O que acontece quando um agente de protecção, que perdeu toda a sua popularidade, tem de defender um assassino de primeira classe e exímio na arte do crime? Comédia, é certo.
Michael Bryce terá de proteger Darius Kincaid de uma série de perigos e mante-lo vivo para que possa testemunhar contra um político criminoso sem escrúpulos. A tarefa não se revela fácil, mas promete bons momentos de gargalhadas.
Eu já cheguei a partilhar convosco que não sou de riso fácil. Sou capaz de assistir a comédias inteiras sem rir, e não confesso isto com orgulho ou vaidade, porque é uma chatice, portanto, quando assisto a filmes que me fazem chorar ou doer a barriga de tanto rir, faço questão de recomendar e partilhar convosco.
É um filme que segue a fórmula do sucesso, actualmente: muita acção intercalada com momentos de humor. E a escolha do elenco não podia ser mais certeira para este registo. A história é previsível, não tem um ponto alto surpreendente, mas é bem disposta e deixa-nos animados. É a minha recomendação para quando estiverem entre amigos e não arranjarem consenso no que assistir ou quando estiverem mais cansados com o peso do dia e quiserem desanuviar com parvoíce pegada. De mau humor não ficam, prometo.
Ah, e conta com a nossa clássica participação portuguesa, Joaquim de Almeida. Adivinhem qual é o papel que ele faz? Nunca lá irão chegar (quando digo que o filme é previsível, é a este nível...)
O Maluco Beleza não é um projecto recente mas só há poucos meses é que prestei a devida atenção e não podia deixar de partilhar convosco o quanto gostei, mesmo que — talvez — vocês já o adorem há mais tempo que eu.
Com o rosto do Rui Unas, o Maluco Beleza apresenta-nos os mais diversos convidados para conversas sobre os mais aleatórios assuntos, contando sempre com perguntas do público no final. Pode parecer uma fórmula pouco surpreendente, mas o factor que faz com que o projecto vença é precisamente o facto de ser apresentado no Youtube (e num Podcast), o que permite que o formato seja muito mais livre e natural — a nível de tempo, de conforto para falar sobre algumas temáticas mais tabu na televisão e também para os convidados divagarem o tempo que quiserem na sua resposta, sem cortes desconfortáveis por parte do anfitrião —.
Já referi que podem assistir nos dois formatos — Youtube ou Podcast — e, normalmente, os episódios costumam ser um pouco longos, portanto, adapto os formatos disponíveis às minhas tarefas (aproveito os Podcasts para quando vou fazer uma viagem longa — ou ficar presa no trânsito — ou quando tenho algumas tarefas para tratar e vejo no Youtube quando tenho mais tempo livre ou estou a cozinhar). Tenho gostado imenso do leque de participantes (de Diogo Morgado vai para Gustavo Santos seguido de Salvador Sobral, por exemplo) mas, mais importante, gosto dos temas que abordam e de ver uma espontaneidade que não consigo observar na televisão. Sinto que ficamos a conhecê-los melhor através deste projecto. Super recomendo e, se não sabem por qual convidado começar e se me permitirem uma sugestão, assistam ao episódio com o Ricardo Araújo Pereira.
Já conheciam? Qual foi o vosso episódio preferido?
Num domingo soalheiro, decidimos ir almoçar a um lugar despreocupado e que fosse perfeito para conversar e partilhar gargalhadas. Decidimos que o Gutsy era o espaço que encaixava nas nossas exigências.
O Gutsy encaixa na família de hamburguerias que, nos últimos anos, tem invadido Lisboa e podem-na encontrar em inúmeros pontos da capital. A nossa escolha recaiu na de Carcavelos por ser a mais próxima de nós e recomendo imenso se o vosso plano for almoçar bem e depois dar um passeio pela praia — o restaurante é praticamente a cinco minutos da praia de Carcavelos —.
O espaço é pequenino e o ambiente era completamente familiar, repleto de famílias que estavam a aproveitar o Domingo de Sol para sair de casa. Quem me acompanhou já sabia perfeitamente aquilo que queria pedir, já que esta não era uma estreia para eles, no Gutsy. Comigo, o caso era diferente. Decidi jogar pelo seguro e pedir o hambúrguer Audaz, com o clássico queijo cheddar e bacon, mas eles vinham com o desejo de repetir a experiência de comer o Gutsy Family.
Hoje em dia, quando vou a hamburguerias, tento sempre encontrar algo que as diferencie das outras centenas, o que é cada vez mais difícil. A qualidade é, em quase todas, garantida, portanto, gosto de procurar algo que proporcione uma experiência diferente ou uma opção mais difícil de encontrar em outros lugares. No caso do Gutsy, é a opção Gutsy Family, um menu composto por oito mini-hambúrgueres que fazem parte da carta normal. Achei a ideia fenomenal e perfeita para dividir entre todos mas devo desde já advertir-vos que, para pessoas que gostam muuuuuito de comer, o Gutsy Family chega apenas para duas pessoas. Quem ficar saciado com pouca comida, certamente conseguirá dividir com mais.
O meu hambúrguer estava maravilhoso — e recomendei-o nos meus Favoritos —, o molho das batatas era viciante e standard mas as batatas fritas não me convenceram muito. São boas, mas já fui mais feliz com outras.
Ainda cheguei a provar alguns hambúrgueres da Gutsy Family e gostei bastante da diversidade de sabores que estão naquela tábua redonda. Os hambúrgueres não são, de todo, iguais uns aos outros e isso permite-vos ter várias experiências de sabores, o que eu acho sempre incrível — desde carne, vegetariano, peixe e até marisco! Se gostam de explorar sabores e de experimentar muito, esta é a opção indicada para vocês. Os hambúrgueres que fazem parte do Gutsy Family vêm discriminados na carta.
No final, saímos de barriga feliz e com a certeza de que foi um almoço recheado de sabor e boas conversas. Se estão com as vossas pessoas preferidas para estar à mesa e querem um lugar descontraído, a minha sugestão recai neste espaço. Aprovado!
Em Outubro, uns dias antes do meu aniversário, a Joaninha contactou-me e pediu o meu endereço para enviar um postal de celebração do meu aniversário. Na altura, fiquei completamente grata e enviei, de imediato, todas as informações. Mas, entretanto, o tempo passou e esqueci-me completamente. Até ter chegado a casa, há uns dias!
Dentro do envelope estava um postal num padrão super aquático — que me fez lembrar A Pequena Sereia — e, no interior, uma mensagem absolutamente amorosa, um desabafo sincero, genuíno e que me deixou de lágrimas nos olhos, que imediatamente deram lugar ao espanto quando vi a capa do Stitch que a Joaninha tinha escolhido a dedo para mim e que adorei.
Escrever num blog não é nada fácil. Por vezes, mesmo quando sabemos que já temos alguns leitores muito assíduos e fiéis ou que o nosso blog é estimado, as inseguranças atacam. Às vezes sentimo-nos como quando começámos a jornada: parece que estamos a falar para o boneco. Ou que ninguém quer saber do tema que quisemos apresentar. Ou que toda a dedicação que estamos a depositar não vale a pena porque já escrevemos sobre tudo, mesmo quando estimamos este projecto ao máximo e mesmo quando queremos que ele dure o maior número de anos possível. Às vezes, acontece.
E depois temos aquelas pessoas completamente leais, que nos escrevem sempre. Comentam como se estivessem a escrever uma carta, com o coração na ponta dos dedos. É o caso da Joaninha, com uma infinitude de mensagens carinhosas, motivadoras ou simpáticas dentro de si. À Joaninha, nunca faltam palavras — o mesmo já não posso dizer de mim —. A Joaninha tem sempre as palavras certas e bondosas para dizer sem que deixe de ser genuína, observadora, atenta e com uma opinião. E é isso que me faz gostar tanto dela: ela sabe sempre ser simpática mas é, também, convicta das suas opiniões e dos lados que escolhe.
Ao ler aquele postal, fez-me lembrar que vale sempre a pena. A verdade é que eu nunca sei quem está do outro lado a ler. Pode ser a Joaninha — por quem eu nutro tanto carinho —, pode ser uma amiga de longa data, pode ser uma colega de faculdade que nunca mo disse, mas acompanha, pode ser uma leitora desconhecida que nunca se dirigiu a mim e apenas escolhe ler as minhas publicações. E da mesma forma que nunca sei quem está do outro lado a ler, também não sei pelo que essas pessoas estão a passar e o meu poder para as fazer pensar, sorrir, motivar ou inspirar. Posso ter esse efeito em apenas uma pessoa ou posso ter em centenas. Mas uma pessoa já vale a pena e a Joaninha recordou-me disso, ao ler o seu postal. Vale sempre a pena quando escrevemos de coração aberto.
Muito obrigada, Joaninha. Por toda a atenção. Pelo cuidado das tuas palavras e pelo presente tão bem escolhido para mim. É a minha nova capa preferida e combina a 100% com a minha personalidade e com os meus interesses. Não há ninguém que olhe para esta capa e não diga "Isto é tão Inês". Obrigada por me conheceres tão bem e saberes como arrancar um sorriso do meu rosto. O teu coração é uma Disneyland e este miminho foi apenas mais uma prova.
Sejamos sinceros, quem não gosta de descontos? Em qualquer altura do ano, especialmente agora que se inicia o período em que começamos a pensar nas pessoas a quem queremos dar presentes escolhidos a dedo e que também cedemos um pouco mais aos nossos desejos. Para a deixar a nossa carteira também mais feliz, o Picodi veio dar uma ajudinha.
O site Picodi reúne todos os descontos disponíveis em todas as lojas do país, ao longo do ano. Tem as mais variadas marcas, informa, de imediato, até quando é que a promoção ou desconto são válidos, disponibiliza-vos um link directo para acederem ao site da marca e confirmarem os descontos, e ainda tem códigos exclusivos de desconto para algumas marcas parceiras. E podem aceder a todas estas informações de forma automática assim que introduzem o site no vosso telemóvel ou computador. Genial, certo?
Esta é uma altura em que os descontos podem fazer uma diferença maior e que sabe sempre bem poder poupar mais uns euros na carteira ou conseguir um preço mais interessante para um artigo que já andam a sonhar há muito. É um aliado nas minhas compras de Natal e quando quero fazer um investimento em algum artigo mais caro e preciso de saber a altura certa para o adquirir. É só vantagens, portanto, tinha de o partilhar convosco. Boas compras!
Não é segredo para vocês que adoro fotografia e sou apaixonada por tudo o que a envolve. Gosto de compor a fotografia, gosto de apanhar momentos mais espontâneos, adoro apanhar as expressões reais das pessoas e não as 'pousadas' mas também gosto de as editar, embora me limite bastante às aplicações disponíveis no telemóvel — não sei, de todo, mexer em photoshops ou programas de computador —. Reduzo-me à minha ignorância e uso estas apps que facilitam muito o trabalho e que são mais simples para leigos como eu. E queria partilhar convosco algumas das minhas funcionalidades preferidas e que mais uso, além dos típicos filtros. Estão interessados?
Reparar (Snapseed)
Sempre achei piada ao ícone do penso e há muito que não o dispenso (observem o trocadilho óbvio). Já aconteceu a todos; as migalhas que nos passaram despercebidas na mesa, o guardanapo caído no chão que nem reparámos ou a mancha na parede que chama mais a atenção do que ao visual que queríamos captar. É para esses detalhes que eu uso a função Reparar que, qual Harry Potter, permite que tudo aquilo que assinalamos desapareça e se misture com os padrões já existentes. Aconselho-vos a usarem esta funcionalidade apenas em pormenores pequenos ou quando aquilo que vocês querem eliminar está num fundo homogéneo, caso contrário, a reparação vai notar-se e o efeito fica de péssima qualidade. Também recomendo que aumentem ao máximo a foto e contornem, ao detalhe, aquilo que querem eliminar. Pode ser mais chato do que simplesmente passar o dedo em cima de uma vez, mas a correcção fica mais perfeitinha. É ideal para aperfeiçoar a vossa fotografia e garantir que o foco está naquilo que vocês realmente quiseram captar.
Branquear (Facetune)
Esta é um clássico que eu só pude comprovar quando o Facetune lançou a versão gratuita — que é a que uso e, sinceramente, chega-me perfeitamente —. Esta funcionalidade serve, originalmente, para branquear os dentes mas a maior parte usa para tornar o fundo branco ainda mais branco. Também existe uma funcionalidade parecida no Snapseed — um pincel para aumentar a exposição — mas o Snapseed provoca uma pequena névoa de luz e o Branquear do Facetune fica mais natural (se não abusarem do índice de branqueamento) e com um acabamento mais bonito. Gosto de o usar quando a parede branca tem alguma mancha que altera o tom ou quando acho que o branco está amarelado ou muito escuro. A composição da foto fica mais bonita e agradável ao olhar.
P&B (Facetune)
Sou uma pessoa muito visual e confesso que me faz muita confusão quando vejo algo com cores que não combinam. Como, por exemplo, ver a fotografia em tons neutros e depois encontrar qualquer coisa num laranja fluorescente. Parece sempre que estou a jogar ao "o que está a mais?" porque aquela cor que não pertence à paleta da foto acaba por chamar toda a atenção. E é precisamente nisso que uso a funcionalidade P&B — Preto & Branco —; retiro toda a saturação de algum elemento cuja cor não case com as restantes. Isto torna a vossa fotografia mais harmoniosa e garante que a atenção vai recair no elemento que queriam fotografar e não no holofote de cor desadequada que, do nada, decidiu aparecer na fotografia.
Desfoque (Facetune)
Sejamos sinceros, todas as fotografias ficam mais harmoniosas quando estamos a focar para os elementos certos e quando o fundo não está a competir por atenção. O desfoque do Facetune é o que mais gosto e aquele em que conseguem um trabalho mais natural. Por favor, não utilizem a opção "Auto" nem usem esta ferramenta às três pancadas. Não há nada mais horrível do que ver uma foto de retrato em que metade do vosso cabelo ficou desfocado e depois a grua atrás de vocês está impecável. Ou de ver uma névoa à volta do vosso corpo, como se vocês tivessem tirado a foto dentro de um poliban embaciado. Fica pior do que se tivessem deixado o fundo natural e não fica nada bonito. Esta é a ferramenta mais cansativa e chata porque é a que requer mais cuidado para não ficar com um efeito manhoso. Mas se a manusearem com paciência e cuidado, o resultado pode ser fantástico! Eu gosto muito de a usar quando tiro fotos com o telemóvel, especialmente a objectos e quero que o foco seja inteiramente para esse objecto. Nesta funcionalidade, podem ainda regular a intensidade de desfoque — uma vez mais, regulem esse pormenor com cuidado e façam um desfoque adequado às distâncias para não ficar um efeito amador — e a luz — sabem aquelas fotos em que as luzes ficam às bolinhas brilhantes? É aí que podem regular para ficar com esse efeito —. O meu melhor conselho é que brinquem com essa ferramenta e experimentem-na em fotos diferentes até se sentirem à vontade com ela para fazer coisas mais extraordinárias.
Detalhes (Facetune)
Esta ferramenta resume tudo aquilo em que acredito, no que toca a fotografia: a magia está nos detalhes. O próprio nome já introduz a sua função: realça pormenores que queiram destacar na vossa fotografia. Querem destacar um pouco mais o padrão da vossa camisola, o brilho dos vossos olhos, as esculturas cravadas na pedra de um monumento ou as madeixas do vosso cabelo? É com esta funcionalidade que o conseguem. Uma vez mais, podem regular a intensidade do destaque e eu recomendo muito que também manuseiem esta ferramenta com cuidado. Quanto mais passarem o dedo, mais intenso o detalhe fica na imagem e o efeito fica horroroso. A minha dica é que façam zoom na área que querem destacar e passem levemente o dedo de uma só vez. Depois, podem fazer as correcções necessárias. Quando bem utilizada, esta ferramenta faz a diferença nas vossas fotografias, mesmo que de forma subtil. Todos os detalhes que destacarem ficam mais bonitos, pormenorizados e nítidos de um jeito muito natural. Adoro usá-la quando quero dar uma nitidez especial a pequenos pormenores. Lá está, detalhes.
Gostaram das dicas? Já utilizavam alguma destas ferramentas? Sem dúvida que adoro registos em que não precisamos de mexer em nada mas também gosto muito de brincar! Aliás, é sempre com esta filosofia que edito as minhas fotos; de experimentar, brincar, ver como ficaria se usasse x coisa e surpreender-me com os resultados. Curiosamente, não uso nenhuma destas ferramentas em mim (nem nas pessoas que capto) mas sim no ambiente que me rodeia. Partilhem nos comentários alguma dica extra ou ferramenta que adorem utilizar para que esta publicação fique mais completa! Adoro gerar esta sensação de partilha!
Quando descobri que o documentário da BBC dedicado ao Harry Potter estava disponível, na íntegra, no Youtube, dei pulos de alegria e preparei-me logo para assistir.
Para celebrar os 20 anos da publicação de Harry Potter e a Pedra Filosofal, a British Library, em Londres, preparou uma exposição maravilhosa que deu origem a um documentário sobre os mitos, lendas, artefactos e documentos que inspiraram Rowling a iniciar a história do feiticeiro mais acarinhado do mundo.
Este é um documentário para quem é apaixonado por História, e é tão fascinante ver o quanto o Universo de Harry Potter já existia, na realidade, há centenas de anos! Nele, participam inúmeros especialistas e historiadores que dão algum contexto temporal em relação a certos feitiços, plantas e criaturas nas quais J. K. Rowling pesquisou e incluiu nas aventuras de Harry Potter. Paralelamente, somos ainda apresentados com alguma da magia moderna que acontece na actualidade e conhecemos criadores de varinhas e museus de bruxaria espalhados pelo globo.
O documentário conta ainda com a participação de alguns dos actores da saga que tanto estimamos e que nos vão fazendo o enquadramento dos temas com algumas passagens dos livros, com a participação de J. K. Rowling, que vai partilhando connosco muitos episódios da sua vida que tiveram importância no curso da escrita da história de Harry Potter e com a participação do ilustrador das mais recentes edições de Harry Potter, que revela como faz para passar da imaginação ao papel sem desiludir um único fã.
A History of Magic foi tudo o que esperava e satisfez a minha curiosidade a múltiplos níveis. Serei, para sempre, apaixonada por História (a única disciplina que me custou deixar para trás quando abracei ciências, na escola) e por esta saga tão bem escrita e pensada. O documentário apenas corrobora a genialidade da escritora. É tão confortável de assistir que só vos posso recomendar que façam um chá quentinho e se enrosquem numa maravilhosa manta. Vou deixar aqui em baixo o vídeo que contém o documentário completo e, se necessitarem, podem activar as legendas, que estão disponíveis.
Embora esta seja a época em que os dias ficam cada vez mais curtos e em que o frio, de noite, chega a ser quase insuportável, esta é a altura em que mais gosto de sair de casa e andar pela cidade. Gosto de passear pelo centro quando o céu já está com um belo tom azul bebé e o Sol já não tem altura para nos ofuscar com raios solares. A partir daqui, o azul apenas escurece um tom de cada vez e eu deixo-me aconchegar pelo meu casaco.
Gosto de descer as ruas e de ver os candeeiros de rua já acesos embora a noite ainda não tenha chegado em absoluto. As lojas abertas e com a típica luz amarelada a sair pelas montras e a preencher as ruas num clarão confortável e caloroso. Nesta época, ninguém sai à rua sem gostar, verdadeiramente, de sair e é assim que nos cruzamos muito mais com casais apaixonados e amigas a transbordar de saudades. O dia não podia estar mais frio mas, ao meu redor, apenas encontro calor.
Gosto de desfrutar dos maravilhosos "Chá das Cinco" na minha casa de chá preferida. A temperatura, no interior, está sempre equilibrada e perfeita. Nunca se entrega ao frio da rua e nunca está absurdamente quente. Sabe a casa de avó.
Adoro sentar-me perto da janela que ilustra a rua escura enquanto seguro a chávena do chá com as duas mãos, como sempre. De molhar os lábios e sentir o sabor da bergamota a inundar-me o gosto. Oiço jazz na ao fundo, mas nunca se sobrepõe à conversa da mesa, que me faz rir ou pousar o queixo na mão, como tanto gosto de fazer quando quero escutar alguém.
Scones quentinhos por onde o doce de frutos vermelhos escorre. Tão doce como ouvir o saxofone e ver as primeiras lojas a fechar, lá fora. Tudo num ritmo perfeito. Sem grandes pressas, em movimentos sonolentos. Dá gosto deixar-me ficar sentada e aproveitar todo este momento enquanto como scones com chá e roubo bolachinhas de canela, numa antecipação natalícia.
Saio sempre agarrada ao cachecol e observo o vapor a sair da boca como se fosse um dragão prestes a ser descoberto pelo mundo. A meia-luz aconchega-me e deixa-me feliz. Os sinos tocam ao fundo da rua e a sensação de aldeia que eu tanto adoro reconforta-me. Sinto-me sempre mais próxima de tudo o que me rodeia quando os sinos tocam. Sinto-me presente, a viver precisamente este momento. Sem pressas, compromissos ou outros lugares onde quisesse estar.
Adoro passear nesta época do ano porque aproxima-me de tudo o que é familiar e seguro no meu coração.
A NUTWOOD já não é novidade por aqui, afinal de contas, já a apresentei em 2015, nesta publicação. E depois de me conquistarem a barriga com todos os gelados deliciosos e cremosos — e outras tantas gordelícias — foi a vez de conquistarem a barriga da Belka, ao criarem gelados pensados para os nossos patudos.
Uma das melhores coisas destas estações mais frias, é o Sol de inverno.
Não estou totalmente sossegada ou tranquila neste momento, aliás, há algo que me está a inquietar de uma forma quase angustiante e que me escurece os dias e traz brisas geladas para dentro de mim. Faz parte de viver e, com certeza, eu irei resolver essa questão mas, para já, arrefece-me e tem um peso no meu peito que me deixa aflita. E é nestes momentos que ir à varanda, saborear o Sol de inverno, sabe melhor.
Tirei o meu puff da sala e arremessei-o para a varanda. E sentei-me nele. Tinha o corpo todo apoiado, estava praticamente deitada, sentia-me confortável e o Sol aquecia a minhas maçãs do rosto. Sentia as sardas a fervilhar e a tornarem o adeus do verão mais lento, sentia o rubor das bochechas, o calor no peito. Então, tão de repente como começou, senti uma sombra a arrefecer tudo. Abri um olho, ofendida. Era a Belka, que observava o meu estranho comportamento com os seus olhos curiosos e achinesados. Pensei, imediatamente, que o meu momento de girassol tinha terminado mas equivoquei-me. Muito vagarosamente, contornou o puff e subiu para cima dele. Aninhou-se entre as minhas pernas e pousou a sua enorme cabeça peluda no meu peito, com os olhos de mel virados para mim, pachorrentos. Dei-lhe uma festinha carinhosa, quase como que a permitir a companhia, e ela fechou-os. Decidi imitá-la.
Está cada vez maior e mais pesada, mas o peso da sua cabeça no meu peito parecia combater contra o outro peso que estava dentro do meu peito. E parecia ganhar. Sentia o coração dela, na minha barriga, lentamente a abrandar, como o meu. E, claramente, estava tão satisfeita com os raios solares como eu. Não sei ao certo quanto tempo ficámos assim, juntas, aninhadas e a desfrutar do calor mas, para mim, foi a melhor eternidade que já vivi.
Eu adoro o Sol de inverno. Relembra-me sempre que até nas alturas mais escuras e frias, há fontes de luz e calor por perto, mesmo quando a estrela está coberta de nuvens. Há sempre um Sol na nossa vida, nas nossas relações, na nossa casa. Esse Sol traz tanto calor e luz para dentro de nós como o que está lá em cima. E relembra-nos que nunca iremos precisar de combater as vagas de frio sozinhos.
Sei que muitos olham para o xadrez como um jogo aborrecido, pouco estimulante e muito confuso mas eu tenho, precisamente, a percepção contrária. Foi o primeiro jogo que me ensinaram, na vida inteira — primeiro que o UNO, Dominó ou Peixinho, até —, e sempre gostei de o jogar!
Esta app veio responder a uma pergunta e desejo que há muito tinha de experimentar: e se tivéssemos mais do que dois cavalos ou duas torres? E se tivéssemos quatro rainhas? E se tivéssemos apenas um bispo ou um peão? É precisamente isso que o Really Bad Chess faz, criando centenas de tabuleiros de jogo com um número ilimitado e aleatório de peças.
Não é a mesma coisa que jogar contra um computador. Aliás, nunca gostei de jogar xadrez contra um computador, sempre me diverti mais a jogar contra alguém, perto de uma janela, com chuva lá fora. Este jogo parece muito mais isso... humano. Podem ganhar, há distracções por parte de ambos, há oportunidades iguais. E é divertido porque temos sempre peças aleatórias a cada novo tabuleiro e nunca sabemos o que nos vai calhar na rifa, portanto, nem vale a pena inventar estratégias.
Para quem ainda não está habituado com a movimentação das peças, a app também vos ajuda, indicando para onde podem mover a peça, cada vez que clicam nela.
Há jogos mais fáceis para passar o tempo, enquanto estamos numa fila ou numa sala de espera? Há. Mas, como vos disse, adoro xadrez desde que tenho seis anos, portanto, isto deixa-me tão feliz como juntar bolinhas da mesma cor, por exemplo.
Numa manhã de Domingo cheia de Sol mas com um vento bem fresquinho, estava no topo da Serra de Monsanto para participar na Corrida da Água. Se já leram as minhas publicações sobre outras corridas, sabem que esta também tinha de ter algo muito especial.
O percurso da Corrida da Água inclui a travessia dos dois lados do Aqueduto das Águas Livres. Inaugurado em 1748, é um dos monumentos mais emblemáticos de Lisboa, faz parte da identidade da capital e sobreviveu incólume ao terramoto de 1755. Foi considerado um dos maiores e melhores complexos de distribuição de água do mundo, tendo sido encerrado definitivamente apenas nos anos 60. Foi também palco de algumas histórias mais infelizes (e assustadoras) de suicídios e assassinos em série, o que se tornou numa das principais razões para o acesso de visitas ser cada vez mais restrito a eventos especiais e datas marcadas, tornando-se muito mais difícil conhecer o Aqueduto. Eu, pelo menos até à data, ainda não tinha conseguido agarrar uma oportunidade das escassas que vão apresentando ao longo do ano, portanto, quando soube desta corrida, inscrevi-me o mais rapidamente possível.
Como já referi, atravessamos os dois lados do aqueduto, sendo que começamos pelo lado menos encantador, que está virado para a cidade e para a estação de Campolide. É aqui que admiramos a sua altura e observamos, lá em baixo, os carros minúsculos e nos afundamos na imensidão de telhados avermelhados. Este é o momento em que nos sentimos pequeninos e frágeis. Quando chegamos a meio do Aqueduto, encontramos uma placa que informa que estamos precisamente por cima do Arco Grande, o maior dos 127 arcos que estão presentes no complexo.
Já do outro lado, o Sol está a nosso favor e a paisagem é mais deslumbrante. Podemos observar o Tejo com clareza, a ponte 25 de Abril fica sorrateiramente à espreita entre as casinhas pitorescas e a imensidão esverdeada da Serra de Monsanto inunda-nos o olhar, imponente. Vemos a fronteira entre a cidade e a floresta de uma forma incrível e, se já estiverem familiarizados com a cidade, encontram alguns pontos conhecidos de Lisboa. É um miradouro extraordinário e empolgante, tamanha é a altitude a que nos encontramos.
Eu seleccionei a caminhada de quatro quilómetros para que pudesse desfrutar do Aqueduto com a maior tranquilidade possível. Tendo em conta que a corrida é constantemente linear e quatro quilómetros é absurdamente pouco, as desculpas para não participarem são muito escassas (a não ser que tenham mobilidade condicionada, uma vez que vão pisar a gravilha ou a lama da Serra e o Aqueduto é pouco espaçoso). A minha melhor recomendação é que façam questão de estar entre os primeiros da fila e ultrapassem o maior número de pessoas que puderem até chegarem ao Aqueduto, para que possam desfrutar da visita com calma, sem encontrões (o espaço do Aqueduto é mesmo muito apertado) e sem uma imensidão de pessoas a atrapalhar as vossas fotografias que, com certeza, vão desejar tirar.
Foi um privilégio conhecer mais um ponto turístico de Lisboa, especialmente este que estava tão difícil de visitar. A primeira vez que me deslumbrei com ele foi durante um episódio de Uma Aventura. Não imaginam como estou feliz por tê-lo conhecido, precisamente, durante uma aventura como esta.
Sempre que queremos saborear um bom marisco, sabemos onde ir. A marisqueira Ribamar, a caminho da Ericeira, é o nosso espaço de eleição há muitos anos e é uma escolha segura de que iremos desfrutar de uma refeição cheia de qualidade. Curiosamente, acabo por ter um carinho muito especial por este lugar porque foi palco de muitos acontecimentos; já descobri que tinha passado a um cadeirão durante um jantar por lá, foi nele que celebrei a minha licenciatura concluída e, recentemente, o meu aniversário.
O espaço é moderno, muito luminoso e amplo. Se puderem, escolham uma mesa à janela para que possam desfrutar da vista que o pôr-do-Sol tem para vocês. O atendimento é simpático, familiar e vêm sempre com uma sugestão na ponta da língua.
Não sou baptizada. Mais do que uma vez, aqui e nas redes sociais, referi que tinha uma madrinha e um padrinho, mas a verdade é que não sou baptizada nem cumpri qualquer tipo de protocolo religioso. Os meus pais não têm qualquer tipo de laço com a religião e sempre fizeram questão de dizer que não me iriam baptizar a não ser que fosse uma vontade minha — pois eu, ao contrário deles, poderia construir um laço com a religião que eles teriam de respeitar (e tal não aconteceu) —. Porém, ambos valorizam muito o propósito original (e muitas vezes esquecido) de ter padrinhos: são uns segundos pais, aqueles que, se algo acontecer aos nossos pais, vêm-nos socorrer e cuidar. Por isso, eles queriam garantir que eu teria padrinhos, mesmo que sem qualquer tipo de cerimónia religiosa. Nem foi necessário pedir porque, quando nasci, tanto a minha madrinha como o meu padrinho (que não se conheciam antes de eu nascer) gritaram, ao entrar no quarto do hospital "Sou madrinha/padrinho!".
Fun fact: Tal como o meu pai, o meu padrinho também não é religioso mas ambos ofereceram-me o medalhão da padroeira dos aviadores, sem terem combinado. Simplesmente compraram e, mais tarde, aperceberam-se de que tinham comprado o mesmo medalhão.
Detesto que me toquem nas têmporas. Da mesma forma que entro em aflição no que toca ao assunto "unhas", também entro em aflição com as têmporas. Uma vez mais, é irracional e incontrolável, não tenho qualquer razão lógica para justificar esta ansiedade com que fico cada vez que vejo alguém a tocar nessa zona da cabeça. É tão mole e tão frágil que fico com a sensação que não há osso nenhum ali, que posso mergulhar o meu dedo pela pele e essa ideia causa-me arrepios, embora seja completamente irreal. Estão a ver aquelas imagens muito relax dos spa de pessoas a receber massagens na cabeça? Fico de tal forma ansiosa que chego a ficar enjoada. E nem pensem em sequer equacionar tocarem-me nessa parte da cabeça. Eu sei, I'm a freak. Quando julgarem que são estranhos, lembrem-se da miúda que tem ansiedade com unhas e têmporas e sentir-se-ão melhor.
Invento muitas palavras. Este é, talvez, o facto sobre mim que oculto melhor no Bobby Pins, o que é curioso, visto que isto é um meio de comunicação e uma página onde escrevo. Mas a verdade é que quem me conhece sabe que invento palavras. Não é inventar formas de pronunciar uma palavra de forma diferente, é neologismos mesmo. E, normalmente, vocês não chegam ao significado através da palavra. É um facto tão natural em mim que, por vezes, estou a conversar com alguém que não sabe deste facto sobre mim e refiro essas palavras com a maior naturalidade e a pessoa do outro lado fica às cegas, até eu me lembrar que nunca lhe expliquei o que é que aquela palavra significa, para mim. O melhor de tudo é que as palavras são mesmo pertinentes — por exemplo, eu desconhecia o termo hygge mas já tinha uma palavra precisamente para a mesma coisa — e as minhas pessoas acabam até por adoptá-las, fazendo parte do seu próprio vocabulário, o que fica muito engraçado. Por aqui, no blog, não imaginam a quantidade de vezes que tenho de reler alguns textos com mil olhos para garantir que não está aqui nenhum neologismo ou a dificuldade que eu tenho em não usar as minhas palavras para descrever uma sensação, ou referir um adjectivo. Mas seria totalmente inviável fazê-lo no Bobby Pins porque iria ter de estar constantemente a explicar o que cada palavra queria dizer e iria quebrar toda a cadência da publicação. Mas ficam a saber isto, para um encontro futuro! Não tenham medo de dizer "desculpa, disseste o quê?". Por exemplo, o que vocês acham que poderá significar a palavra "garatixo"?
Oiço excepcionalmente bem. E isto não é um facto que retirei do meu auto-conhecimento ou exagero, foi um diagnóstico médico. Eu tenho uma audição excepcional, apurada e muito sensível.
Apesar de uma excelente audição poder parecer um benefício, nem sempre é bom ouvirmos o que gostaríamos de não estar a ouvir e isso não me impede de ter "audição selectiva", de vez em quando *gargalhada maquiavélica*.
Não consigo andar por casa sem ter o cabelo apanhado. É automático, assim que entro em casa, apanho o cabelo. É impensável, para mim, andar com o cabelo solto em casa. Não acho prático ou confortável, embora eu raramente saia para a rua de cabelo apanhado — a ironia —. Costumo apanhá-lo num coque e mantenho-o assim até ir dormir, altura em que finalmente o deixo à solta. Aliás, o meu estado natural em casa é sempre de coque e óculos a meio da cana do nariz, estado este que só foi visto, na rua, quando estava a arder em febre e na fase final da época de exames, ou seja, em raríssimos momentos públicos!
Partilhem um facto sobre vocês comigo, nos comentários, sim?
Vamos começar esta publicação bem dispostos e com humor! Neste vídeo, o Felipe Neto seleccionou algumas avaliações disponíveis na aplicação Uber, no Brasil, para partilhar connosco e é absolutamente hilariante. As histórias que partilham, os feedbacks absurdos, a lata que algumas pessoas têm... É surreal e delicioso de ouvir. Dei umas quantas gargalhadas a assistir a este vídeo. Se querem ver algo rápido para se animarem um bocado, aconselho muito que assistam!
Reagindo aos Brinquedos da Nossa Infância
Este vídeo conquistou-me pela nostalgia. Se há algo que me deixa mesmo saudosa, são os brinquedos. Felizmente, fui uma criança muito privilegiada por ter muitos dos brinquedos que sonhava, a maior parte presente neste vídeo. A Niina e a convidada fazem precisamente as mesmas caras que eu faço quando desencanto, na garagem, um brinquedo que ainda não doei. Aliás, eu própria fiz as mesmas expressões só de assistir. É tão bom recordar brinquedos que já fizeram parte da nossa história e alegria. Se são da minha geração, com certeza vão adorar este vídeo!
Anorexia - Minha Experiência
Desta lista de preferidos, talvez este seja o vídeo mais pesado. O tema dos distúrbios alimentares — especialmente os mais abordados, como a bulimia e anorexia — encontra-se muito "batido" e desinteressante para algumas pessoas, mas não para mim. Não só pela minha área de estudos mas também porque, como já expliquei, distúrbios como a anorexia não são tão lineares assim como os trabalhos de 8º ano querem demonstrar. Não existe apenas esse padrão de alarme que toda a gente procura e imagina quando pensa em "anorexia" (a miúda esquelética a olhar para o espelho e a ver-se obesa). É mais complexo e — infelizmente — subtil que isso, portanto, gosto de saber mais e conhecer testemunhos que me permitam conhecer a doença num prisma mais real. Já acompanho a Luísa há muito tempo — inclusive já a referi aqui por motivos muito mais felizes — e gosto muito do seu trabalho, tenho empatia com ela e achei muito interessante conhecer mais um lado deste distúrbio através dela. Todos os casos são diferentes e sinto que, quanto mais conhecermos, mais preparados estamos para os reconhecermos nos outros e, tão importante, sabermos como ajudar. É um vídeo que todos deviam ver; a leveza da Luísa permanece no vídeo, tornando-o mais tranquilo de assistir. Precisamos de falar mais sobre isto e sobre imagem corporal.
Um Guia Completo Sobre Todos os Parques de Harry Potter do Mundo
Voltamos a aligeirar a programação! Desta vez, quero partilhar convosco um vídeo que achei incrivelmente útil. Não é novidade para vocês que sou doida por parques de diversões — além da Disneyland, já fui super feliz na Isla Mágica —. Adoro todas as montanhas russas, diversões, decorações, espaços interactivos... Ir a um parque é uma experiência que adoro porque sou feliz por lá e consigo viver experiências únicas. Como tal, é evidente que tenho muito interesse em visitar um parque temático de Harry Potter — ou não fosse eu uma super fã da saga —, mas confesso que ficava muito confusa em relação às informações disponíveis e confundi, inúmeras vezes, os parques com os estúdios. Talvez seja uma confusão unicamente minha, mas ainda assim achei muito interessante este vídeo, onde o Renie dá-nos imensas informações sobre todos os parques de Harry Potter que existem, referindo ainda as diversões principais, os espaços que estão disponíveis, os melhores locais para comer, as diferenças entre todos os parques, imeeeensas dicas e ainda uma avaliação de qual é o parque que mais compensa visitar. É incrível e espero que, um dia, possa voltar a assistir a este vídeo para, efectivamente, me preparar para uma visita a um parque. E espero que vocês também!
Facts About Scary Movies That Will Blow Your Mind
Já estamos em Novembro mas não podemos esquecer que, em Outubro, celebra-se o Halloween, portanto, este vídeo está perfeitamente enquadrado na época. É bastante curtinho, conciso e reúne alguns factos sobre muitos dos filmes de terror que já conhecemos — mesmo que só de nome —. Eu sou fascinada por saber curiosidades e ler factos do que quer que seja, portanto, achei incrível que reunissem uma série deles sobre um tema mais... assustador. Não sabia de nenhum facto, e vocês?
A Therapist Answers Questions You're Too Afraid to Ask
É inegável: as visitas a psiquiatras ou psicólogos ainda são um estigma, um tabu e um motivo de vergonha, em Portugal. Embora em muitos países seja considerado algo tão natural como uma visita ao médico de família — e não só o aconselham como estranham se nunca tiverem ido a uma consulta ao psicólogo — por aqui ainda existe muito o receio de as pessoas serem observadas como "malucas", incompetentes ou incapazes. É um erro e um estigma que provoca vergonha em tocar sobre certos assuntos e resulta numa desinformação geral sobre inúmeros comportamentos e doenças mentais. Ninguém pergunta, todos assumem e as dúvidas ficam apenas na cabeça ou na barra de pesquisa do Google. Sinto que foi nesta onda — apesar de o vídeo não ser português — que o BuzzFeed criou este vídeo, onde uma psiquiatra responde a algumas das dúvidas mais comuns e que muitos têm receio ou vergonha de perguntar. Gostei muito de algumas respostas e acho que este vídeo pode fazer com que muitos dos meus leitores que se sintam como descrevi acima, consigam relaxar e observar este tema numa perspectiva mais leve e natural. Espero que consiga dar motivação a muitos dos que precisam ajuda mas têm muita vergonha de o assumir ou pedir.
Quando partilhei convosco o meu amor por Anavitória, estava longe de sonhar que ia assistir a um concerto delas, ainda este ano. Os concertos que tinha marcados na agenda, ao longo do ano, já tinham acontecido e, nesse campo, já tinha encerrado festividades. Aliás, achava totalmente improvável que conseguisse estar presente num concerto delas em Portugal tão cedo, uma vez que não eram assim tão mediáticas por cá. Até que lançaram, de novo, a Trevo (Tu) com o Piçarra e o caso mudou de figura.
O concerto foi em formato de showcase, na Fnac do Chiado, mas antes disso já tinham passado pelas Fnacs do Porto e, já em Lisboa, pelo Colombo. Esta era a última paragem e, em todas, a entrada era gratuita.
Na verdade, tenho de agradecer ao Melvin (recordam-se dele?), que se lembrou de mim, partilhou comigo o evento e que acabou por ser a minha super-companhia para assistir ao concerto.
Algo que me deixou bastante feliz, neste evento, foi o facto de ter conseguido assistir a um concerto delas neste formato; a sala de shows da Fnac é minúscula, o que garantiu um concerto intimista, com imensa interacção entre a dupla e o público (com imensas partilhas de histórias e sorrisos, olhares, corações, piadas com as pessoas que estavam a assistir) e era precisamente assim que eu sonhava ouvi-las ao vivo. Com proximidade e interacção. A entrada gratuita apenas tornou toda esta oportunidade ainda mais imperdível e o lugar onde fiquei foi um privilégio.
Mentalizei-me de que ia ser um concerto curtinho e estava preparada para que cantassem três músicas e fossem embora, mas a verdade é que cantaram mais de metade do álbum (incluíndo a minha música preferida, "Tua") e foi uma hora de puro encanto. A vantagem de ainda estarem a desbravar por cá é que as pessoas que estavam lá eram tão fãs como eu, o que resultou num espectáculo incrível em que todos sabíamos as músicas de cor e as cantávamos a plenos pulmões - eu, pelo menos, cantei-as dessa forma -. Arrisco-me a dizer que as vozes, ao vivo, são ainda mais deslumbrantes e fiquei derretida com a doçura e genuinidade da Vitória (da esquerda, na fotografia). No final, ainda houve direito a sessão de autógrafos e fotografias.
Foi perfeito e saí de lá com vontade de ficar mais três horas a cantar com elas músicas que tocam a fundo no meu coração. Um dos meus concertos preferidos de sempre, onde saí de lá radiante e grata por ter tido esta oportunidade, que julgava estar tão distante. Foi uma das melhores surpresas deste ano.
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Nem acredito que o melhor mês de todos terminou num ápice! Outubro fica sempre registado pelo meu aniversário e pela celebração do Halloween— que vocês já sabem que adoro —, portanto, tem sempre tudo para ser um mês feliz, surpreendente e festivo. E tenho muitos favoritos para partilhar e recomendar!