2019 começou — como já vem sendo habitual — com um abraço ao Diogo e um bolo de aniversário improvisado. Para o novo ano que se avizinhava, não tinha grandes ideias ou emoções reservadas a não ser dúvida e apreensão. Sabia que queria sair do loop de abatimento dos anos anteriores e, para isso, tinha alguns planos e mudanças reservados mas tinha receio de não os conseguir cumprir. Fosse como fosse, sabia que ia ser um ano diferente. A agenda mostrava-mo.
Em 2019, partilhei convosco seis objetivos para o ano que se iniciava e, agora, fico muito feliz em ler cada uma das propostas e saber que as cumpri. Foi um ano de mudanças para hábitos mais saudáveis e foi incrível ver esta minha motivação refletir-se nas minhas pessoas, que também se propuseram — e conseguiram! — criar hábitos mais saudáveis.
Não foi o ano em que recuperei a minha auto-estima mas devo dizer que a montanha russa teve mais subidas do que descidas. Não me limitei a sentir pena das emoções negativas que sentia por mim própria. Agi.
Foi um ano de concertos, duas viagens incríveis — Dublin e Disneyland —, pouco verão e muito trabalho. A nível profissional, foi um ano de grande mudança, trabalhando com doenças neurológicas, um projeto que me permitiu obter a minha cédula profissional com grande estudo e dedicação. Além disso, continuei a apostar na minha formação e no networking. Foi, sem dúvida, uma das áreas onde mais amadureci.
Um ano de amor e onde estive mais presente do que nunca. Um ano de muito namoro — e de muito esforço para encurtar a distância — de estar com os amigos — nem sempre fisicamente mas sempre com muito carinho — de marcar cafés, confirmar jantares, combinar lanches e celebrar momentos. O ano em que festejámos o casamento da Mariana e do Zé, uma cerimónia bonita e cheia de personalidade. O ano das barriguitas e da saúde.
Passeei muito, tive tempo para mim, fui mais organizada e metódica. Passei pelo Alentejo, Aveiro e Porto. Este último, para me consagrar nutricionista. Celebrei aniversários, incluindo o meu. A entrada nos 25, um número que sempre me disse qualquer coisa. Resta-me trabalhar para que signifique qualquer coisa.
2019 não foi o meu ano preferido, o ano em que me senti absurdamente feliz ou realizada mas foi um ano bom, não o posso negar. Foi um ano de tréguas e onde lutei para sair da desmotivação que me avassalava. Tinha de começar por algum lado e Janeiro foi o ponto de partida para traçar um caminho que me trouxe, pelo menos, paz, que é um ingrediente fundamental para me sentir feliz.
Para 2020, não tenho tantos planos já traçados como tinha para 2019 mas as possibilidades são, sem dúvida, maiores. Há muito que não tinha esta motivação e energia para começar um novo ano e não a quero desperdiçar. Não estou com a vida perfeita — longe disso — mas estou com genica para ser feliz neste novo ano.
Para todos, desejo-vos um excelente 2020. Que seja o primeiro de uma década de sucessos!















