Talvez o cliché dos clichés seja esta típica lista das 30 coisas a fazer antes dos 30. Dei por mim, há uns tempos, a pensar nisso, como se os 30 fossem a meta e nada de incrível pudesse acontecer depois da terceira década. Mas decidi, no auge da beleza (e incerteza) dos 25, pensar em coisas que já gostaria de ter arrecadadas — na memória, principalmente — quando soprasse 30 velas. Não quis escolher 30 coisas ao acaso e também não atirei para a Lua; pensei em 22 coisas realistas que gostaria de ver concretizadas até daqui a cinco anos. Se acontecerem, perfeito. Se não acontecerem... os 31 estão cá para isso. E os 32.
sexta-feira, 24 de julho de 2020
quarta-feira, 22 de julho de 2020
DAILY || Aproveitar o Verão 2020
Este ano, demos por nós a sentenciar um pouco o verão de 2020 por todo o contexto de pandemia. De facto, não é o típico verão de sonho mas, pelo menos deste lado, tenho-me esforçado para saborear pequenos pedaços de liberdade (ou normalidade) e tirar proveito do que este verão tem para oferecer. É assim que o tenho aproveitado...
terça-feira, 21 de julho de 2020
BOM GARFO || Receita Cheesecake de Morango
Verão combina com lanches no jardim, chá frio e... cheesecake! Uma fatia doce e fresca para combinar com a alegria da estação. Tenho a maior sorte por ele ser tão prendado na culinária — alguém tinha de o ser! — e depois do sucesso que foi ter partilhado pedacinhos da preparação (nunca tinha recebido tantas mensagens!!!), deixo-vos aqui o passo a passo da cheesecake de morango do chef Diogo. Tomem nota!
segunda-feira, 20 de julho de 2020
SÉRIES || Next In Fashion
Sendo uma fã assumida de reality shows de moda, cedi de imediato à sugestão da Netflix Next In Fashion, que recolhe o tradicionalismo dos típicos concursos de costura, preservando os elementos que mais apreciamos nestes programas, e dá o twist moderno que procuramos.
Estreado no início do ano e apresentado por Tan France e Alexa Chung, Next In Fashion reúne 18 estilistas que, em pares, vão concorrer para ganhar o prémio de 250 mil dólares e ver a sua coleção à venda na Net-a-Porter. O twist é que estes concorrentes já vestiram, de facto, grandes celebridades e alguns trabalham em grandes marcas de luxo mas nunca conseguiram a oportunidade certa para vingar em nome próprio.
Se gostavam de programas como o Project Runway — eu amava! — então este é o reality show em que podem dar play sem medo de serem felizes. Cada episódio tem um desafio temático que culmina com um desfile de moda. O habitual acontece: dou por mim a contestar e a questionar, frequentemente, o bom gosto do júri (ou a ausência dele) e a torcer pelas minhas criações preferidas. Tendo em conta que de (alta) costura eu não entendo absolutamente nada, fico-me pelo deslumbramento, sem escolher estilistas preferidos. Cada episódio, torço por um diferente!
quinta-feira, 16 de julho de 2020
LIVROS || In Five Years
Como idealizas a tua vida daqui a cinco anos? Dannie tem, na sua conceção, a vida perfeita: trabalha na sociedade de advogados dos seus sonhos, está noiva de um namorado atencioso e planeia, brevemente, mudar-se para a zona de Nova Iorque onde mais ambiciona morar. O seu plano a cinco anos é detalhado e altamente metódico, mas tudo muda quando acorda numa casa que não é a sua, ao lado de um homem que não conhece e, ao olhar para o calendário, se apercebe que avançou cinco anos no futuro... e nada é o que ela planeou.
In Five Years foi a minha escolha para uma leitura leve de verão e a verdade é que me surpreendeu pelo rumo da narrativa, pelo final e pelo protagonismo que escolheu dar a algumas personagens. É um livro com uma dinâmica muito cinematográfica e centra-se, de forma não-óbvia, em temas como a nossa constante necessidade de controlar o rumo da vida, a amizade, lealdade e o amor de uma forma muito humana. Embora não me tenha identificado muito com a protagonista, senti empatia por ela e por todas as personagens pelas suas características reais e muito humanas.
Não sendo uma leitura marcante ou extraordinária, foi a minha companhia de praia, mergulhos de piscina e leituras na cama-rede ao por-do-Sol e acho que combinou na perfeição com a ocasião. Se procuram uma leitura leve e gira de verão, podem apostar neste livro. Onde se imaginam daqui a cinco anos?
WOOK
Bertrand
Este artigo contém links de afiliados.
quarta-feira, 15 de julho de 2020
TECH || HP Sprocket 200
Adoro ter as minhas fotografias num formato físico de papel, e mesmo quando o digital chegou para dominar o mundo fotográfico, continuei a imprimir as minhas memórias preferidas. Confesso que, mais recentemente, este hábito começou a ficar mais irregular e queria contrariar a tendência. O regresso dos formatos polaroid reavivou este meu gosto pela fotografia impressa e há anos que sei que queria investir numa impressora portátil.
Confiando nas recomendações da Carolina e aproveitando uma promoção incrível, decidi, finalmente, mimar-me e ceder a este meu (muito aguardado) desejo. A HP Sprocket 200 foi a minha escolha, no modelo Luna Pearl.
Este aparelho portátil permite-vos imprimir fotografias em formato 5x7 — do tamanho de um cartão de multibanco. Não necessita de tinteiros e a utilização é intuitiva e muito prática: basta instalar a app no nosso telemóvel, selecionar a fotografia que desejamos imprimir, personalizar as configurações de como queremos que a nossa fotografia saia (molduras, stickers ou legendas) et voilá...! Uma memória saída deste pequeno forno. Só precisam do bluetooth para funcionar!
A HP Sprocket 200 vem com carregador, manual de instruções e uma recarga para a estrearmos logo, em papel autocolante (uma das duas opções de papel disponíveis, sendo que as recargas são fáceis de encontrar — se tiverem alguma dica valiosa sobre o melhor sítio para comprar as recargas, partilhem nos comentários!).
Tenho de admitir que esperava mais da calibração de cores e que a impressão não é fiel à fotografia no meio digital (o próprio modelo tem sofrido muitos defeitos de fabrico, comercializando impressoras que imprimem fotos num tom muito amarelado ou rosado. Se for o vosso caso — foi o meu, na minha primeira aquisição — podem contactar o suporte HP e trocar por uma totalmente nova, sem custos). Ainda assim, as fotos têm uma tendência para o rosa, que só fica revertido quando eu própria calibro a matiz de cores ainda digitalmente (e, depois disso, a fotografia sai com cores mais fieis). Inicialmente, ponderei trocar por um modelo ou marca melhores mas as reviews que tenho visto de outras impressoras semelhantes acabam por apontar o mesmo problema. Mas acho importante que tenham conhecimento disto antes de investirem num aparelho destes.
Adoro máquinas de fotografia instantânea e, na indecisão entre optar por uma impressora ou máquina, decidi apostar, para já, na impressora pelo controlo a imprimir as memórias certas e pela segurança de que vou poder ter a memória em formato físico mesmo que não tenha uma câmara instantânea por perto. Voltei a ter memórias na mão e já estou a ter ideias de como vou expor estas fotografias! Tenho-me divertido imenso e recordado do quanto é bom ter estes formatos físicos e simples nas mãos.
terça-feira, 14 de julho de 2020
SÉRIES || The World's Most Extraordinary Homes
A produção perfeita para todos os amantes de arquitetura e design de interiores. Disponível na Netflix — e já com três temporadas —, The World’s Most Extraordinary Homes conta com Piers Taylor (um galardoado arquiteto) e Caroline Quentin (atriz) para apresentarem os projetos mais originais, bonitos ou insólitos do mundo.
Cada episódio é dedicado a um país diferente — sendo que já existe um em Portugal! — e apresenta sempre quatro casas deslumbrantes, extravagantes ou singulares. Não se poupam a detalhes e, ao longo de cada episódio, temos acesso a todos os pormenores mais incríveis da casa, incluindo esclarecimentos acessíveis de como a casa foi pensada ou edificada e entrevistas com os arquitetos e residentes.
Desde os tempos do MTV Cribs que sou fascinada por programas de casa e este não podia ser exceção. É a nossa escolha de domingo, num final de dia que se quer leve e com conteúdo familiar. Dou por mim a pensar quais as casas em que ficaria e quais não combinam comigo, como é que iria decorar os espaços (...). Se são fãs de programas de arquitetura e design, este tem de estar na vossa lista!
domingo, 12 de julho de 2020
ISTO É TÃO INÊS || E os Objetivos de 2020?
Chegámos à metade de 2020 e, em circunstâncias normais, este seria o momento de voltarmos a olhar para os objetivos definidos para o ano e observarmos quão perto estamos de os cumprir, o que não funcionou e o que pode ser adaptado. Mas a verdade é que não estamos em circunstâncias normais e admito: durante uns tempos nem sequer olhei para estes objetivos.
E não me cobrei. A pandemia já me tirou muita coisa e tirar ainda mais a minha auto-estima seria inaceitável. A minha vida mudou: a minha realidade quotidiana, profissional, familiar e social está completamente diferente. Mas há uns tempos dei por mim com vontade de voltar a pegar nesta lista. A verdade é que escolhi aqueles objetivos porque gosto deles e não pela mera formalidade de pedir desejos de ano novo. Acho que isso é o segredo para os queremos concretizar, não é? Então, decidi voltar a pegar nas minhas expetativas para o ano e fazer o balanço.
Há planos que, naturalmente, tive de mudar ou de nivelar expectativas. Por mais que seja chato ou que doa, é essencial para os conseguirmos encarar como um extraordinário testemunho da nossa adaptação e do quanto não temos controlo sobre quase nada. Seria mágico se um número tão bonito quanto 2020 se traduzisse mais em sucessos e sonhos cumpridos? Sim. Mas os sucessos, os momentos bonitos e as boas notícias não estão à espera de números bonitos. Surgem quando tiverem de surgir (ou quando fizermos algo para que surjam, também).
Houve alguns que pensei em descartar. Se não vão correr como quero, então aguardo pelo próximo ano. Mas cheguei à conclusão de que, se os podemos concretizar (total ou parcialmente) de outra forma, acho que vale a pena experimentar. Testar a nossa capacidade de nos reinventarmos ou de estrear novos métodos. Tem sido exemplo disso o meu objetivo de ser mais social: faço por estar presente à mesma. Estar perto não é (só) físico e, embora também gostasse que este objetivo incluísse a parte de sair mais vezes de casa, a primeira metade é adaptável. Decidi não desistir dela.
Agarro-me aos planos que conseguem sobreviver totalmente. Continuo a querer explorar a minha beleza, manter-me disciplinada no consumo de fast-food, poupar para o sonho e contrariar a preguiça para me mexer. Estes não mudaram e se há coisa que vieram provar é a importância de escolhermos objetivos que dependam muito mais de nós do que das nossas circunstâncias. É aí que temos a certeza de que os escolhemos a pensar em nós e na nossa vontade de amadurecer e não no ambiente que nos rodeia (e que espera de nós coisas que, por vezes, não estão em sintonia com o que queremos).
Está tudo bem se certas metas não vão ter pernas para andar ou se as vamos cortar de uma forma diferente do que idealizámos no início do ano. As que não acontecerem agora, concretizar-se-ão noutra altura, com melhores oportunidades. E as que acontecerem só provam o quanto somos capazes de nos reinventar e resistir às adversidades. Significam muito mais porque exigiram de nós um ânimo, um gosto e uma dedicação extraordinários ao que seria necessário. E isso diz muito sobre nós.
Também eu estou a aprender a guardar alguns na gaveta sem sensação de culpa ou fracasso. Também estou a aprender novas ferramentas para os meus objetivos continuarem a funcionar. Tem sido uma viagem que tento aproveitar com alegria e espírito de inventora, fascinando-me com as descobertas e rindo com as quedas. É assim que crescemos.
segunda-feira, 6 de julho de 2020
WEB || Ouviste Isto? #4
Memorização e linguagem. Nesta edição do Ouviste Isto? consigo identificar, facilmente, o tema global que liga os três episódios que vos quero recomendar. Foram a minha companhia em viagens de carro e nos momentos de praia, espero que sejam a vossa companhia também!
domingo, 5 de julho de 2020
VÍDEOS || Saudades do que Sempre Tivemos
Volta e meia, tenho dado por mim a regressar a este vídeo que fiz de forma tão leve e descontraída. Sinto que, depois de tudo o que está a acontecer este ano, estas memórias de 1 segundo ganharam uma nova — e mais carregada — dimensão; o que antes era apenas uma recordação original e criativa de 2019, agora, é também um lembrete das coisas simples e mundanas que dava por garantido.
Observo detalhes de atividades que agora são mais difíceis de concretizar, da simplicidade com que chegávamos aos espaços ou estávamos com os outros, sem medos, protocolos ou rédeas curtas. Raramente encaro o vídeo com melancolia — apenas quando a saudade é assoladora — mas sim com gratidão, ternura e uma sensação de lição aprendida: pertenço a uma geração que raramente sofreu grandes contrariedades do mundo e estamos a aprender a saber aproveitar melhor as coisas que temos (elas não duram nem estão ao nosso dispor sempre/para sempre).
Cada vez fico mais contente por ter este registo e espero, um dia, regressar aos módulos que me deixavam viver mais feliz. Com mais consciência e responsabilidade, é certo. Mas regressar.
sexta-feira, 3 de julho de 2020
O mês do verão, dos banhos de sol e das bebidas frescas. Junho chegou para ficar e ofereceu resistência na partida — quem mais sentiu que se passaram anos para o mês terminar?! Deste lado, foi um mês de adaptação, fugas, descobertas incríveis e notícias menos boas — faz parte. Guardei o melhor para partilhar convosco, como se estivéssemos numa conversa de esplanada! Ora, acompanhem-me...
quarta-feira, 1 de julho de 2020
MÚSICA || Summer In Italy
Uma playlist sobre o verão e aldeias pitorescas e remotas. Limoeiros no céu azul sem nuvens. Cones de gelado e bolas de nata e manjericão. Vestidos coloridos, que rodopiam, e alperces. Terrazzas e mesas desarrumadas. Dias que só se põem às 22h. Flores brancas, descampados e vinhas verde-alface de pé alto.
Sobre janelas abertas de par em par e brindes em copos de vidro à luz de um candeeiro de rua. Músicas intemporais e românticas que nos transportam para um passeio de mão dada, em modo fuga, pelas pequenas ruas e atalhos. Descampados e piscinas antigas. Sobre tons amarelados e pavimentos em pedra antiga. Cestos de piquenique e sorrisos que rasgam os olhos. Lugares secretos apenas descobertos por exploradores. Jantares de garfo erguido no ar para apanhar com os lábios a ponta do esparguete. E uma vontade inexorável de guardar cada um destes detalhes para sempre, as cores, os cheiros, os sabores, as sensações... para sempre, como uma polaroid antiga.
A minha playlist preferida do momento. Numa altura onde não podemos conhecer mundo, que bom poder ser transportada através da música. Um verão em Itália.
Subscrever:
Mensagens (Atom)








