia! Por acaso, já conheço e acompanho :D

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  8. Gosto sempre tanto destes teus posts, principalmente porque fico sempre a conhecer novos filmes ou séries e músicas novas fantásticas!

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