quarta-feira, 31 de dezembro de 2014


1. 

2. 
Aprendi a cozinhar

3. 
Carnaval


5. 
15 de Junho

6. 

7. 

8. 

9. 
28 de Agosto

10. 
A noite de Alter e a criação do épico Grupo D'Alter - Crato

11. 

12. 
Fiz o meu primeiro plano alimentar


(Apenas por ordem cronológica. Os assuntos daqui que eu cheguei a abordar no blog estão com um link directo)

terça-feira, 30 de dezembro de 2014


Lamento se vos desiludo com esta música no meu top com tantas outras fabulosas que estrearam mas esta música foi incrivelmente engraçada de se ouvir. Especialmente porque cada vez que ela passava na rádio ou num bar o meu grupo parava todo para conseguir dizer esta parte da música ( Con tu física y tu química también tu anatomía. La cerveza y el tequila y tu boca con la mía) da forma mais rápida e espanhola possível. Ainda hoje eu adoro dizer esta parte. Julguem-me e crucifiquem-me.

Apesar da péssima recepção que os Interpol receberam no Optimus Alive, eu curti a valer da banda e aquela música ficou-me na memória. Assim que eles lançaram a música em Outubro ficou em modo repeat.

Eu odeio rádio de música. Odeio. Odeio porque assim que descobrem uma música gira, esgotam-nos a paciência. Quando descobri esta música fiquem semanas encantada com ela. Com a doçura, com a guitarra, com a textura acústica. E depois cansei-me de ver fogo em todo o lado. Ainda assim, continuo a achá-la a coisa mais amorosa de sempre que casava-me com a pessoa que me cantasse com tamanha doçura uma música destas.

alt-J não me consegue desiludir e esta foi a minha música favorita do álbum. Gostava de os ver em 2015 no NOS Alive e se eles cantassem esta música ficava encantada desta vida e da outra.

Parece que foi há um milhão de anos que a Lana Del Rey lançou esta música mas não. Eu gostei imenso dela e do ar "badass" que transmite. Especialmente de conduzir ao som dela.

9. Galaxy
Descobri esta música através do Spotify e fiquei tão maravilhada. Tem uma pequena herança de Enya e é tão amorosa. É a típica música querida.

O meu amor pela família de cordas nunca vai acabar, seja o meu amado violino ou os intimidantes violoncelos que produzem uma sonoridade incrível. E esta versão com violoncelo a combinar com a letra e a voz genial, deixam-me encantada e tranquila.

O Ben tem uma coisa que há muito sinto falta nos Coldplay: a guitarrada. Calma ou efusiva, ele tem e isso é algo que faz a minha pele ficar arrepiada. Esta música é tão incrível que nem tenho palavras. Oiçam e cantei com ele. É outra coisa que sinto quando oiço Ben Howard: parece que podes cantar com ele sem que nada destoe. Por mais que cantes mal. E esta letra diz-me muito.

6. Chandelier
Não há palavras para descrever o quanto gostei desta música e do videoclip. Eu desconfio que um dia ainda vou explodir a tentar atingir os agudos destes refrões.

Eu gosto de música brasileira. Não estou a falar da brasileirada funk que eu oiço no Carnaval mas da boa música brasileira. Caetano Veloso, Adriana Calcanhoto. Há calor nas letras e no sotaque, há familiaridade e eu gosto disso. Descobrir a Banda do Mar este ano foi uma surpresa incrível e além de esta música ser do mais amorosa que pode haver, é gira que se farta e o sotaque dá o toque perfeito.

4. Oceans
Esta música deliciou-me desde o início, especialmente com aqueles sons tão específicos de quando estás a enviar os sinais marinhos. Faz-me pensar na profundeza do mar e em pontos de luz.

A guitarra a abrir, a voz inconfundível do Ben, a sonoridade, a letra, a tristeza típica. É impossível não amar esta música do início ao fim. Especialmente os seus "Oh hey"

2. Waves
Conheci a música na Páscoa e pensei "esta vai ser a minha banda sonora de Verão". Cada vez que a oiço lembro-me dos passeios pela praia na República. É tropical e eu gostei disso.

1. Ink
Esta foi a minha música favorita lançada em 2014. A letra é maravilhosa e sei que não é surpresa nenhuma para vocês ter escolhido Coldplay. Mas o Chris Martin ainda hoje tem a capacidade de me conquistar com a sua voz e as suas letras amorosas. E deixemo-lo continuar a fazer isso, por favor.


Ficaram imensas músicas para trás que queria ter colocado aqui, e quis tentar diversificar mas acho que os gostos são uma coisa difícil de controlar. Qual destas gostam mais? E qual foi, para vocês, a música de 2014?

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Correndo o risco de isto ficar cheio de paisagens de pôr-do-Sol ou praias, controlei-me e escolhi as fotos que mais gostei de tirar da minha conta de Instagram (são todas da minha autoria, não as usem sem autorização prévia). Foi uma escolha tão difícil porque eu adoro fotografar tudo e mais alguma coisa - como já devem ter reparado - e aquilo que mais me fascina na fotografia é que a mesma coisa pode ser interpretada por olhos diferentes, focos diferentes, cores, contrastes diferentes. E o mesmo nunca será igual para duas pessoas. É mágico!


14.
13.
Pulmão

12.

11.

10.

9.

8.

7.

6.

5.
Tecto da Sagrada Família

4.

3.
Do lado esquerdo - meio da tarde. Do lado direito - pôr do Sol. Viagem para Barcelona

2.
Take me

1.
Dois desejos


Qual é a vossa favorita? 


Este é um daqueles achados do Tumblr, dos quais não pesquisei muito mais do que ficar deslumbrada com as fotografias postadas. Fotografias antigas que retratam a cidade de Lisboa e que me deixaram encantada, especialmente porque muitas fotografias retratam lugares onde passo frequentemente. Muitas das fotografias vêm com uma legenda e com o autor das mesmas. Dêem uma olhada e sigam!

Deixo aqui as minhas favoritas:


domingo, 28 de dezembro de 2014


Sei que ainda faltam uns dias antes de 2014 se despedir de mim verdadeiramente mas vou andar atarefada para uma possível retrospecção, que sinto que mais do que nunca tenho de fazer, por mim própria.
Estava eu a despedir-me do último segundo de 2013 e sentia comigo que 2014 ia ser um ano especial. E foi. Foi, acima de tudo, um ano de estreias. Experimentei coisas novas, fiz coisas pela primeira vez, desafiei-me a aventuras. Mas também experimentei dissabores que nunca antes tinha vivido e que fizeram com que este 2014 fosse uma série de montanhas com picos fantásticos onde grandes objectivos estavam conquistados e reluzentes e os vales fossem tão negros que pensava nunca mais ver a luz do dia.

Para começar apaixonei-me por alguém que pensava estar apaixonado por mim e descobri primeiro que essa pessoa que não, que ela não estava. E isso levou-me a enfrentar dois vales muito negros: de sentir a dor de amar alguém que não nos ama e de conseguir pôr essa dor de lado e fazê-lo ver, de uma forma imparcial o que eu já tinha visto, antes que fosse ainda mais magoada por ele. E com isto eu cresci, mais do que nunca. Sinto que conseguir extrair-me de mim própria e fazer coisas pelo meu bem e pelo bem dos outros. E ainda hoje enfrento a dor que nos deixa de sensação mal amada, mas guardo as boas memórias que fizeram com que 2014 fosse mágico, à sua maneira.

Tive, pela primeira vez, as tão desejadas férias académicas de Fevereiro. O ano de 2014 começou com um esgotamento nervoso e eu estava completamente desolada com a desilusão de um ano começar com tanta pressão de estudos. Mas, felizmente, sou mais determinada do que ansiosa e isso fez com que conseguisse escapar a um e outro obstáculo e finalmente fiz tudo à primeira. Em 2013 fiquei com uma luta violenta com Biologia Celular que me arruinou as férias inteiras e fez-me encarar a prova 3 vezes até a passar. Como podem imaginar, ficar sem o mínimo descanso (o 3º teste já era em fase de aulas, logo, não tive mesmo férias) já é mau mas, ou não fosse eu Torreense, não ter Carnaval é a maior das tristezas. Só pude ir uma noite e foi horrível. Por isso este ano tive tempo para preparar as máscaras com calma e de me divertir todos os dias que quisesse. E assisti aos Óscares em directo pela primeira vez!

Foi um ano de Imunologia com perguntas selectivas que me fez suar e de rever o Optimus Alive - que já não o via desde 2011 -. De curtir na primeira fila as minhas bandas favoritas e de receber a mensagem que estava oficialmente de férias, o que me fez amar ainda mais o festival. Em 2014 fui aos Santos Populares pela primeira vez.

Fui ao Fado no Eléctrico e recebi uma declaração maravilhosa em plena noite de Carnaval. O ano em que tracei oficialmente a capa e enterrei os meus primeiros caloiros. Foi um ano de praia, de novas leituras, de férias em casa de amigos. Foi o ano de aturar as bebedeiras. Foi o ano de conhecer afilhados fantásticos e do baptismo.

Foi um ano em que me apercebi com muita intensidade do valor da família. Quando me senti completamente sozinha e desamparada, tive uma família que tentou curar a minha dor com abraços, conselhos valiosos e com as minhas refeições favoritas. E, mesmo que mais ninguém me consiga levantar a não ser eu, ter apoio de bancada é essencial. Por falar em bancada, foi o primeiro ano em que não parti osso nenhum à conta do Basquetebol.

Fui a Barcelona pela primeira vez e escrevi uma carta de amor pela primeira vez. Comecei este blogue que me faz sentir mais do que nunca em casa, graças a vocês. Atingi a segunda década.

Sinto que, acima de tudo cresci e aprendi a resolver os meus problemas e adversidades sem perder a minha essência. Fui bastante magoada, tenho o meu coração desfeito aos pedaços e houve alturas em que fiquei farta de ser testada academicamente. Mas não desisto de mim. Enquanto eu tiver objectivos para mim própria, nunca vou deixar de lutar. Perdoei muita gente e aprendi a perdoar-me a mim mesma. E mesmo que acabei 2014 com uma sensação de perda e de coração triste, sinto uma enorme paz por finalmente me aceitar como sou. E isso é tão importante...

Não tenho quaisquer reservas para 2015. Quero continuar o trabalho que comecei em 2014 e agradeço tudo o que aconteceu. Foi um ano intenso, tanto para o bem como para o mal e preparou-me para coisas novas. Mas estou sem expectativas. Sou honesta, vou começar 2015 com alguma tristeza e sem grandes motivações. E o que vier, que saiba tão bem como o topping de caramelo do Sunday.

Espero que 2014 tenha sido incrível e que 2015 seja ainda melhor para todos vocês. De coração :)


(ao longo do resto dos dias - já não são muitos - vou fazer também um top14 de diversas coisas relacionadas com este ano, dêem sugestões se tiverem algo em mente que querem que mencione)

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014


Uma das memórias mais bonitas que tenho é de quando viajei à República Dominicana e conheci no resort um rapaz dos Açores. Desde o primeiro dia que ficámos amigos e bebíamos batidos com óculos de sol deitados sobre uma boia gigante na piscina.
E nessa memória ele está também. Lembro-me de o pôr do Sol começar e de as pessoas começarem a sair da praia porque havia uma tabuleta a dizer "Não nos responsabilizamos pelo que acontecer depois das 18h da tarde", penso que seria no caso dos afogamentos e de a praia estar unida a uma outra que não estava sob o nome de nenhum resort (ser "selvagem", digamos).

E nós fomos para lá e sentámo-nos à beira do mar, com as pernas mergulhadas na água irresistivelmente quente e calma. Não havia sequer ondas e a água reflectia as cores rosadas do pôr do Sol. Não havia Sol a descer pela água mas havia um céu cheio de cor. Lembro-me que conversávamos enquanto alisávamos a areia submersa na água com as mãos e íamos encontrando pedrinhas e conchas. Nesse dia eu tinha andado de canoa com o meu pai no mar e estava a contar-lhe que estava aterrorizada da possibilidade de haver tubarões por baixo de nós e da possibilidade de nos comerem (para meu erro, antes de viajar para lá tinha lido um livro do ataque de um tubarão) e ele ria-se das minhas hipóteses de sobrevivência.

Entretanto ele encontrou do seu lado da areia um búzio incrível. Não dos pequeninos como encontramos nas praias portuguesas mas um médio e de cores lindíssimas. Ficámos impressionadíssimos com o nosso achado arqueológico e ele ofereceu-mo enquanto acabávamos de ver o Sol escurecer.

Hoje estava à procura de uma coisa nas minhas gavetas e encontrei o búzio. Nunca mais soube nada dele, na altura estava a explodir a era do Facebook mas nem eu nem ele tínhamos perfil. Cheguei a pesquisar o nome dele uns anitos mais tarde mas não encontrei nada. E talvez ele não se lembre de mim mas, quando vi o búzio, recordei-me daquele dia de praia incrível.

Era um daqueles dias que eu teria tirado uma foto. A praia deserta e o céu maravilhoso. Mas ao mesmo tempo fico contente por não ter tido nada à mão a não ser o búzio de um amigo que conheci noutra ponta do globo. E que nunca mais vi.

PS: Há umas semanas deu o filme da Lagoa Azul mas actualizado e a ilha onde eles gravam o filme foi uma ilha onde visitei durante esta viagem (Ilha Saona). É uma ilha virgem mesmo - ninguém habita nela - e é incrível!!! Não deixem de a visitar um dia, a sua dimensão e paz deixam-vos sem palavras.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014


Não tive, na verdade, tempo para deixar no Bobby Pins uma mensagem natalícia, mas ainda vou a tempo de vos desejar o resto de um bom Natal. A cada ano que passa, mas em especial este ano, tenho descoberto o poder que uma família pode trazer ao nosso equilíbrio e aos nossos corações. Como nos ajudam a erguer nos momentos em que nos sentimos mais perdidos.
Na nossa família é típico virmos cedo para a casa anfitriã e ajudarmos em tudo. Pomos a mesa, terminamos os doces, ligamos os fornos e agradecemos à SIC e à TVI por passarem filmes para a petizada acalmar. Há sempre o bacalhau cozido mas também um bacalhau com natas - ao qual eu vou sempre lá roubar porque não acho piada nenhuma ao bacalhau cozido - e a conversa habitual.

Costumo sempre ficar com os mais pequenos a fazer jogos de tabuleiro ou a ver as estreias. E de manhã, enquanto como as sobremesas com chá, distribuímos as prendas e vamos abrindo. Para mim, sempre teve imensa lógica, desde pequena, abrir os presentes na manhã de 25. Não fazia sentido quando os meus amigos diziam que abriam os presentes mas depois não brincavam muito porque tinham de ir para a cama. Eu desembrulhava e tinha o dia inteiro pela frente para brincar. 

Almoçamos e ficamos pela mesa sempre imenso tempo, junto dos cheiros de almoço. Estreei-me na cozinha, como tanto queria, com um bolo Arco-Íris natalício que me divertiu muito fazer e, para minha desilusão, A Música no Coração não passou na RTP. Eis senão quando a minha avó mostra-nos que comprou o dvd e ficámos todos de olhos a brilhar, e lá assistimos mais uma vez o clássico. Durante a tarde recebemos sempre visitas de outras partes da família para troca de presentes e para lancharem connosco. É agradável, caloroso e dá-me uma enorme sensação de paz.

Ao contrário do que esperava, este Natal foi bastante alegre para mim. Já é uma época festiva triste desde que a avó não está cá mas acho que, depois de tudo o que aconteceu, me ia sentir ainda mais sozinha, sem o seu alento ou sem a sua sensação de amor. Mas senti-me acarinhada e amada por muita gente e senti-me forte, deitei-me com um sorriso e com uma coragem que em mim desconhecia. Penso que foi uma lembrança lá de cima só para "dizer que não me esqueci de ti".

Quanto a vocês, espero que tenham tido um Natal gordão, brincalhão e com algumas prendinhas, porque todos merecemos. Depois da surpresa que foi ter um Iphone (longe de mim imaginar que alguma vez ia ter alguma Icoisa) foi um choque ainda maior ter uma viagem à minha espera (e mais alguns miminhos). Por mim, estou mais que satisfeita! E vocês? Qual foi o vosso presente favorito?

Muitos beijinhos natalícios! 

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014


A seguir aos museus, os meus lugares favoritos para visitar quando viajo são as igrejas. Não tenho uma ligação intrínseca com a religião e acho que não tenho comigo o dom de ter fé mas acho que são uma relíquia arquitectónica e imponente. Fora os elementos religiosos pejados e, em alguns locais, excessivos, são espaços que transpiram história e arte. Gosto de me sentar e apreciar com calma o espaço que me rodeia e gosto ainda mais do silêncio que neles (normalmente) existe.

Até agora, de todas as Igrejas e Catedrais que já visitei, as minhas favoritas são Notre Dame (Paris) e a Basílica di Santa Maria della Salute (Veneza). Se algum dia voltar a estas duas cidades, com certeza vou querer rever estes dois espaços.

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