segunda-feira, 30 de abril de 2018

BOM GARFO || Restaurante Central - Bom Jesus

 BRAGA

Uma vez que estávamos hospedados no Parque do Bom Jesus e como o café junto ao Santuário só iria abrir o seu serviço nocturno muito tempo depois da nossa visita, restou-nos procurar restaurantes pelas redondezas e torcer pelo melhor. Apenas dois estavam abertos e um deles estava cheio de vida lá dentro, pelo que decidimos confiar: Restaurante Central - Bom Jesus.

Cheios de água na boca — e brilho nos olhos depois de toda a caminhada pelo Bom Jesus que nos deixou cansados, esfomeados, mas radiantes — olhámos para a carta enamorados. Um lombo com batata assada e, para mim, um bacalhau à moda de Braga, que é um bacalhau com cebolada e batatas a acompanhar. Uma vez em Braga, não podia deixar esta receita passar!

E o veredicto? Estava tudo absolutamente delicioso! Claro que fiz questão de roubar uma garfada de lombo e de batata assada, e o sabor estava incrivelmente apurado, o molho estava na dose certa e as batatas estavam repletas de sabor, cremosas por dentro!
O meu bacalhau estava maravilhoso. As lascas separavam-se com o mínimo esforço do meu garfo, a cebolada estava perfeita, no ponto de sal ideal e as batatas acalmavam a gula que crescia dentro de mim. Porém, a dose indicada para uma pessoa era absolutamente gigantesca e não consegui terminar tudo. Sem dúvida que as doses são bem grandes, perfeito para bons garfos e gulosos!

Arriscámos, mas saiu-nos a sorte grande e regressámos ao hotel (do outro lado da estrada) de barriguinhas e rostos felizes. Se já têm um passeio programado para o Bom Jesus, querem fazer uma das refeições pela zona e um picnic não é opção, podem apostar no Restaurante Central, com bons pratos regionais e uma simpatia radiante, típica da região.
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Travessa Mãe d'Água, 7-9
Braga
Contacto: 253 676 638

Fotografia

domingo, 29 de abril de 2018

BLOGOSFERA || Olá Carolina, Cherry e Joaninha!

Confesso que esta foi uma das publicações que mais demorei tempo a escrever. Não gosto de escrever (para publicar) quando os sentimentos ainda estão à flor da pele, mas concluí que este encontro não ia, tão cedo, assentar da forma que desejava por ter sido tão especial.

Conheço-as a todas há anos, sendo que, de facto, a Carolina é quem eu acompanho há mais tempo — mas isso vocês já sabem —. E com todas tive desencontros, horas que não encaixavam e datas incompatíveis. Sinto que isso aumentou ainda mais a nossa expectativa. Confesso, ainda me sinto nervosa e estranha quando avanço para cafés combinados — neste caso, para um pequeno-almoço muito gostoso no Tíbias de Braga —, e também saio sempre receosa de ter dito ou feito algo que a minha companhia tenha considerado hostil ou indelicado, embora a possibilidade de finalmente conhecer miúdas por quem tenho um carinho desmedido e admiro se sobreponha a qualquer receio de nada resultar como esperamos.

A sensação principal que tenho ao recordar este encontro não é de que estive com bloggers, colegas ou conhecidas. É a de que fui visitar amigas que estão noutra ponta do país. Sinto que esta conclusão pode ter uma conotação enjoativa e melosa mas não é, de todo, assim: é uma sensação muito real e calorosa. E acredito que isto só é possível por sermos tão fiéis à nossa identidade, que a empatia que criámos, mesmo que por ecrãs, tinha de ser tão real quanto numa qualquer outra ocasião mais comum. Já lá vai uma generosa fatia de anos a observar o amadurecimento umas das outras (por vezes muito antes da própria pessoa se aperceber que cresceu), a acompanhar as diferentes etapas, as vitórias e derrotas, inseguranças e superações, interesses e experiências, a concordarmos ou a discordarmos. E o rescaldo destas relações só podia ser uma afinidade que parece surreal podermos sentir. Admito que foi estranho olhar para cada uma delas e nunca antes ter conhecido como era a sua voz, o tom, as suas expressões e outros pormenores que parecem triviais mas que vão ser sempre fundamentais na nossa linguagem corporal para nos relacionarmos. Mas sabia que gostava de cada uma delas mesmo que nunca tenha visto como se comportavam no mundo, porque as conhecia. São o que prometeram e demonstraram ser, e foi isso que me fez criar um laço de ternura com cada uma delas antes mesmo de combinarmos cafés. Simplesmente agora é mais rico e mais fiável.

Sentir isso olhos nos olhos foi reconfortante e muito emocionante, para mim. Sentir que pude falar sobre o que me apetecesse com elas sem sentir que precisava de filtrar para me proteger foi absolutamente libertador. Explorámos uma infinidade de assuntos e, embora não possa falar por elas, senti o à vontade para falar e reagir que só quando estamos no café habitual com amigas podemos sentir. Só com alguém com quem sentimos essa confiança e segurança.

Cherry tem um sorriso contagiante e uma candura que me faz derreter, a Carolina tem uns olhos lindíssimos que ainda nenhuma fotografia conseguiu fazer o devido jus e um carisma que se sobrepõe aquele que conseguimos encontrar no Thirteen e a Joaninha tem uma leveza e autenticidade que não nos deixa indiferentes. E todas elas são fiéis à forma bonita como supus que seriam. Minto. São ainda mais bonitas.

Perdi a noção das horas enquanto conversava com a Cherry e a Carolina e dividi um abraço cheio de lágrimas com a Joaninha. Por vezes parece mentira que exista um grupo tão significante de pessoas na Blogosfera que são verdadeiramente boas e não apenas educadas, que são autênticas e fiéis ao que escrevem, mas é a realidade. Comprovei-a, até agora, em cada chá partilhado, em cada abraço que nunca se quer soltar e que nunca acaba por ser só um. Odeio Domingos, não é novidade para ninguém, mas este recordarei sempre como um dos melhores que já vivi por poder dividi-lo com miúdas que sabem tão bem como já sou. Regressei a Lisboa com o aperto no coração de saber que, agora, depois de um momento tão bem partilhado, só vou poder matar saudades de cada uma pelas coisas que partilharem nas suas páginas, redes e mensagens. No fim, não sei se é uma sensação sinceramente partilhada mas, deste lado, vão ter sempre uma amiga com quem podem contar e que, por acaso, também escreve umas coisas giras num blog. Cada vez sou mais grata por este blog me permitir conhecer pessoas tão fantásticas e interessantes.


sábado, 28 de abril de 2018

PASSAPORTE || Just Relax


Podia dizer que adorei a ideia de tirar algum tempo para desfrutar da piscina interior e do jacuzzi do hotel por causa do cansaço da viagem e das subidas e descidas pelo Parque Bom Jesus, mas a verdade é que não me sinto cansada. Eu estou cansada. Não é o tipo de cansada em que estou desesperada para repor horas de sono, mas um cansaço quase visceral e onde tenho muitas poucas armas para sair dele — e quando saio, sinto-me culpada por isso, mas é uma outra história que, um dia, partilho convosco —. Têm sido raros os momentos em que não me preocupo com mais nada a não ser estar feliz sem precisar de justificações. De sentir que o meu coração está nos compassos certos e que o meu peito não pesa nem me afunda.

Aquele momento, na piscina, foi um deles. Um céu delicioso, onde o cor-de-rosa se fundia com o azul com a doçura e subtileza que só a nossa atmosfera consegue fazer. A água da piscina na nossa temperatura corporal e o fato de banho no corpo a fazer-me reconhecer que já tinha saudades do Verão. Do calor. Das noites em que podemos sair sem casaco e dos dias em que precisamos de uma camada extra de protector solar.

Ainda não tenho a absoluta capacidade para fazer o meu corpo reconhecer que pode relaxar em ocasiões e lugares que assim o permitem. Meditar, estar no spa ou a nadar numa piscina interior, na maior parte das vezes, não me libertam. Sinceramente, não sei o que o faz, mas sei que, surpreendentemente, foi assim que me senti naquele momento. Segura, esperançosa, renovada. Emocionada.

Nadei até os braços me doerem, flutuei, mergulhei, brinquei na água, quase adormeci no jacuzzi e terminei sentada à beira da piscina a olhar para o céu de toalha na cabeça. A vantagem de nunca sabermos quando vamos voltar a sentir-nos livres por dentro é estarmos conscientes de que temos de aproveitar esses momentos como se fossem a última fatia de um Bolo de Chocolate Delicioso. E porque não estava mais ninguém senão nós, dancei, ri e cantei sem vergonha, fui feliz sem culpa e senti a electricidade dentro de mim que tenho visto adormecida, em alguns dos meus dias.

Vou sempre recordar aquelas horas com a ternura de quem sabe que alguns momentos podem repetir-se (afinal de contas, céus bonitos e piscinas de sonho é coisa que não falta) mas que a intensidade e a forma de estar com que os vivi nunca será a mesma. Grata, corpo.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

BOBBY PINS || Obrigada!


No início deste mês, descobri que a candidatura do Bobby Pins ao concurso Open World Awards, promovido pela Momondo, tinha sido aceite e encontrava-se em fase de votações. E decidi partilhar e apelar ao voto.
Para ser sincera, nunca me senti muito confiante em relação a concursos com votações; é chato e não queremos melgar os outros para o fazer. Contamos sempre com a boa fé dos outros e nunca sabemos os desfecho que pode vir a ter. Mas é com muita honestidade que vos confesso que disse para mim própria 'Porque não? Vale pela experiência!'

Sei que o que vou partilhar é o cliché de todos os clichés mas não acreditei quando recebi um e-mail a dizer que era finalista na categoria Open World. Li milhões de vezes e achei surreal. Para ser muito sincera, ainda nem acredito.

Mas mais surreal ainda foi todo o carinho que fui recebendo ao longo desta fase e todo o movimento que se gerou. Nunca esperei, mas foi tão bom de se sentir, tão inesperado, caloroso e emocionante!!! É por isso mesmo que preciso de agradecer a todos os que votaram no Bobby Pins. A todas as mensagens que fui recebendo e todas as partilhas. Não imaginam o quanto isso me deixou mais feliz.

Em Maio, haverá um evento para o anúncio oficial dos vencedores e respectiva entrega dos prémios. E se estarei presente nele, devo-o inteiramente a todos vocês. É de coração cheio que afirmo que já estou feliz, que já valeu a pena por isto. Porque vocês reconheceram o meu trabalho e ajudaram-me num desafio. E isso é impagável. Por fim, quero deixar os meus parabéns aos restantes finalistas que estão nesta última fase comigo (que ainda não tenho conhecimento de quem são, mas não tenho a menor dúvida de que o merecem). É um privilégio desfrutar desta experiência. Uma vez mais — e todas as vezes que forem necessárias —, obrigada.

PASSAPORTE || Bom Jesus do Monte


Talvez o lugar mais romântico de Braga...! Bom Jesus, icónico, o local que vem sempre à nossa memória (ou, pelo menos, à minha) com a gigantesca escadaria que vai dar ao Santuário. Está dividido em várias zonas — parque, santuário, zona hoteleira — e certamente uma delas vai adequar-se aos vossos interesses.



Estávamos hospedados no Hotel do Lago, inserido dentro do Parque Bom Jesus, e foi a nossa primeira e mais demorada visita de todas. Romântico, charmoso e envolvente, não faltam lagos, fontes, pontes e recantos bonitos para os mais aventureiros — como nós — explorarmos até à última gota. No Bom Jesus, podem fazer um calmo passeio de barco, refrescarem-se nas fontes de água bem fresquinha — e que nos soube tão bem com o calor de Verão com que fomos recebidos, em Braga —, descansar nos vários banquinhos e coretos espalhados pelo parque, deslumbrar com a riqueza dos detalhes do Santuário — que me deixaram boquiaberta —, descansar na esplanada ou aproveitar a boleia no primeiro funicular da Península Ibérica que é, neste momento, o mais antigo a funcionar no seu sistema de locomoção a água.




No Bom Jesus, deixei-me perder, experimentei milhões de caminhos diferentes, desfrutei das sombras, abracei os raios de Sol e encantei-me com a vista. Há todo um ambiente místico que me fez recordar a Quinta da Regaleira — embora em detalhes muito próprios, como as grutas e as fontes — e sentir-me uma verdadeira fada. A Primavera já está a fazer-se sentir e pude apreciar os jardins em flor e o cor-de-rosa das inúmeras árvores, que tornam o lugar ainda mais vivo e aperaltado. Para rematar, não há como negar o espírito explorador que cada um tem dentro de si e 'ver Braga por um canudo' que, na verdade, é um monóculo que nos permite ter uma visão mais privilegiada e detalhada da cidade que se movimenta debaixo de nós.




Uma das vantagens de termos ficado dentro do Parque do Bom Jesus foi o privilégio de podermos ter desfrutado do Parque em diferentes alturas do dia e, consequentemente, dinâmicas, algo que, por não sermos locais, seria muito difícil de concretizar, especialmente no curto tempo que tínhamos de visita. Pude desfrutar de um Bom Jesus cheio de vida numa plena tarde de sexta-feira, recheada de turistas e famílias felizes, mas também pude apreciar um pôr-do-Sol de Verão em que tive o local praticamente vazio só para nós e para os sinos melódicos do Santuário. Pude dar um passeio nocturno (e um pouco assustador, admito!) para ajudar na digestão do jantar, e pude apreciar o amanhecer num dos locais mais encantadores de Portugal, totalmente vazio. Houve alturas em que achei que o Bom Jesus era só meu e permiti-me a sentir esse egoísmo. Foi um privilégio que me fez sentir grata e feliz por ter absorvido tudo com tempo e alma. Se tiverem condições para, façam-no também.




quinta-feira, 26 de abril de 2018

LIVROS || Astrofísica Para Gente com Pressa


Ou, neste caso, para gente que vai viajar de comboio e quer entreter-se com um livro, mas tem de ser pequeno ou de bolso para não acumular peso (suponho que este título não vingaria, por ser tão extenso e exclusivo). Já perceberam como ele veio parar às minhas mãos, certo?

Escrito por Neil deGrasse Tyson — que também apresenta a série Cosmos, que já vos recomendei —, o astrofísico propôs-se a explorar e explicar alguns dos conceitos mais fundamentais do cosmos de uma forma sucinta e carismática, para chegar aos leitores que se afastam desta área por a considerarem incompreensível, associarem a volumes gigantescos e chatos ou, simplesmente, que não têm tempo para se debruçarem nesta área como desejariam.

Muitos de vocês já sabem que a minha relação e interesse pela Física é relativamente recente — com poucos aninhos de vida —. Durante o meu percurso pelo Secundário, o meu coração vivia para a química e, por oposição, detestava a física de uma forma visceral. Não a compreendia e não me despertava particular interesse. Há tempo para crescer e percebermos que existem conhecimentos que valem a pena investir.

Em capítulos breves, Astrofísica Para Gente com Pressa classifica-se como um 'guia do Universo' e eu concordo. Tem uma linha condutora clara desde o Big Bang até às reflexões finais — os últimos capítulos do livro foram os meus preferidos! —. No entanto, devo confessar que não achei o sentido de humor assim tão apurado como prometiam (não acho que essa seja a área de expertise do deGrasse Tyson, mas sim as suas reflexões filosóficas sobre o Universo, que acho sempre tão sensatas e interessantes) e sinto que a narrativa tinha alguma oscilação em relação ao grau de dificuldade com que os assuntos eram abordados — perdia muitas linhas a explicar determinados conceitos, e outros partilhava como se qualquer leigo estivesse a par —. Sinto que não preciso de voltar a repetir qual é o livro que têm de ler se realmente quiserem conhecer a Física, Química e Biologia de uma forma descontraída, muito bem explicada e com (aí sim) um humor muito agradável, pois não?

Ainda assim, é um livro curtinho perfeito para quem realmente quer entrosar-se mais nesta área e abraçar a (astro)física, não como uma área hostil e aborrecida, mas como um baú de factos intrigantes. O fascinante da Física é a sua globalidade: as mesmas leis funcionam no prato de comida que aquecem, no instrumento que tocam, nos abraços que dão, nos comboios que apanham para ler livros sobre astrofísica, nos planetas do nosso sistema solar e em todo o restante Universo. E este facto fascinante e assustador devia ser razão suficiente para ninguém querer ficar às sombras da ignorância — especialmente com toda a literatura acessível e disponível que temos diante de nós, como é o caso deste livro. Recomendo, recomendo e recomendo!

Autor: Neil deGrasse Tyson
Número de Páginas: 153
Disponível na WOOK (ao comprares o livro através deste link, estás a contribuir para o crescimento do Bobby Pins).

quarta-feira, 25 de abril de 2018

PASSAPORTE || Hotel do Lago

Quando recebemos o pacote da Odisseias, soubemos imediatamente que destino escolher: Braga. E de todas as ofertas disponíveis para a região, a nossa escolha foi para o Hotel do Lago.
Tenho de admitir que não estava convencida quando li na descrição do Hotel que este se situava dentro do Bom Jesus. Assumi várias coisas — que estaria pertinho, que ficaria na zona... — mas custava-me acreditar que, de facto, se localizava dentro do Parque. Rapidamente confirmei que a descrição estava mais do que correcta.

O Hotel do Lago permitiu-nos o paraíso na Terra. Como não tínhamos carro, sabíamos que precisávamos de arranjar uma óptima estratégia para desfrutar de um dos lugares mais emblemáticos de Braga com tempo. Ficar dentro do Parque Bom Jesus foi a solução mais prática (e incrível!). A cereja no topo do bolo é a parceira com o Hotel do Templo, que nos cede os seus espaços de piscina interior, jacuzzi, ginásio (...) enquanto nos deliciamos uma vista de cortar a respiração.

Confesso que não sou, de todo, exigente no que toca à escolha ou estada em hotéis — muito pelo contrário, em algumas alturas admito que devia ser mais — mas o Hotel do Lago surpreendeu-me pela positiva, não só pela localização mas também pela atenção dos funcionários, a limpeza dos quartos e a variedade do pequeno-almoço — uma das refeições mais essenciais para mim, não só quando estou em viagem, mas que atribuo ainda mais importância quando estou em modo mala rosa e, aqui sim, sou bastante exigente —. Se as minhas palavras não chegarem, o SC Braga estava hospedado neste hotel. Têm planeada uma viagem a Braga e andam a pesquisar um hotel tranquilo localizado num lugar charmoso? Podem apostar no Hotel do Lago sem medo de serem felizes!


Fotografia

terça-feira, 24 de abril de 2018

BOM GARFO || Sale & Dolce

 BRAGA

Almoço tardio. Era só nisto que pensávamos quando saímos da estação de Braga, e foi a primeira coisa que procurámos fazer. Depois de uma rápida pesquisa, apontámos para o Sale & Dolce.
Com uma esplanada apetitosa e um interior acolhedor, moderno e sofisticado, Sale & Dolce apresenta-se como uma casa de gastronomia italiana e... japonesa. Parece uma combinação improvável? Talvez, mas suspeito que saiu vencedora, já que uma rápida vista de olhos a todas as mesas revelava que ambas as opções eram bem recebidas e nenhuma possuía a unanimidade por parte da escolha dos clientes.

(Muito) esfomeados, a nossa escolha foi para o menu de almoço executivo, que incluía couvert, sopa, um prato quente ou uma pizza até 3 ingredientes e café por 8,50€. Existe também um menu semelhante para a opção japonesa, esta com o custo de 12€.

Pizza em massa fina, recheada de queijo e dos ingredientes deliciosos que escolhemos, que nos encantou à primeira dentada. A única coisa que melhorava? A cozedura do pimento, um dos ingredientes que escolhi para a minha pizza. Uns minutos extra no forno tinham-no tornado mais delicioso e menos cru — não estava cru, mas precisava de mais calor —.

A simpatia dos funcionários deixou-me estarrecida — especialmente porque chegámos tarde, sem reserva e com uma mala atrás que só impedia o caminho —. Solícitos, prestáveis e sempre de sorriso no rosto, foi assim que fomos recebidos e isso só acrescenta pozinhos de alegria ao espaço. Se estão por Braga e procuram um lugar para jantar num ambiente mais calmo, íntimo, bonito e com uma selecção de pratos que agrada Gregos e Troianos (e carteiras), então Sale & Dolce tem de entrar na vossa lista.
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Largo de S. Paulo, nº1, 4700-042
Braga
Contacto: 253 262 603

segunda-feira, 23 de abril de 2018

LIVROS || Feliz Dia do Livro!


No ano passado, a Sofia teve uma iniciativa incrível para celebrar o Dia do Livro e convidou-me (a mim mais algumas bloggers) a partilhar quais os livros que mais me marcaram. Este ano, voltamos a repetir a celebração, embora com um desafio diferente, mais semelhante a uma TAG que me deu muito prazer a responder — e a pensar —. No fim, o que importa é que consigamos trazer de volta a paixão de ter um novo livro na mesa de cabeceira, o prazer da literatura e a forma (comovente, por vezes) como um livro pode marcar e mudar a nossa vida (ou torná-la mais deliciosa e entretida). Uma vez mais, obrigada pelo convite e por te lembrares de mim, Sofia!

segunda-feira, 16 de abril de 2018

FILMES || The Circle


Andei a adiar assistir a este filme porque desejava poder ler o livro primeiro, no entanto, a oportunidade surgiu e não resisti!

Mae vê a possibilidade de melhorar a sua vida (e a da sua família) ao ser contratada pela mais poderosa empresa tecnológica e de redes sociais do mundo: The Circle. A estranheza e confusão iniciais dão lugar à excitação e satisfação por pertencer a um grupo que tem como premissa criar ideias inovadoras que melhorem a sociedade. Porém, ao longo da sua progressão de carreira, Mae vê-se em conflito ético com os limites de privacidade das ideias.

Se só pudesse descrever o filme numa palavra, seria: desconfortável. The Circle dá-nos uma sensação de vulnerabilidade que não desaparece depois da passagem dos créditos finais. Assuntos que, de momento, estão muito na berra, como a questão da privacidade, da partilha excessiva de dados pessoais e da deturpação da transparência, fazem-nos reflectir sobre os nossos próprios comportamentos. Partilhamos demais? A partir de que momento a privacidade se tornou sinónimo de segredos? E por que razão exigimos invadir a privacidade e intimidade dos outros como se fosse um direito nosso conhecer todos os passos? Quando é que manter a privacidade se converteu em escondermos algo terrível? Temos a obrigação moral de partilhar tudo com os outros?

Embora tenha assistido ao filme primeiro, continuo a querer muito ler o livro (especialmente agora), até porque, infelizmente, o filme não é extraordinário. The Circle carece de aprofundamento da maior parte das informações que apresenta — tanto dos conceitos como das personagens —, Emma Watson é absolutamente fraquinha a representar (para grande desilusão minha), e no meio de tantos participantes cujas histórias estão pessimamente mal contadas, há um Tom Hanks espectacular que encarna o papel de uma forma fenomenal (mas não chega). O final deixa a desejar e, embora desconfortável, não acho que provoque a agonia que os criadores esperavam. Acredito que isso aconteça por as ideias apresentadas já não serem futuristas, e por séries, como Black Mirror, já desempenharem essa função de uma forma exímia. O filme passou muito despercebido e agora compreendo porquê. Espero que o livro dê o puxão e a intensidade que esperava!

domingo, 15 de abril de 2018

PASSAPORTE || Jardim Botânico de Lisboa


Visitei o Jardim Botânico de Lisboa quando ainda era criança — e dessa visita, confesso, tenho poucas recordações —, pelo que achei esta reabertura do Jardim, após um ano e meio de obras, a oportunidade perfeita para refrescar a minha memória e desfrutar de um passeio bonito.


Surgiu como espaço de ensino e investigação para os estudantes de botânica da Escola Politécnica de Lisboa, no séc. XIX. A Escola deu lugar à Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa — que, agora, se situa no Campo Grande , mas o espaço da antiga escola foi aproveitado como Museu e o Jardim Botânico sobreviveu — a muito custo — até aos dias de hoje.


A colecção de espécimes é diversificada e podem encontrar plantas das mais variadas regiões do nosso planeta. Entrar no Jardim Botânico é como esquecermos que estamos no centro caótico de Lisboa; somos invadidos por um ambiente tranquilo e melodioso pelo chilrar dos pássaros e apenas recordados da cidade quando a vemos recortada em algumas das vistas que o Jardim proporciona.


Aquando da nossa visita, notámos que ainda existiam algumas áreas a serem preparadas e que o Jardim não estava completamente terminado. Há raízes à vista para crescer, pormenores que precisam de ser escondidos e tratamentos necessários que, com o tempo, vão ao lugar. Concordámos que o Jardim Botânico merecia um regresso daqui a cerca de um ano, altura em que acreditamos que o espaço estará muito mais bonito, arranjado e inundado de plantas que, de momento, estão a nascer.


Ainda assim, a visita foi absolutamente incrível e senti uma enorme felicidade por ver o espaço recuperado e repleto de visitantes. Reconheço que sou uma verdadeira leiga no que toca a botânica — e nunca achei piada nenhuma estudá-la, na escola — mas o ambiente e a Natureza respondem por si com imagens deslumbrantes e cenários dignos de um filme de fadas e princesas. E, para mim, isso chega-me para passear por lá com um sorriso rasgado.


A semana de visitas gratuitas já terminou — e nós fomos mesmo na recta final, quando o tempo deu tréguas — mas o bilhete mais caro custa 2 euros (1 euro, se forem estudantes), portanto, acredito que podem, com certeza, planear uma visita para qualquer outra altura sem que a vossa carteira amue.

sábado, 14 de abril de 2018

BOM GARFO || Polpetta

 LISBOA

Hoje o luar tem um brilho invulgar, que ilumina a bella notte (...) por que estou a cantar isto? Já vão perceber! Entrámos no Polpetta absolutamente esfomeados e prontos para um almoço tardio. Sobre o restaurante pouco sabia, apenas que as estrelas do prato eram as... almôndegas artesanais.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

PASSAPORTE || Planear!


Aproveitando a lendária música de Marco Paulo e adaptando-a à minha realidade, não tenho dois amores, mas tenho duas viagens em cima da mesa. Duas viagens completamente distintas; uma para breve, outra cujo tempo vai encurtando. Uma para admirar o melhor de , outra para abraçar o melhor de . Uma para abrir os horizontes cá dentro, outra para expandi-los lá fora.

É curioso que, embora sejam viagens, as abordagens são totalmente distintas e exigem de mim Inêses diferentes; a companhia é diferente, a temperatura é diferente, a língua é diferente, os horários e tempos são diferentes, a cultura é diferente, os pontos de interesse são diferentes e eu já faço um processo de adaptação na hora de pesquisa.

Nunca antes tinha tido duas viagens para pensar. Normalmente, vão acontecendo umas atrás das outras, com mais ou menos tempo de preparação. Agora tenho a mesa, os marcadores do computador e a agenda divididos ao meio. E ao ver-me a pesquisar dicas ou a tentar entrosar-me mais com a cultura que vou conhecer em ambos os lugares, faz-me pensar em todas as outras viagens que já pesquisei, planeei, e a minha própria forma de estar nesses lugares, quando finalmente os visito.

Os novos lugares que pisamos destacam as diferentes facetas e capacidades que escondemos dentro de nós. Por vezes, que até desconhecemos. Comecei a reflectir sobre todas as viagens que já fiz e concluo que todas elas destacaram sempre uma Inês diferente, mas que me orgulha na mesma. Qualidades e defeitos, claro, mas todos eles essenciais para me conhecer melhor e para descobrir que sou capaz de pensar de outras formas, de abraçar outros desafios, de superar obstáculos e imprevistos e de deixar espaço para o inimaginável. Para estas duas viagens, faço anotações, registo dicas, escrevo os lugares que me despertam interesse, mas já sei que estou a deixar muito espaço para o inesperado. E sei que, durante estas duas visitas, vou despertar duas Inêses que ainda não conheço — ou penso que não conheço — e que vai ser extraordinário.

Planeamos com antecedência viagens, alimentamo-nos com a cultura de cada lugar, conhecemos o mundo para descobrir que tesouros se escondem, e nem damos conta que o lugar que mais desbravamos e exploramos é o que habita dentro de nós. E consegue ser tão deslumbrante quanto as maravilhas mais acarinhadas do nosso planeta.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

BOBBY PINS || Momondo Open World Awards 2018


Fico sempre renitente em participar em concursos que envolvam votações, mas desta vez decidi encher-me de coragem e abraçar a oportunidade com garras e dentes. O Bobby Pins está nomeado no concurso Open World Awards 2018, um concurso promovido pela Momondo.

Acho sempre incrível e extraordinário quando temos oportunidade para darmos a conhecer e a reconhecer os projectos que mais amamos, especialmente os mais pequeninos — como é o caso do meu blog, que ainda tem tanto para crescer —.
Open World Awards deseja reconhecer e premiar criadores de conteúdo (blog, vídeo, fotografia...) que tenham espírito de viagem, que consigam passar incríveis mensagens de aventura e de espírito aberto, e que consigam contribuir para incitar as pessoas a serem mais curiosas com o mundo!

Fico sempre abismada com o imenso carinho que recebo com este blog — especialmente quando partilho convosco conteúdo de viagens — e agora preciso da vossa ajuda para superar esta fase de votações. A todos vocês, que me acompanham, que acham que o meu conteúdo tem valor, que vai de encontro aos padrões que mencionei acima e que merece o reconhecimento, espero que me apoiem e não deixem de votar, de partilhar e de pedirem às vossas pessoas que também contribuam. O prémio é tentador e um sonho que gostava de concretizar, que me faria a mim e ao Bobby Pins crescer.

As votações não são muito automáticas e intuitivas — e, embora seja chatinho, eu compreendo porquê — mas ficarei muito grata se fizerem esse sacrifício de tempo e paciência por mim e pelo meu trabalho e percurso por aqui. Podem aceder ao link do concurso AQUI!

Como votar?

1º Passo  Preencham os dados com o vosso nome e e-mail. Podem votar quantas vezes desejarem, desde que utilizem sempre e-mails diferentes;


2º e Último Passo  Confirmem o vosso voto na caixa de e-mail. Este passo é necessário para prevenir que sejam utilizados endereços de e-mail sem a autorização dos donos dos mesmos e para garantir que as votações são justas, honestas e de livre arbítrio de todos os donos dos respectivos endereços de e-mail;


E pronto! Já contribuíram para me fazer feliz! Podem votar através do vosso computador ou pelo telemóvel, e o passo-a-passo de voto vai ficar até ao encerramento das votações nos destaques do meu perfil de Instagram (@innmartinsm) para que possam aceder, caso necessitem. Não consigo explicar-vos o quanto estou contente, ansiosa e nervosa, mas só o apoio que já recebi nas últimas horas fez valer tudo a pena. Muito, muito, muito obrigada pelo apoio e carinho — e não estou apenas a referir-me ao concurso.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

FILMES || Forrest Gump


Forrest Gump foi a nossa escolha para o serão de cinema de Páscoa, e se para a maioria significava rever um clássico, para mim era uma absoluta estreia. Reconheço que o cinema é a arte que mais tenho em falta para consumir e por isso mesmo, há toda uma gigantesca lista de clássicos e obrigatórios que ainda não fiz check!

Forrest partilha, de uma forma muito inesperada, a sua atribulada história de vida e prova como as suas limitações — físicas e mentais — não o impediram de chegar mais longe nem o fizeram sentir-se diferente dos outros. Em criança, descobriu a sua extraordinária aptidão para correr ("Run, Forrest, run!" diz-vos alguma coisa?) e esse dom surpreendente leva-o aos lugares e desafios mais peculiares.

Quando ouvia o título Forrest Gump, pensava em tudo menos numa história assim, mas é tão melhor do que aquilo que imaginava...! Com um humor muito inteligente e subtil e um elenco que facilmente vão reconhecer, Forrest Gump passa fortes mensagens sobre preconceito, superação de obstáculos (exteriores e interiores), o poder da amizade, do amor, das promessas e do sentido de compromisso e integridade. Um filme interessante e fascinante. Bonito. Intemporal.

quarta-feira, 4 de abril de 2018

BLOGOSFERA || Olá, Leonor!

A Leonor confundiu-me com uma miúda loira a conduzir um Fiat 500 e eu confundi a Leonor no topo das escadas rolantes do metro. Estavam reunidas as condições para o começo de um lanche épico!
Sempre nutri carinho pela Leonor, desde o começo, porque me identificava com o facto de se ter iniciado tão nova numa comunidade muito mais velha. Lembro-me de ela ter explorado numa publicação, de uma forma muito madura, o facto de ter 13 anos e de não desejar que isso fosse um obstáculo para sentirmos empatia por ela ou duvidarmos das suas capacidades. Também eu, durante muitos anos, era uma miúda no meio das universitárias que tinham tempo para escrever nas suas páginas. Embora o seu percurso pela Blogosfera tenha terminado, sempre a apelidei carinhosamente de 'Biju da Blogosfera', por ser aquela irmã mais nova que protegemos, acompanhamos e nos orgulhamos a todo o momento.

Não sei onde estava mais calor, se em Lisboa, se dentro do abraço de recepção da Leonor, que quase me derrubou ao chão, mas tenho a certeza de que a Leonor ganha por muitos pontos. Os seus olhos são de um tamanho invejável e de uma candura extrema, a sua voz é adorável — vocês têm todos vozes tão lindas, dá até vergonha de partilhar a minha voz!!! — e a sua personalidade é totalmente aberta e fiel à Leonor que sempre se apresentou para nós.

Sabem aquelas conversas maravilhosas em que atropelamos temas e perguntas porque queremos dividir tudo com a pessoa e parece que o tempo não chega? Foi tão delicioso como o nosso lanche. Juntas, partilhámos elogios, pormenores pessoais da nossa vida, memórias, opiniões sobre os mais variados temas, novidades, curiosidades especiais sobre nós, gargalhadas, momentos caricatos e fotografias. Finalizando com um rápido passeio a fotografar os detalhes bonitos de Lisboa, o tempo voou e quando demos por nós era hora de atender outros compromissos.

Vou ter sempre um carinho imenso pela Leonor porque é uma miúda preciosa e autêntica. Cuja beleza de fora combina com a de dentro. Irradia luz e altruísmo. Foi uma honra.


terça-feira, 3 de abril de 2018

BOM GARFO || Hello, Kristof

 LISBOA

Conversas especiais pedem lanches gulosos e lugares luminosos, e o Hello, Kristof foi a nossa escolha. (Mesmo muito) pequenino, apresenta-se com uma mesa gigante comum — um pormenor de decoração cada vez mais em voga e que, de certa forma, aproxima todos os clientes —, pequenas mesas individuais, um balcão clean e de estilo escandinavo, uma prateleira recheada de revistas diferentes e várias fotografias a preto e branco expostas ao longo do espaço, que é incrivelmente luminoso e cujas janelas foram muito bem aproveitadas. Todo o ambiente tinha um cheiro maravilhoso a bolo acabado de sair do forno.

segunda-feira, 2 de abril de 2018

VÍDEOS || Vídeos Preferidos de Março 2018

Nove! Não sei o que aconteceu em Março mas, ao aceder tranquilamente à minha playlist do mês, dei por mim com nove vídeos guardados e quase de exclamei. Março pode ficar, assim, registado como um mês inspirador, no que toca a conteúdo audiovisual. Há nove vídeos para rir, reflectir e descobrir. Aguentam?

How to Connect With Depressed Friends


Opto sempre por fazer uma pequena introdução ao vídeo para que compreendam a razão pelo qual eu gostei tanto ao ponto de desejar partilhá-lo convosco. Por vezes, até é um gatilho para reflectir sobre o próprio assunto do vídeo. Mas, desta vez, não me vou alongar. Porque a palestra fala por si e porque não tenho absolutamente nada a acrescentar. Se só puderem ver um vídeo, desta lista inteira, então, por favor, escolham este.

Barulho das Luzes — The Script

The Script regressou a Portugal, em Março, para um concerto absolutamente inesquecível, mas antes disso houve tempo para uma entrevista descontraída dirigida pela Rádio Comercial e que incluiu um desafio tão caricato...! Soltei umas quantas gargalhadas, confesso!

Vlogs Luísa pela Ásia

Uma batota: a playlist de vlogs da Luísa pela Ásia. Já partilhei convosco que adoro os vlogs de viagem da Luísa porque têm a duração certa, são muito informativos e visualmente incríveis. Desta vez ela passeou pelas Maldivas, Sri Lanka e Índia, e cada vídeo é mais maravilhoso que o outro. Dá vontade de comprar já um bilhete de avião para um destes destinos.

Men Live Without Inventions Made By Women For a Day

O título já explica o conteúdo do vídeo. Um desafio da BuzzFeed de colocar alguns dos seus funcionários masculinos sem acesso a invenções feitas por mulheres, aquando da celebração do Dia da Mulher. Ao longo do vídeo — e dos relatos das dificuldades e desafios de cada um —, vão explicando qual foi a invenção e quem foi a mulher que desvendou. Achei que foi uma forma muito incrível e divertida de homenagear estas mulheres absolutamente geniais!

Relações à Distância — TUDO o que Queriam Saber!

A Mariana decidiu abrir o seu coração em relação a um assunto muito delicado na sua vida pessoal: namorar à distância. A sua vida e romance são divididos entre Espanha e Portugal e acho que expôs de uma forma muito sincera e real o que é que implica estar numa relação à distância — os desafios, as partes boas e más, o tipo de abordagem necessário para embarcar numa aventura assim —. É um vídeo sobre amor, no final das contas.

Bon Vivant - Procurar Casa

Viver em Lisboa é, cada vez mais, o sonho que muitos poucos têm condições para concretizar. Não é de agora — embora o assunto esteja em voga, no momento — e certamente não tem uma solução marcada na agenda. Na impossibilidade e desespero de vermos a chave nas nossas mãos, podemos sempre rir. Especialmente quando os sketchs são criativos e bem pensados.

SER MULHER

Para celebrar o Dia da Mulher, a Daniela Gandra publicou um vídeo especialíssimo e dedicado à ocasião. No seu tom de voz delicado, ela partilha connosco a sua visão bonita, elegante e poderosa de se ser mulher. A mulher que desejarmos ser, sem estereótipos nem obrigações a cumprir. Somos feitas à medida dos nossos sonhos e vontades e é isso que nos torna tão magníficas.

I Let My Dog Walk Me For a Day

Uma vez mais, um desafio da BuzzFeed cujo título explica tudo: uma das funcionárias decidiu deixar a sua cadela guiá-la no passeio. Naquele dia, ela deixou a adorável Shiba conduzir o passeio e decidir todas as direcções e paragens sem nunca a influenciar, apressar ou proibir (mas sempre com os devidos cuidados de segurança). O resultado surpreendeu-me e deixou-me com o coração quentinho. Quero muito experimentar fazer isto, um dia, com a Belka. Fazes-me companhia neste desafio, Bia?

What It Was Like Growing Up in The 90's

Terminamos nostálgicas e com um sorriso de saudade de tempos que não voltam. Já sabem que sou uma saudosista e que gosto sempre de rever o que quer que seja da minha infância. Tenho a certeza de que, se são da minha geração, também vão sentir uma enorme nostalgia ao assistirem a este vídeo.

Qual foi o vosso preferido?

domingo, 1 de abril de 2018


Março não correu como esperava, e não refiro isto com uma conotação necessariamente negativa. Admito que teve momentos muito chatos que afectaram a minha ansiedade, mas também compensou com tantos outros acontecimentos que não estava à espera e que não só elevaram a qualidade do meu mês, como também mexeram com a minha alegria, o que acabou por se tornar precioso. É curioso como o reflexo de escrever no meu bloco os meus Favoritos, ao longo do mês, é quase terapêutico. Ajuda-me a ter um panorama de tudo o que aconteceu ao longo de 30/31 dias e que fez (e faz) tudo valer a pena.