terça-feira, 29 de março de 2016

APP || Atomas


O meu eterno amor por química vai falar mais alto mesmo quando os jogos nada têm a ver com química a não ser o design e conceito. Sim, malta, o jogo que vos vou apresentar não exige conhecimentos de química, não fujam! Apresento-vos Atomas.

É um jogo de combinações que é difícil de explicar e facílimo de jogar. Acompanhem-me com ajuda das imagens: no jogo têm um círculo no qual vão encontrar-se os vossos átomos (de diferentes cores e cada um a representar um símbolo químico). São vocês que dispõem todas as peças deste jogo, apresentando-se, de forma inicial, no centro do círculo e onde depois vocês seleccionam em que área do círculo vocês querem que o elemento fique. O objectivo é fundir os átomos, portanto, convém que tenham elementos da mesma cor juntos. Assim, quando aparece o círculo com o "+" vocês podem seleccionar o par de elementos que querem fundir e um novo elemento é gerado (com outra cor). Se os forem dispondo numa sequência (como está na imagem da esquerda, os dois B's castanhos juntos e depois um par de Be's cinzentos em cada lado) conseguem fazer combinações maiores e assim, quando o "+" aparecer, podem fundir mais do que um par de elementos. Fora o "+" vai surgindo opções de "-" (que vos permite eliminar ou reposicionar elementos) ou até um botão branco que vos permite copiar um elemento. Parece complicado? O tutorial do próprio jogo ajuda a tornar a minha explicação mais concisa. 

Sim, porque é altamente difícil de vos explicar mas vale imenso a pena. É um excelente mata tempo e não exige internet nem conexões com outras redes sociais para obter vidas extra ou tempo de jogo, tal como eu gosto. Dêem-lhe uma oportunidade e explorem o jogo. Até quem odeia química vai gostar do efeito de design do jogo!

domingo, 27 de março de 2016

ESTÁGIO || Pros & Cons

Falar sobre estágios é uma porta aberta num Universo de temáticas a abordar. A verdade é que se trata de uma rotina nova, à qual nos adaptamos, é um cartão de visita à vida de adulto trabalhador e, como em tudo na vida, tem imensas coisas boas e coisas menos boas. Cada estágio é um estágio, cada trabalho é um trabalho e obviamente nem tudo o que eu passo no meu estágio se passará no vosso, mas estes têm sido os meus Prós e Contras de estagiar.

✔ Finalmente metes as mãos na massa; Deixas de ouvir as experiências dos outros e passas a ter as tuas próprias experiências, finalmente consegues visualizar determinados assuntos da tua área que, sentada numa cadeira a estudar para um exame fariam menos sentido. 

✖ O horário. Eu devo ter sido das poucas estudantes neste mundo que NUNCA se queixou do horário. O único drama no meu horário em quatro anos de licenciatura foi ter tido aulas durante um semestre ao sábado, no 1º ano, mas até isso se fez bem. Mas passar de anos em que tinha quase 4 dias de fim de semana, saía cedo, tinha tardes ou manhãs livres e passar para um horário fixo, de oito horas normal é um ferro em brasa espetado no nosso coração. Não é fácil. Às vezes estás em determinado dia da semana e pensas "Hoje está tanto sol, se estivesse na Faculdade já estava a sair, podia ir comer um gelado à esplanada". Acabou. Sais às 18h e rezas, com muito jeitinho, que esteja ainda um tempo agradável para fazeres qualquer coisita. Isto, se te lembrares sequer de algo para fazer às 18h.

✔ Chegas a casa e não tens absolutamente tarefa nenhuma académica para fazer. E, se tiveres montes de sorte, nem tarefas de trabalho (que é o que acontece comigo). Acabas um dia de trabalho e chamam-te para um jantar? Tranquilo, não tens frequência amanhã. Apetece-te ficar até um pouco mais tarde a ver uma série? Sem dramas, não há trabalhos para entregar. A época de aniversários aproxima-se? Sim a tudo porque não há época de frequências a aproximar-se, o teu limite é a tua carteira. O teu namorado convida-te para ficares na casa dele durante a semana? Não há cadernos da Faculdade para levar. Os fins de semana? São fins de semana, malta! Férias da Páscoa? Natal? Estamos 100% presentes. Começa a vir o bom tempo e queres ir à esplanada ou começar a bronzear no fim de semana? Já perceberam, não já? A única obrigação que tenho é mesmo o relatório de estágio.

✖ Tens de fazer ginástica acrobática para marcar consultas/fazeres compras urgentes/marcares coisas. Se estás mal de qualquer coisa, só consegues que te examinem em consultas de urgência, porque marcar é impossível. Vais marcar para quando, se estás a trabalhar? Vais pedir para sair mais cedo? Não. Esperas pela hora de saíres e depois vais para a filinha de espera tratar do assunto. A não ser que seja algo ultra-importante e aí peças mesmo para sair mais cedo, mas mesmo assim custa-te um bocado prestares-te a esse papel. E cabeleireiro? Esteticista? Tu que estás com esse cabelo de Rapunzel abandonada, que nenhum príncipe se prestaria ao trabalho de subir uma torre para te salvar, que já nem te vês ao espelho com dignidade, que precisas urgentemente de marcar na esteticista... Tudo fecha à hora que sais. De repente desejas que houvesse uma cabeleireira e uma esteticista que funcionassem 24 horas por dia, porque agora só tens os fins de semana para arranjar todas essas marcações. E com fins de semana ocupados, é um drama arranjares tempo para lá ires. Já para não falar de compras que queiras fazer. 

✔ Fazes contactos. Uma coisa é irmos a jornadas, palestras, trezentos eventos onde mais 500 pessoas também estão lá e onde, para os grandes, não és mais que aquelas centenas de pessoas sentadas na sala. Em Faculdade ou destacas-te pelo teu trabalho numa associação ou por uma ideia divina que envolve os teus professores. De resto, és uma comum estudante mortal. Mas quando chegas ao teu trabalho e tens os gigantes a pedirem-te tarefas, trabalhos, ideias e projectos, eles vão estar de olho em ti. Vão comentar o que fazes, vão reparar em ti e vão lembrar-se de ti se fores mesmo boa. O estágio é perfeito para isso: apresentares-te e trabalhares duro para eles perceberem que és um diamante escondido.

✖ As saudades dos dias livres e da rotina de aulas. Não ter cadeiras para estudar nem trabalhos para fazer é maravilhoso mas facilmente percebes o quanto os dias livres te fazem falta. Do quão bom era poderes ter aqueles dias só para ti, do quão bom era teres quase um dia inteiro só para ti no resto do horário porque os horários de aulas não eram muito grandes (na minha Universidade). Tens saudades de sair do bloco, ligares à tua amiga e desceres as escadas e encontrá-la, agora têm de marcar e engendrar esquemas que dêem para tomar um café e que isso não perturbe o horário de trabalho das duas. Tens saudades de almoçar com os teus amigos, de (no meu caso), teres o teu namorado à tua espera no fim do corredor e de irem almoçar num sítio diferente antes de voltarem à Faculdade. De chegares de manhã e teres o teu grupo de amigos à tua espera ao pé do metro para irem juntos para as aulas, mesmo que estejam em anos diferentes. Tens saudades da época de praxe, de vestires o traje só porque sim. Agora é um mundo novo, com pessoas novas que convém que faças bons laços para que o ambiente seja o melhor possível. Mas sabemos sempre que fica o vazio de não termos as nossas pessoas incríveis ao virar da esquina. E isto, meus queridos, é o que vos vai custar mais num estágio. É aí que vocês levam uma galheta do tamanho do mundo e acordam: acabou as esplanadinhas no campus e as gazetas das aulas. E vai custar-vos a entrar depressa na vossa mente.

✔ Enriqueces. Se vocês tiverem a sorte de não terem de pagar passe ou gasolina para irem para o vosso trabalho e se tiverem direito a almoço (como eu tenho), a carteira, de repente, enche estupidamente. Eu gosto de trazer os meus próprios lanchinhos e snacks para evitar ir ao café (todo o estudante de Nutrição tem esta mania de fazer os lanchinhos), não bebendo café, não fumando, tendo almoço pago e estando o dia inteiro fechada no meu trabalho, há uma carrada de gastos que deixam de existir. Primeiro, não há essas fugas para almoço num sítio novo, o tempo é curto, a minha empresa tem comida maravilhosa (faz sentido, né?) e assim posso usar esse dinheiro para um jantar mais bem pensado a meio da semana, para recarregar energias. Depois estás fechada a trabalhar, não há saídas às três da tarde para lanchinhos, para compras, para nos enfiarmos em lojas ou sequer passarmos por elas. Só ao fim de semana, mas como as nossas pessoas são prioridade, preferimos passar tempo de qualidade com elas do que nos enfiarmos num centro comercial. Miúdos, o dinheiro que se poupa é absurdo. 

✖ Não recebes. Meus amigos, isto dói. Especialmente se souberem que trabalham muito e que contribuem muito para o andamento do sítio onde trabalham. E dói ainda mais continuar a pagar propina. Todos os meses eu pago para poder trabalhar. Eu tento não pensar muito nisto para não ficar com uma azia emocional

Apesar de tudo isto estou a adorar o sítio onde trabalho e tenho imenso apoio das minhas pessoas, e isso é fundamental. Há dias em que saímos cansados e com a frustração de não termos a consulta marcada, a esteticista aberta, uma roupinha nova ou já ser pôr-do-Sol. Mas tudo fica extraordinariamente melhor quando as pessoas mais completas do teu mundo perguntam-te como correu o dia. E isso fez-me valorizar muito mais o horário de trabalho das minhas pessoas também. Pergunto mais vezes como correu o dia, o que fizeram, o que de bom aconteceu. E sugiro que, mesmo que não estejam a estagiar, façam isso às vossas pessoas que trabalhem, familiares, amigos, namorados. Não há nada mais maravilhoso do que chamar o elevador para sair e vermos uma chamada ou uma mensagem a perguntar por nós.

sábado, 26 de março de 2016

The Cinematic Orchestra no EDP Cool Jazz é bom demais para ser verdade. Ainda oiço o anúncio na rádio com incredulidade e uma vontade de ir a voar comprar o bilhete. Já fui a este festival, em 2014, e adorei. Para quem não conhece, são os autores desta genialidade musical. Das composições com mais corpo de sempre.

terça-feira, 22 de março de 2016

Fotografia da minha autoria, por favor, não a utilizar sem autorização prévia
Esta Páscoa, apesar de não ter férias por estar a estagiar, será a primeira numa vida em que não tenho absolutamente nenhuma coisa para estudar ou trabalhos agendados para fazer. Como as coisas que eu faço só podem ser terminadas no meu trabalho, chego a casa com o tempo para mim. Tenho a certeza de que vou gozar esta época com um sabor que nunca antes tinha provado. Tão bom não ver datas de frequências marcadas na agenda!

domingo, 20 de março de 2016

DIA INTERNACIONAL DA FELICIDADE || How to Make Myself Happy





Para muitos, o maior dos horrores, para mim, um dos hábitos mais felizes que tenho. Um velhote em Natal, Brasil, uma vez disse ao meu pai isto "Para ganhar o dia você tem de o ver nascer" e apesar de não seguir à risca este conselho, percebo-o na íntegra. A não ser que esteja muuuuito doente, eu faço por começar o meu dia o mais cedo possível. Ficar na cama até depois das dez não dá para mim, aliás, se acordar e ver que são 10h da manhã, fico desolada e dou um pulo. O dia automaticamente é mais longo, sentimo-nos produtivos muito mais facilmente, vemos o Sol a crescer e temos tempo para tratar de nós. Para mim, acordar cedo é uma das melhores formas de cuidar de mim. Adoro dormir, por vezes adoro fazer ronha, mas é imbatível a sensação que tenho quando percebo que aproveitei o dia desde o começo (ou perto do começo).


Se sou simpática com os outros, se apoio a forma como os outros vivem, se os incentivo a serem mais felizes, porque não fazer isso comigo mesma? Eu tenho de ser a minha maior fã e cheerleader. Eu tento todos os dias apoiar as minhas decisões e motivar-me para corrigir as minhas falhas. Eu não quero ser má para mim porque eu não sou má para ninguém, portanto, eu não mereço isso para mim mesma. Sim, eu detesto o meu nariz, eu detesto ter quase duplo queixo, eu detesto o tamanho das minhas pernas e coxas. Mas eu já sei isso tudo e não preciso de o dizer constantemente. O mais fácil é aceitar que é assim que sou e são esses traços que me desenham, sejam eles lindos ou feios. Desde que não afectem a minha saúde eu vou aprender a gostar deles. Por muito chatos que sejam. Eu quero referir mais vezes as coisas que gosto em mim do que as coisas que "por milagre" mudaria em mim. E isso não é vaidade. É auto-confiança. É auto-estima. E quem disser o contrário é mal-resolvido na sua vida e é uma pessoa tóxica na vossa vida. Livrem-se dela! Não deixem que ninguém abale os vossos pensamentos bonitos sobre vocês próprias. Não o permitam!


É a minha refeição favorita do dia. Já o referi no blogue algumas vezes que não sou grande apreciadora do chamado "pequeno-almoço europeu", os típicos cereais com leite ou iogurte, torradas com manteiga... A maior parte das pessoas prefere este tipo de pequeno-almoço porque acorda sem grande apetite, mas a mim acontece-me o contrário e eu gosto de reverter uma coisa muito típica nesta refeição: é feita à pressa. A maior parte das pessoas só tem um bom pequeno-almoço aos fins de semana - se acordar cedo - e nas férias. E geralmente acordam com fome nas férias. Mas no dia-a-dia, com o stress e a pressa de despachar as coisas para sair de casa, a maior parte desenrasca-se com o que houver. Eu acordo sempre cedo e gosto de tirar logo tempo para tomar o pequeno-almoço com calma. Sou muito fã do pequeno-almoço inglês que quase toda a gente torce o nariz, mas eu adoro; Adoro os ovos mexidos (com umas fatias de bacon, mas shiuuuu) e aqui sim, gosto de acompanhar com torrada com doce, adoro incluir cogumelos ou fazer panquecas. Adoro acompanhar tudo com chá ou sumo natural. Para muitos é uma refeição demasiado pesada para começar o dia, mas eu sinto-me sempre muito mais enérgica, com vontade de fazer coisas e alegre. Não faço este pequeno-almoço sempre porque o tempo nem sempre ajuda (que pena), mas quando posso, permito-me, com tudo o que tenho direito.


O meu quarto tem uma janela de que vai até ao chão e é onde a Laika se deita quando vou para o meu quarto. Fica do lado de fora a observar-me, muito sossegada e curiosa enquanto fico nos meus afazeres ou quando vou dormir. E, de manhã, assim que abro aquela janela, ali está ela para me desejar os bons dias como se eu fosse Deus ou talvez a coisa mais importante do seu mundo. Num amor inexplicável que certamente vocês, meus leitores donos de animais, vão entender. Um companheirismo desmedido, uma alegria inesgotável quando nos vêem, mesmo que nos tenhamos cruzado há 3 minutos atrás. Eles sempre recebem-nos com a alegria mais contagiante do mundo. E é assim que eu fico quando estou junto da Laika. Feliz.


O nosso corpo e mente devem ser cuidados com a maior regularidade possível para que a nossa relação connosco próprios seja a mais feliz possível. Se gostamos de apregoar que uma relação entre casal não resulta sem esforço diário, empenho, cuidado e protecção, então porque não fazemos essa mesma manutenção connosco? Porque não alimentamos o amor por nós próprios também oferecendo-nos tempo e miminhos?
Adoro ouvir música e adoro conhecer músicas novas, artistas inovadores e cantar as músicas de sempre. Acho essencial para mim, meter músicas maravilhosas a tocar enquanto faço as minhas tarefas, trabalho ou até mesmo quando me arranjo. Gosto de tirar um bocadinho do dia para cuidar de mim, do meu cabelo, do meu rosto, da minha pele, da minha saúde. Gosto de me arranjar e de me sentir bonita e poderosa. Cada vez dou mais importância em encaminhar-me para pensamentos positivos, que me afastem as inseguranças e a ansiedade, e que me façam lembrar do quanto já fiz por mim e do quanto me esforço para ser cada vez mais a Inês que quero ser.

DIA INTERNACIONAL DA FELICIDADE || O que me faz feliz?

Fotografia da minha autoria, por favor, não a utilizar sem autorização prévia.
Receber abraços da minha mãe de manhã. Chá quente nas minhas mãos. Ler um livro que me entenda por inteiro. Meter as minhas playlists logo a tocar de manhã enquanto me visto. Namorar com quem namoro. Experimentar um restaurante novo. Ir a um concerto. Viagens de carro. Bolos e mensagens de aniversário. Amigos felizes. Balões. Surpresas pensadas ao detalhe para mim. Sucesso merecido. Brincar com o João. Estrear uma roupa nova que me fique mesmo muito bem. Pôr-do-Sol. Praias com Sol intenso. Ice tea com croissants. Monumentos e museus. Lareiras quentes em dias de Inverno. Bolo de chocolate delicioso e cheesecake. Mensagens de bom dia e chamadas de saudades. Gelados. Os miminhos dos avós. Um novo episódio. Dias mais longos. Desportos radicais. Ver os meus filmes clássicos da Disney. Conduzir. Manchetes nos jornais com boas notícias. Ver um jogo de basquetebol dos Celtics. Ir para o aeroporto, de preferência para viajar. Conhecer novos lugares. Descobrir músicas novas. Pequenos-almoços ingleses. Coldplay. Lasanha. Os primeiros dias de Abril em que arriscamos vestir uma t-shirt. Recordar memórias. Marcar da linha de triplo. Fazer combates de almofadas com o Diogo. Adormecer em cima da barriga gorda da Laika. Superar um desafio. Alcançar um objectivo. Ver sítios bonitos. Fotografar. Mergulhar no mar. Ser bem recebida. Quando me sinto gira por fora. Ter o quarto arrumado. Kinder. Passear com a minha mãe. Beber um refresco no final do dia. Pão alentejano recheado de queijo e carne picada. Arroz de Marisco. Acordar, abrir a janela e ver um dia brutal lá fora. Ver publicações e vídeos novos depois de chegar a casa de um dia de trabalho. Canecas giras. Ter ideias criativas. Fazer um nariz de porquinho nos vidros. Pizza. Fazeres boa figura no trabalho. Luzes de Natal. O cheiro do protector solar. Enviar e receber postais. Donuts da Dunkin' Donuts. Escrever Favoritos do mês. Cafunés. Estar bem de saúde. Sentir o meu perfume e o cheiro do meu shampoo. Escolher novos caminhos para voltar para casa. Peluches. Descobrir blogues e canais novos. Fins de semana e dias de folga. Oferecerem-me um livro. Enterrar as mãos na areia quente. Sardas. Saber que trabalho no que sempre sonhei. Acumular destinos visitados e ter histórias de viagens para contar. Ser grata.

E vocês? O que vos faz feliz? Feliz Dia Internacional da Felicidade :)

sábado, 19 de março de 2016

BOM GARFO || Ambient&ar

 TORRES VEDRAS

Já andava há tempos infinitos para experimentar o restaurante que fica no topo da Várzea, em Torres Vedras. O conceito está muito bem pensado e visa não tentar roubar o lugar do já tão famoso Saborear: se neste podemos encontrar uma esplanada familiar com música ambiente, com burburinho das conversas, risadas e pedinchices das crianças, no Ambientar, a fórmula é mais intimista e caseira.

sexta-feira, 18 de março de 2016

FILMES || Spotlight


Este filme tinha tudo para correr mal. Tudo para se tornar num escândalo político e religioso, no qual todas as atenções se iam desviar dos dois focos centrais desta produção: o tema sério - muito sério - sobre abusos sexuais em crianças por parte de padres e outros membros religiosos e a integridade jornalística que, a cada geração que passa, vai-se perdendo.
Tinha tudo para correr mal, mas quando a produção é bem feita, quando o foco está nos detalhes certos, no tempo certo de as referir e mostrar, grandes filmes com poderosas mensagens conseguem ser feitos com a mínima polémica possível - que ainda assim existiu e existirá sempre quando os assuntos são tão delicados como este -.

O filme é tão profissional como a equipa de jornalistas retratada que faz a investigação dos casos de abuso sexual em Boston por parte de padres. Não há entradas suaves, não há eufemismos, não há falinhas mansas neste filme; A realidade é retratada, pura e crua, mas o que nos choca, o que nos provoca a raiva, o desconforto e o desequilíbrio que os próprios jornalistas sentiram não é só os relatos comoventes e desconcertantes nem não são as imagens chocantes (que não existem e eu acho que este golpe foi de génio e de extrema elegância). É a proximidade com que o filme nos faz sentir com os casos. Podia acontecer a qualquer um de nós. Como em tudo na vida e como em qualquer ambiente, é certo. Não acontece só com padres, basta olharmos em redor no nosso mundo e qualquer lugar é, infelizmente, uma oportunidade. Mas, e apesar de já sabermos que é como tudo na vida, esquecemo-nos. Não ligamos. Não nos interessa porque não é connosco, porque não aconteceu. E nem imaginamos a proximidade com que poderá ter acontecido, ou o quão perto pudéssemos estar disso. Spotlight deixa-nos desconcertados porque é real. Porque a história não é só verídica como é palpável. Porque nos deixa incrédulos e chocados como é possível contornar-se assuntos tão sérios e delicados com meros acordos e cartas jogadas debaixo da mesa. Se fosse connosco? Com os nossos? Com os que convivem connosco? 

Faz falta jornalismo assim. Íntegro. Que fazem jornalismo por competência, por vocação e não por interesses e acordos financeiros. Que não se manipula nem se deixa levar pelas intrigas e pelo escândalo gratuito. E eu, que nem sou nada fã da Academia e que assisto às cerimónias por desporto e humor, fiquei agradavelmente surpreendida e orgulhosa pelo galardão merecido. O tema é pertinente. Vamos abrir os olhos. Vamos apertar nos sítios onde dói. E vamos apostar em mais jornalismo sério.

Poster

terça-feira, 15 de março de 2016

A nossa 1ª viagem...


Vai ser em Espanha! Numa aventura que encaixa perfeitamente na nossa personalidade. Até irei trabalhar com outro afinco. E esperemos que o tempo esteja a nosso favor!

sexta-feira, 11 de março de 2016

FILMES || About Time


Vi este filme em 2013, quando estreou no cinema, um dia antes da minha viagem a Veneza e nunca mais me lembrei dele. Até que, esta semana, passou na televisão e voltei a lembrar-me de um filme tão bonito, daquele tipo de filmes que não podia deixar de partilhar convosco. Até me sinto mal por o ter esquecido.

Aos 21 anos, Tim descobre pelo pai um enorme segredo de família: todos os homens da sua família conseguem viajar no tempo, inclusive o próprio.
E se, inicialmente Tim encara essa descoberta com descrédito e desconfiança, depressa se apercebe de todas as potencialidades deste seu poder. Decide mudar-se para Londres em busca de um futuro melhor, onde tropeça em Mary, uma miúda doce e adorável por quem Tim se apaixona e faz de tudo para a conquistar (inclusive com algumas viagens no tempo para o ajudar).

O que facilmente se apresenta como uma comédia romântica com sorrisos parvos a olhar para a televisão de tantas tontices amorosas num piscar de olhos nos ensina que viajar no tempo não é uma bandeja de regalias e que Tim não é senhor de todas as decisões do mundo. Com um casamento fora de série (se virem a cena à saída da igreja podem imaginar-me a chorar a rir e em altas gargalhadas porque não resisto ao mix da música com todo o momento a acontecer), um pai brutal (a minha personagem favorita) e uma banda sonora de gigantesca qualidade, About Time faz-nos muito mais do que apenas invejar a habilidade de viajar no tempo: faz-nos ver o presente com olhos clínicos. 

Um filme super leve e doce com uma mensagem cheia de simbolismo. Vamos viver o presente como se tivéssemos voltado atrás no tempo para o saborear?

BOM GARFO || Hamburgueria do Chef

 SINTRA

Continuo na rota dos hambúrgueres, sem me cansar! Desta vez decidimos experimentar uma que recentemente abriu na zona de Sintra (Sintrenses, anotem aí!): a Hamburgueria do Chef.
Adorei que, à entrada, tivessem umas pequenas caixas de mercearia, achei que tornou todo o espaço mais caseirinho, se é que o posso assim chamar. Também têm uma parede só com desenhos que os pequeninos que lá foram fizeram para a equipa, com os hambúrgueres que comeram, com desenho deles... Achei muito amoroso.

domingo, 6 de março de 2016

FAMÍLIA || Uma pitada de ansiedade, uma mão cheia de força

Fotografia da minha autoria, por favor, não a utilizar sem autorização prévia
Amanhã vou iniciar uma nova etapa na minha vida que, por várias razões e detalhes, ainda é um salto no escuro. Falta imensa coisa para acordar, para definir, para oficializar e mudar mas não é sobre as coisas que me deixam receosa que vos quero escrever hoje.

Hoje foi o último dia da minha vida em que soube precisamente o que estava a fazer. Amanhã é incerto, uma aprendizagem e uma mudança à qual certamente me adaptarei mas que, para já é incerta, claro. E a última vez que me vi com uma enorme cortina à frente dos olhos era caloira. E no meio de tantas dúvidas, inseguranças, ansiedades (nas coisas grandes e nas coisas inúteis) e receios, despedi-me do meu último dia de férias (termo que não sei quando vou voltar a ver, mas sei que não será tão cedo) da forma mais maravilhosa que podia imaginar: com um almoço de família.

Com uma mesa recheada de coisas maravilhosas e que adoro comer. Com todas as entradinhas mais apetecíveis, com o João do meu lado, alegre e queixoso da tabuada do 7, com o sorriso do meu namorado à mesa, alinhando nas piadas do meu pai e contribuindo, com a nostalgia académica da minha tia, com a melhor comida do mundo, que é a da avó, que faz sempre refeições para nós e mais quarenta pessoas imaginárias, com a generosidade do avô e com música de Jazz no fundo.

Foi um dia em que, apesar de não estar de coração totalmente tranquilo e sossegado, estava cheio. As pessoas que mais amo no mundo estavam ali todas reunidas à mesa, a rir, a conversar, a contar histórias, a deixar opiniões, a trocar olhares e sorrisos e a fazer memórias. A lembrarem-me do quão chata, insuportável, divertida e importante eu sou nas suas vidas.

Nunca fazemos mudanças sozinhos. Por mais identidade e individualismo que tenhamos (e que aprovo), nunca somos, de verdade, sós. E para quem gosta de nós de verdade, quem nos ama, nos atura, sente falta de nós, as nossas mudanças, decisões e rotinas fazem parte das suas vidas. E também têm de se adaptar às nossas escolhas.
Numa fase tão importante, diferente e assustadora na minha vida, eu quero encarar tudo com coragem. E sei que ela existe, em grande quantidade, graças a todas estas pessoas, cada uma com uma enorme importância na minha existência enquanto Inês; A que me deu arroz, a que me perguntou se depois podíamos dar um passeio no parque, a que me deu a mão debaixo da mesa e me deu beijos na testa, a que disse à mesa "desde pequenina que fazes isso", a que trouxe cheesecake a pensar em mim.

Os desafios foram feitos para assustar, para serem difíceis e para nos exigirem progressão. E sei que consigo enfrentá-los por ter pessoas tão maravilhosas do meu lado, que me apoiam e sabem que consigo (mesmo quando me esqueço). No meu último dia de férias fui o mais amada possível. Estou pronta.

sexta-feira, 4 de março de 2016

BLOGOSFERA || A Fita


Vocês estiveram sempre comigo. Não, não estudaram as minhas cadeiras nem ficaram com palpitações no coração ao meu lado a fazer as mesmas provas que eu. Não, também não me enviaram e-mails com as vossas partes dos vossos trabalhos e apresentações e tampouco ligaram-me para irmos tomar café e deixarmos os livros sossegadinhos por cinco minutos. Mas estiveram sempre comigo.

Durante todo o meu percurso académico eu fui blogger. Nunca deixei o mundo dos blogues, nunca fiz pausas, nunca deixei de conseguir conciliar os estudos com publicações saídas do forno e nunca tive de abdicar de nenhum mundo. Durante quase quatro anos eu falei-vos de como foram os meus momentos de caloira, dos meus primeiros afilhados, das primeiras cadeiras feitas, das primeiras vitórias e derrotas, dos meus conselhos e anseios. E vocês leram. Tudinho. E comentaram, reagiram, torceram por mim, aconselharam, complementaram a minha opinião e deram um feedback gigante, especialmente no Bobby Pins (e nesta parte não falo apenas das publicações académicas). Inevitavelmente, indirectamente, vocês fizeram sempre parte do meu dia-a-dia, quer pelos vossos comentários, visualizações, sugestões, opiniões e recomendações. Animaram-me com os vossos próprios posts a reluzir no meu feed, com as vossas referências mais que simpáticas e com as vossas palavras carinhosas e bonitas, que senti serem muito genuínas. Apesar de este ser um mundo altamente virtual e um escape de todos os meus afazeres diários, guardo com uma enorme alegria todo este lado e o vosso apoio e consideração por mim. E foi por isso que, quando me decidi, senti confiança. Senti que estava a fazer algo que fazia todo o sentido.

Aqui vos entrego uma fita de curso.

Como sabem sou finalista e isso implica que também eu vou andar uma chatinha com as fitas para todas as minhas pessoas. Mas eu sabia que precisava de deixar uma exclusivamente para a blogosfera. Porque vocês fizeram parte do meu dia-a-dia, fizeram-me pensar, divagar, sorrir, chorar e animaram-me em momentos de aperto. Estiveram lá. E se estiveram lá, merecem o reconhecimento. A blogosfera é uma parte de mim e sempre será uma parte de mim independentemente do tempo que aqui permaneça, especialmente porque o Bobby Pins fez parte do meu percurso académico. É o que sou e o que gosto de ser. Uma blogger. E quero que a minha pasta represente tudo o que sou: familiar, amiga, namorada, colega e blogger.

Guardei uma fita (de cor verde, para quem se pergunta), só para vocês. Vou abrir na barra de páginas do Bobby Pins uma página só para esta Fita, para quem quiser deixar uma mensagem nela. Vou deixar a caixa de comentários aberta por lá para que possam escrever a vossa mensagem, se quiserem escrevê-la. Não são obrigados a escrever o que quer que seja nem quero que o façam por sensação de dever ou de aceitação ou o que quer que seja. Quero que seja sentido e se acham que não faz sentido escrever, não escrevam. Se acham que gostavam de deixar uma mensagem na minha fita, ficarei muito grata. Se alguém quiser deixar uma mensagem mas não tiver blogue, a opção de anónimo está disponível mas, e só neste caso, eu gostaria muito que assinassem com o vosso nome. Não há limite de tamanho, podem escrever uma simples frase que achem que diz tudo o que precisam de dizer ou escrever em barda (o que não acho que vá acontecer, ninguém tem pachorra, certo??). Vou deixar indefinidamente esta página da Fita em aberto até meados de Abril ou Maio, a altura da Bênção, portanto não têm de ir a correr já escrever alguma coisa, têm tempo para o fazer. Depois eu passo todas as mensagens para a minha fita e coloco-a na pasta. Se ficarem curiosos com o efeito final, posso depois na altura publicar a vossa fita para verem como ficou!
Gostaria também de vos pedir que, se querem deixar uma mensagem, deixem-na exclusivamente na página da Fita e não neste post ou noutros, porque não vou transcrever as vossas mensagens para a Fita logo no momento em que eu as leio e gostaria que estivessem todas reunidas no mesmo sítio para facilitar. Espero que compreendam!

Estou para aqui a escrever indefinidamente mas nem sei se chegarei a ter mensagens e compreendo. Não é um pedido. É um reconhecimento de que vocês são muito importantes para mim, meus leitores. Por todas as razões. Vazia ou cheia, esta Fita é inteiramente vossa. Porque me acompanharam e durante 4 anos deixaram-me mensagens de carinho que jamais esquecerei. O meu eterno obrigada.

Move a Mente


Para quem é curioso sobre o mundo da nutrição ou até com o mundo desportivo, deixo-vos aqui este vídeo que está fabuloso e no qual eu concordo totalmente com o que está lá dito. Para quem desconhecer, o Vitor Hugo Teixeira (orador) é o actual nutricionista do Futebol Clube do Porto. Vejam que vale a pena.

terça-feira, 1 de março de 2016

LIVROS || Doidas e Santas


Martha Medeiros é uma jornalista brasileira que escreve em colunas de jornal pequenas crónicas sobre tudo o que conseguirmos imaginar. Como acontece a inúmeros cronistas, ao fim de algum tempo eles compilam todas as crónicas num livro e, neste caso, aquele que me apareceu em mãos foi o Doidas e Santas.

São contos (ou crónicas, vá) pequeninos, não ocupam mais que uma página e meia e não há um fio condutor entre cada conto, o que significa que a qualquer momento eu posso saltar páginas e páginas do livro e ler um conto aleatório. Tal como nos jornais, podemos esperar os mais variados temas, amor, música, reflexões sobre acontecimentos aleatórios da vida... Tudo e mais alguma coisa.

Uma característica que me fez gostar e identificar imenso com a Martha é que ela, a partir de um acontecimento obsoleto que aconteceu no seu quotidiano, consegue fazer disso um ponto de partida para um pensamento profundo e importante de ser partilhado. Como a partir de pequenas coisas podemos tirar grandes conclusões. Sobre os nossos objectivos de vida. Sobre as mudanças. Sobre a nossa necessidade de certezas. Sobre os nossos parceiros de vida. Sobre as nossas amizades. E são tão curtos e refrescantes que conseguimos ler aquilo com despreocupação mas cabeça pensante. Acabamos cada página e temos de pousar um pouco o livro para percebermos de facto o que ela quer dizer e transportarmos essa mensagem para as nossas vidas. Acho isso soberbo. Gosto imenso dos pensamentos dela, gosto da forma como ela conclui determinados momentos da sua vida, como consegue fazer-me motivar e ver que determinadas atitudes e decisões são necessárias.

Eu não tenho um livro físico dela, aliás, eu descobri-a porque a app Issuu (que já falei AQUI no Bobby Pins) sugeriu-me em leitura e o livro aparentemente está lá, gratuito, por isso qualquer um de vós pode ir lê-lo a qualquer momento e eu recomendo que o façam. É excelente para uma pequena leitura antes de dormir e uma pequena reflexão antes de adormecermos.

Autor/a: Martha Medeiros
Número de Páginas: 204

FILMES || Room


Joy foi raptada aos 17 anos e trancada num barracão pelo seu raptor "Velho Nick", com quem teve um filho, Jack. A história começa quando Jack faz o seu 5º aniversário mas, tendo ele nascido num barracão pequeno que a mãe intitula de "Quarto", Jack nunca conheceu o mundo lá fora. Tudo o que conhece e a sua realidade encontra-se entre quatro paredes que divide com a mãe.

O incrível de Room, é que consegue fazer uma mistura equilibrada de duas visões da mesma situação; Por um lado temos Joy, uma mulher completamente infeliz por estar há 7 anos raptada, sofrendo de abusos, trancada e maltratada mas que tenta não transparecer essa infelicidade ao filho pequeno e faz de tudo para o ver feliz, protegido e cuidado.
Por outro lado, temos a versão inocente e doce de Jack. Curioso com o mundo lá fora, a realidade é o seu quarto. Pergunta-se sobre o que será real ou apenas imaginação e se o que vê na tv (as pessoas, os programas, os desenhos animados) é magia. Durante todo o filme vai relatando-nos como é viver no "seu" quarto (e depois no mundo lá fora), com descrições tão doces que é impossível não sorrirmos.
Desesperada e com vontade de dar ao filho uma vida melhor, Joy inventa um plano para conseguir libertar o filho do seu quarto e mostrar-lhe que o mundo é tão maior do que ele pensa.

Apesar de o filme cativar-nos principalmente pela doçura, inocência e curiosidade de Jack, não nos deixa abstrair da temática real do filme: estamos a falar de um rapto de uma menina de 17 anos que, ao ver-se livre já é uma mulher (por dentro e por fora) e com um filho de 5 anos nos braços. Ser livre, infelizmente e a nível psicológico, nem sempre significa ser feliz instantaneamente e todo o processo de adaptação da nova vida de Joy, as conversas, os sentimentos e a própria adaptação de Jack em relação a um espaço infinito cheio de coisas e pessoas está muito bem caracterizadas. Os detalhes psicológicos estão muito bem demarcados, os pequenos comportamentos, as questões, as discussões. Como se volta a uma vida que já não reconhecemos? Está tudo lá. E um filme que pensa nestes detalhes todos só pode ser maravilhoso.

Room deixa-nos com as emoções à flor da pele. A confusão para perceber tudo o que se passa, a doçura que sentimos pelo pequeno Jack (que miúdo mais adorável), a tristeza que partilhamos com Joy, a raiva que sentimos pelo Velho Nick. Ficamos tão depressa angustiados e nervosos com todo o processo de fuga como, no momento a seguir, partilhamos com Jack o deslumbramento do mundo. E no meio de tanto profissionalismo, a Academia deixar escapar a prestação de Jacob só vem a dar-me razões para não gostar nem dar a mínima credibilidade para estes senhores.

Ensina-nos tanta coisa especial; A força dos laços familiares, o amor verdadeiro (existe, senhores, não faz parte apenas das princesas da Disney), a inocência, a auto-valorização. Desafio-vos a não chorarem neste filme. Para mim foi um choque de realidade tão grande que me fez valorizar muito mais tudo à minha volta. O privilégio de ver o mundo. De ter uma família do meu lado. De ter pessoas que me amam do meu lado. O privilégio de ser livre e de ser feliz. A maior lição de Room. Não é recomendável ver este filme. É obrigatório ver este filme.

Poster